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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Banco Mundial apoia transporte aéreo na África

O director das Operações do Banco Mundial (BM) para o Senegal, Habib Fetini, disse quarta-feira em Dakar que a sua instituição está disposta a trabalhar com os Estados africanos para os ajudar a enfrentar os desafios da competitividade do seu sistema de transporte aéreo "com vista a uma melhor integração na economia mundial".

Fetini falava por ocasião da assinatura dum acordo de financiamento dum projecto regional de protecção e segurança do transporte aéreo na África Ocidental e Central, dum montante de três biliões e 500 milhões de francos CFA (um dólar americano equivale a cerca de 500 francos CFA).

Ele reiterou "a disponibilidade e o engajamento do BM a trabalhar ao lado dos outros parceiros de desenvolvimento e na medida duma parceria renovada com os países e as comunidades regionais para ajudar África a enfrentar o desafio da competitividade do seu sistema de transporte aéreo".

O financiamento do projecto regional de protecção e segurança do transporte aéreo na África Ocidental e Central permitirá ao Govero do Senegal financiar as actividades da sua Agência Nacional da Aviação Civil (ANACS).

Este programa regional, cuja primeira fase abrangeu os Camarões, o Mali e a Guiné-Conakry, e a segunda o Senegal e a Nigéria, inscreve- se nas medidas de acompanhamento da Decisão de Yamoussoukoro (Côte d'Ivoire) que consagra o princípio da liberalização do céu africano, aprovada pelos chefes de Estado africanos em 2000.

"Trata-se de permitir às autoridades da aviação civil e às autoridades de gestão dos aeroportos africanos conformar-se com as normas e as regras internacionais do transporte aéreo", sublinhou o director das Operações do Banco Mundial para o Senegal.

Fonte: Angola Press

Air China suspende seu vôo para São Paulo

A Air China informa que devido a acordos governamentais em relação aos horários de seus vôos, a operação da Air China no vôo São Paulo - Madrid - Beijing, com 25 horas de duração, infelizmente, está temporariamente suspensa.

Quanto aos passageiros que já possuem seus bilhetes emitidos para Madrid, a companhia pede que os mesmos solicitem o reembolso. Esse procedimento será realizado com a isenção de taxas. Já para os destinos na Ásia, incluindo Beijing, os passageiros poderão ser reacomodados em voos da TAM via Europa.

Para Rafael Kalinowski, diretor da RKBC Turismo, "a saída da Air China desta rota só fez encarecer as tarifas para Madrid, pois a Air China costumava ser a mais barata entre São Paulo e o aeroporto de Barajás, em vôo direto, além de perder a conectividade em Beijing", explica.

Segundo a Air China, se os acordos forem revistos, a previsão de retorno da rota está programada para o final de junho, inicio da alta temporada.

Fonte: Railbuss.com

TAP regista prejuízos superiores a 320 milhões de euros em 2008

As perdas registadas pela TAP no ano passado ultrapassaram em mais de 100 milhões de euros as previsões iniciais, com os prejuízos a atingirem 320,6 milhões de euros. A Parpública, única accionista da empresa, aponta o dedo aos planos de crescimento "ambiciosos" e aconselha que se reduza a estrutura de custos e que se encontro novos parceiros para a companhia de aviação,

Os números do "ano negro" para a transportadora dirigida por Fernando Pinto constam no relatório e contas da "holding" do Estado. As perdas atingem os 320,6 milhões de euros, contrastando com os lucros alcançados em 2007, em redor dos 32,6 milhões de euros.

O documento refere que as contas da transportadora estatal foram afectadas pela crise e pelo facto de esta "coincidir com uma fase crítica do desenvolvimento" assente "em ambiciosos objectivos de crescimento", que se traduziram "no aumento da frota e no reforço das suas posições accionistas", nomeadamente na empresa de manutenção brasileira VEM e na Portugália.

A "concretização do potencial de valor destes projectos", que continuam longe de apresentar lucros, e "a entrada de novos parceiros" são as soluções apresentadas pelo accionista da TAP para recuperar a empresa.

Ainda assim, esta terá de ultrapassar vários obstáculos, como uma "conjuntura internacional extremamente adversa, a insuficiente competitividade" e a "rigidez da estrutura de custos", acrescenta o o relatório e contas da "holding" estatal.

Apesar de o volume de negócios da companhia de aviação ter crescido 300 milhões de euros, a TAP não conseguiu estancar as perdas, tendo o passivo financeiro aumentado 200 milhões de euros e passado para os 1400 milhões.

A Parpública afirma que o aumento dos custos (28 por cento) esteve por detrás da derrapagem financeira. Especialmente, no que diz respeito aos gastos com combustível, cuja factura atingiu os 703 milhões de euros, mais 280 milhões do que em 2007. Os custos com pessoal cresceram quase dez por cento, "em consequência do aumento do número de colaboradores", refere o relatório.

A accionista da TAP sublinha, assim, a "aprofundada preocupação" com a transportadora aérea, frisando que esta tem de "encontrar soluções para fazer face aos duros desafios decorrentes da actual conjuntura".

Fonte: Público (Portugal)

Tráfego aéreo de passageiros tem queda anualizada de 9,6% em fevereiro

O tráfego aéreo de passageiros no mundo registrou uma queda de 9,6% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2008, anunciou hoje a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Inclusive após o ajuste dos efeitos do ano bissexto em 2008, o volume de passageiros mantém uma queda de cerca de 6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A emissão de passagens de primeira classe diminuiu 21,1% em fevereiro, após registrar uma queda de 16,7% em janeiro.

A venda de passagens de classe econômica desceu 8,3%, uma baixa menor que "sugere que os passageiros de negócios continuam comprando os bilhetes mais baratos, que se encontram na parte posterior do avião", explicou a Iata.

O mercado mais afetado em fevereiro de 2009 foi o dos voos de longa distância, "em consequência do colapso sem precedentes no comércio mundial e nos fluxos de investimento", segundo a associação.

A Ásia foi o mercado mais fraco, mas as passagens de primeira classe dos aviões que cruzam o Pacífico sofreram a maior queda (27,3%).

Além disso, a Iata constatou "uma deterioração especialmente significativa dos voos no norte do Atlântico, tanto em cadeiras de primeira classe quenato na econômica".

O único mercado que teve uma alta foi o africano, com um aumento de 2,8% nas passagens emitidas.

Para a Iata, "o único indício de melhora aconteceu nos voos de primeira classe entre a Europa e o Extremo Oriente", onde a queda de 21,2% de janeiro caiu para 19,6% em fevereiro.

Fonte: EFE via Abril.com

Governo vai “repensar o plano estratégico da TAP”

Teixeira dos Santos disse que o Governo está preocupado com os prejuízos da TAP e que é preciso “repensar o plano estratégico” da companhia.

A TAP deve ter fechado o ano de 2008 com prejuízos de 280 milhões de euros, de acordo com fonte da empresa

"É com preocupação que o Governo vê esses resultados", afirmou hoje o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a propósito das contas de 2008 da Parpública divulgadas ontem e que revelam que a empresa fez uma provisão de 321 milhões de euros para fazer face aos prejuízos da TAP.

Já a agência "Lusa" avança hoje que a transportadora nacional deve apresentar prejuízos de cerca de 280 milhões de euros, de acordo com uma fonte da empresa.

Face aos números, Teixeira dos Santos admite que o Governo está "obrigado a repensar o plano estratégico da TAP e a sua organização" e "identificar medidas de reestruturação e reequilíbrio financeiro".

O responsável pela pasta das Finanças notou, contudo, que a TAP enfrentou no ano passado situações excepcionais como o choque petrolífero e o rebentar da crise económica.

Em Junho de 2008, os preços do crude atingiram máximos históricos acima dos 140 dólares, o que encareceu o preço dos combustíveis. Para além disso, no final do Verão passado estalou a crise financeira com a falência do banco norte-americano Lehman Brothers.

O Diário Económico já noticiou que a TAP terá gasto 700 milhões de euros com combustível no ano passado, mais 280 milhões de euros do que tinha desembolsado em 2007.

No ‘briefing' do Conselho de Ministros, Teixeira dos Santos recusou, no entanto, comentar os planos de aquisição de aviões da TAP. Recorde-se que a companhia mantém a intenção de comprar 12 novos aviões de longo curso, que devem chegar em 2012.

Fonte: Diário Económico (Portugal)

Embraer entrega jato Phenom 100 para o primeiro cliente frotista

Empresa de propriedade compartilhada dos EUA recebe o primeiro de 50 jatos Phenom

A Embraer entregou no início do mês de abril o primeiro jato Phenom 100 para a Executive AirShare. A empresa de propriedade compartilhada de aeronaves com sede em Kansas City, Estado de Missouri, EUA, é o primeiro cliente de frota da Embraer a receber um jato Phenom e possui uma carteira total de pedidos firmes de 44 aviões Phenom 100 e seis Phenom 300.

“Parabenizamos a Executive AirShare pelo primeiro de muitos jatos Phenom a serem entregues nos próximos meses e anos”, disse Ernest Edwards, Vice-Presidente de Marketing e Vendas da Embraer para os Estados Unidos, Canadá, México e Caribe – Aviação Executiva. “Estamos comprometidos em manter um relacionamento duradouro com a Executive AirShare e esperamos trabalhar juntos neste momento em que a empresa inicia a operação da frota de jatos Phenom.”

Em maio de 2007, a Executive AirShare fez um pedido inicial para sete aviões Phenom 100, com opção para outras sete aeronaves. O pedido foi expandido em setembro do mesmo ano para incluir dois Phenom 300 e opção para mais dois jatos. Em outubro de 2008, a encomenda foi novamente aumentada e atualmente inclui 50 pedidos firmes para aeronaves Phenom 100 e Phenom 300.

“Estamos muito impressionados com as modernas e tecnologicamente avançadas instalações da Embraer, bem como com a sua equipe de profissionais”, disse Keith D. Plumb, Presidente da Executive AirShare e vice-presidente de Operações da empresa. “O Phenom 100 é uma das melhores aeronaves em que já voei e nossos funcionários e acionistas estão animados com a incorporação deste novo jato da categoria entry level à nossa frota.”

A Executive AirShare é a única empresa de propriedade compartilhada de aeronaves a oferecer aos clientes o Phenom 100 e o Phenom 300. Os clientes da empresa têm acesso às aeronaves durante um certo número de dias por ano, em vez de um número restrito de horas de vôo por ano, como ocorre com programas semelhantes.

Perfil da Executive AirShare

Fundada em 2001, a Executive AirShare opera uma frota com os mais modernos turboélices e jatos, servindo a clientes em toda região central dos Estados Unidos. A Executive AirShare é uma das maiores empresas regionais de propriedade compartilhada do país e oferece a companhias e indivíduos os benefícios de aeronaves corporativas sem os gastos e os contratempos de operar uma própria frota. A empresa tem sede em Kansas, Estado de Missouri, e também opera a partir de Wichita, Estado de Kansas; Oklahoma City e Tulsa, Estado de Oklahoma; e Dallas e Fort Worth, Estado do Texas. A companhia opera atualmente uma frota de 16 aeronaves: um Phenom 100, cinco Beechjet 400A, cinco King Air 350 e cinco King Air C90B.

Ao permitir que as empresas e pessoas físicas adquiram a propriedade parcial de um avião, a Executive AirShare oferece os benefícios da propriedade de uma aeronave a uma fração de seu custo. Cada participante paga uma parcela inicial pela aeronave, custos administrativos mensais e baixas taxas operacionais por hora utilizada. Em troca, os proprietários recebem um determinado período de dias durante os quais podem usar a aeronave durante o ano e a Executive AirShare assume todos os detalhes, incluindo aluguel do hangar, seguros, salários e treinamento dos pilotos, combustível, manutenção dos motores e da estrutura do avião, e limpeza e abastecimento da aeronave. www.ExecAirShare.com.

Fonte: Portal Fator Brasil - Foto: divulgação

Sol assina contrato com Aeroporto de Maringá

A Sol Linhas Aéreas formalizou na tarde de terça-feira, com a Prefeitura de Maringá, contrato de concessão de área para operação de loja e check-in nas modernas instalações do Aeroporto daquela Cidade.

A solenidade contou com a presença do prefeito Silvio Barros, Superintendente do Aeroporto, Marcos Valencio e do presidente da Sol Linhas Aéreas, empresário Marcos Solano Vale, acompanhado pelo diretor de marketing e vendas, Nei Buschmann. Também participou do encontro, o especialista em aviação, Clairton Hammer.

Segundo Marcos Solano, a mais nova empresa de aviação aérea do Brasil deverá entrar em operação nas próximas semanas, com vôos diários entre Curitiba, Cascavel, Foz do Iguaçu e Maringá. Novas linhas serão incorporadas, gradativamente, integrando cidades paranaenses e dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Oeste de Santa Catarina.

Espaços a ocupar

Com uma das melhores estruturas aeroportuárias da região Sul do País, Maringá é atualmente servida por duas companhias aéreas e registra fluxo mensal de 20 mil passageiros (quatro vezes o volume registrado em Cascavel).

"A Sol é uma empresa genuinamente paranaense, que vem para ocupar seu espaço, oferecendo novas e importantes alternativas para a nossa população, além de gerar empregos', disse na ocasião, o prefeito Silvio Barros, lembrando que o Aeroporto de Maringá acaba de receber homologação para o transporte internacional de cargas, além de contar com Porto Seco para o desembaraço de mercadorias.

“A empresa nasce como uma contribuição ao desenvolvimento e integração regional. Temos o firme propósito de oferecer alternativas de vôos compatíveis com a demanda, por um preço justo, com conforto, segurança e pontualidade”, disse Marcos Solano.

Cinco aeronaves

A Sol Linhas Aéreas consolida um projeto delineado ao longo dos últimos cinco anos, por um grupo empresarial liderado por Marcos Solano Vale. Um dos proprietários do Hospital de Olhos de Cascavel, referência em atendimento oftalmológico na região Sul do País, Marcos Solano também tem investimentos na área de comunicações (emissoras de rádio em Cascavel e Toledo e um jornal diário em Toledo). Além de integrar as diferentes regiões através de rotas e frequências compatíveis, a Sol pretende ampliar o número de usuários deste modal de transporte, prestando-se também à importante função de atuar como alimentadora dos grandes hubs de conexão aos serviços nacionais e internacionais.

A Sol Linhas Aéreas vai operar inicialmente cinco aeronaves turbo-hélices adquiridas junto à Let Aircraft Industries, maior indústria de aviões da República Tcheca e uma das maiores do mundo. Mais de 1100 unidades do Let 410 já foram entregues e cerca de 300 unidades operam na América Latina, dez deles no Brasil.

Fonte: H2Foz

Faturamento da Trip atinge R$ 322 milhões em 2008

A Trip Linhas Aéreas anunciou na quarta-feira (15) faturamento bruto de R$ 322 milhões em 2008, mostrando um incremento de 275%, em relação com o ano anterior. No mesmo sentido, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu R$ 40,9 milhões, volume 13,2% maior, na mesma base de comparação. Este dado posiciona a empresa com maior margem em capacidade de geração de caixa.

No ano passado, a empresa expandiu sua atuação no mercado doméstico com a oferta de novos voos, isso foi possível graças a aquisição de quatro novas aeronaves ATRs 72-500.

Para este ano, a Trip espera um faturamento de R$ 550 milhões. Caso isto ocorra representará um crescimento de 70%, face a 2008. Serão incorporadas 10 novas aeronaves na frota, sendo 5 Embraer 175 e 5 ATR 72-500. "O crescimento agressivo, porém com foco em resultados, nos permite melhorar as margens ano após ano, além de aprimorar a integração e expansão da nossa malha", afirmou em nota José Mario Caprioli, presidente da Trip Linhas Aéreas.

Fonte: InvestNews

SATA com imagem mais competitiva

A nova imagem da SATA surge no âmbito de um projecto de modernização da companhia onde se destacam a renovação das aeronaves, o novo modelo de distribuição e vendas via web, a diversificação do leque tarifário, o novo programa de passageiro frequente, entre outras inovações, com vista a enfrentar um mercado bastante concorrencial e atípico por via da conjuntura internacional.

Ademais, a renovação da frota da SATA Air Açores (2009/2010), a entrada ao serviço do novo A320 da SATA Internacional (Junho de 2009), a par dos avanços tecnológicos da própria indústria, abriram janelas de oportunidade para relançar a imagem com poupanças económicas (não é preciso repintar as aeronaves pois basta especificar a nova pintura atempadamente aos fabricantes), ao mesmo tempo que potenciam o efeito estratégico e comercial dos investimentos nas aeronaves. Os novos esquemas de pintura, por utilizarem avanços técnicos recentemente verificados nas indústrias da aeronáutica e da química industrial, vão permitir ainda que as aeronaves apresentem um peso optimizado, com vantagens ao nível do consumo de combustível.

O estudo da nova imagem da SATA, que durou praticamente um ano, foi liderado pelo criador da actual imagem, que data de há dez anos, portanto, uma imagem "clássica" que não estará adequada às recentes mutações no panorama comercial do sector da aviação civil. A companhia solicitou um desenvolvimento conceptual evolutivo capaz de acompanhar os desafios comerciais num mercado altamente competitivo com a introdução de modelos híbridos e dos low-cost, todavia, sem perder as referências iconográficas à história dos Açores e da própria raiz identitária da SATA.

Na óptica do presidente do conselho de administração do Grupo SATA, António Gomes de Menezes, a aposta que agora se inicia resultará numa imagem comercialmente mais apelativa, capaz de competir - quer pelo impacto visual, quer pelos elementos inovadores - com as mais variadas companhias aéreas e em qualquer aeroporto do mundo.

Depois dos resultados verificados em 2008, em que as seis empresas do Grupo acusaram um prejuízo de 2,9 milhões de euros - os resultados operacionais foram muito afectados pelo aumento do custo dos combustíveis - a SATA não espera facilidades este ano. Preconiza sim um exercício marcado por forte incerteza no que respeita à evolução do tráfego, factor, aliás, que constitui a principal condicionante da performance económico-financeira do Grupo em 2009. Nesse particular, no ano passado, o Grupo SATA transportou 1,5 milhões de passageiros, menos 17 mil passageiros do que em 2007, com um load-factor taxa de ocupação de uma aeronave) de 73% na SATA Internacional e de 63% na SATA Açores, indicadores semelhantes aos de 2007.

Acrescem, nesse tabuleiro bastante complexo, outras peças chave tais como a evolução do preço dos combustíveis, a paridade euro-dólar, entre outras. A actividade da SATA está deste modo dependente da recuperação económica e da disponibilidade financeira e da vontade do público em voltar a viajar.

Fonte: Pedro Lagarto (AO Online - Açores - Portugal)

Tam ganha sete frequências para África do Sul

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o pedido da Tam para a alocação de sete frequências regulares mistas para a África do Sul. Segundo a agência reguladora, a decisão “é resultado do processo seletivo realizado no último dia 5 de março, tendo em vista a disponibilidade de frequências no âmbito do Acordo sobre Serviços Aéreos firmado entre o Brasil e a África do Sul”. A Tam já informou que inicia voo para Johannesburgo, na Africa do Sul no segundo semestre deste ano. A empresa também negocia um code-share com a South African Airways (SAA).

A Anac também aprovou o pedido da companhia aérea para designação como empresa de transporte aéreo regular para Portugal. Ou seja, a Tam, que atualmente opera em code share alguns voos com a Tap, está autorizada a voar para Portugal com operações próprias.

Fonte: Felipe Niemeyer (Panrotas)

Gol solicita dois voos para Bauru

A Gol Linhas Aéres solicitou dois voos para Bauru ao Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp). A idéia é começar a operar no Aeroporto Moussa Tobias no dia 31 de maio, com voo noturno partindo de Congonhas para a cidade às 22h, e outro partindo de Bauru para São Paulo, às 5h20.

Como adiantou o JC há algumas semanas, a empresa de transporte aéreo de passageiros já solicitou autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para iniciar o serviço. A aeronave - um Boeing 737-300, para 144 passageiros - pernoitará no Moussa Tobias, seguindo no começo da manhã seguinte para São Paulo. Com isso, o passageiro de Bauru poderá fazer conexão para qualquer aeroporto do Brasil em voos matutinos.

De acordo com informações do ex-vereador Primo Mangialardo, que faz contatos com empresas aéreas desde 2005, quando o Moussa Tobias já estava em construção, a Gol já adquiriu parte dos equipamentos que utilizará em suas operações em Bauru, como os veículos para transporte de malas, entre outros, denotando o estágio avançado da decisão de atuar na cidade e região.

A partir do início de operações da Gol, Bauru entrará na rota dos grandes aeroportos nacionais, por meio das conexões que serão possíveis a partir de Congonhas, o aeroporto mais movimentado do País. O preço das passagens ainda não foi definido, de acordo com a Gol, segunda empresa aérea do País em tamanho, após a TAM, que lidera o ranking.

É a primeira vez que a empresa vai operar em Bauru. Atualmente, apenas a Pantanal faz a rota Bauru-São Paulo-Bauru, com voos às 7h, 11h10, 16h15 e 18h35 para São Paulo e 8h, 12h40, 15h40 e 22h da Capital para Bauru.

Fonte: Monise Centurion (Jornal Cidade de Bauru)

Embraer exibe jato Phenom 100 no 35° SUN ‘N Fun Fly-in nos EUA

Visitantes poderão ver o avião pela primeira vez

A Embraer exibirá o jato Phenom 100, da categoria entry level, no 35° Sun ‘n Fun (www.sun-n-fun.org), realizado de 21 a 26 de abril no Aeroporto Regional Lakeland Linder, Estado da Flórida, Estados Unidos. Na terça-feira, dia 21 de abril, às 11 horas, no Media Center do evento, a Embraer organizará uma conferência de imprensa para apresentar uma atualização sobre os programas Phenom 100 e Phenom 300.

“O Sun ‘n Fun é um dos principais eventos de aviação geral. Sendo uma das mais das maiores fabricantes de jatos executivos, a Embraer está entusiasmada em mostrar o jato Phenom 100 nesta ocasião”, disse Ernest Edwards, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para os EUA, Canadá, México e Caribe – Aviação Executiva.[ “Recebemos as primeiras encomendas em outubro de 2005. Hoje, os primeiros compradores do Phenom 100 estão recebendo suas aeronaves baseadas em um projeto original e temos orgulho de constatar que as avaliações positivas são a prova de que o avião ultrapassou as expectativas dos nossos clientes.”

Por três anos consecutivos após o anúncio do projeto, em maio de 2005, os participantes do evento puderam ver Phenom 100 por meio de um modelo em tamanho real. Na edição deste ano, os visitantes poderão conhecer o avião real, que oferece conforto superior, estilo e sistema aviônico de última geração. O jato será exibido na mostra estática do evento, que acontece na 4175 Medulla Road, em Lakeland. Certificado pela Federal Aviation Administration (FAA), autoridade de aviação civil dos EUA, em dezembro de 2008, o novo jato executivo obteve resultados que atenderam ou superaram os requisitos iniciais. O alcance de projeto (1.160 milhas náuticas) foi ultrapassado em 18 milhas náuticas, o desempenho de decolagem em condições de alta temperatura e elevada altitude (hot-and-high) foi melhorado bastante e resultou em um acréscimo de 350 milhas náuticas no alcance, a distância para pouso foi reduzida em 301 pés, a velocidade final máxima de 390 nós é 10 nós superior à anunciada originalmente e o consumo de combustível foi reduzido em 3,6%.

O jato Phenom 100, da categoria entry level, faz parte da linha de produtos da Embraer para o mercado de aviação executiva, cujo portfólio também inclui o Phenom 300, o Legacy 450, o Legacy 500, o Legacy 600 e o Lineage 1000, das categorias light, midlight, midsize, super midsize e ultra-large, respectivamente. www.embraerexecutivejets.com.

Os jatos executivos da Embraer

O portfólio de jatos executivos da Embraer é composto por seis aeronaves que oferecem tamanhos de cabine e flexibilidade de alcance adequados para as mais variadas demandas, permitindo maior produtividade no trabalho e economia de tempo nas viagens, com conforto e privacidade. O Phenom 100 tem capacidade para até oito ocupantes e sete opções de interior, projetadas em parceria com o BMW Group DesignworksUSA. Com alcance de 2.182 km (1.178 milhas náuticas),[ incluindo reservas de combustível NBAA IFR, é capaz de voar de São Paulo para Montevidéu sem escalas. O jato foi certificado em dezembro de 2008 e confirmou ser o mais rápido e com a maior capacidade de bagagem da sua categoria. O Phenom 100 tem uma avançada cabine de pilotagem e possui um lavatório traseiro privativo como alguns de seus diferenciais competitivos.

O Phenom 300 transporta até dez ocupantes em um espaçoso e confortável interior, também projetado em parceria com o BMW Group DesignworksUSA. As asas enflechadas e com winglets e os modernos sistemas a bordo foram desenvolvidos com foco no excelente desempenho em vôo. Ponto único de reabastecimento, lavatório com serviço externo e excelente pressurização de cabine são alguns dos diferenciais do jato. O Phenom 300 é um dos aviões mais velozes da categoria light, atingindo 833 km por hora ou 450 nós (KTAS), e voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros). Com um alcance de 3.334 km (1.800 milhas náuticas), a aeronave é capaz de voar de Brasília para Buenos Aires sem escalas incluindo reservas de combustível NBAA IFR. Lançados em 2008, o Legacy 450 e o Legacy 500 são jatos executivos de médio porte que estabeleceram um novo paradigma nas suas respectivas categorias. Os interiores foram projetados em parceria com o BMW Group DesignworksUSA e oferece espaço e estilo inigualáveis. Estas aeronaves terão a maior cabine e o melhor isolamento acústico das suas classes. Piso plano, altura de cabine de 1,82 metro, ótima pressurização e toalete a vácuo são outras características de destaque do Legacy 450 e do Legacy 500 que complementam o desempenho superior e os baixos custos operacionais.

O avançado sistema aviônico da Rockwell Collins – Pro Line Fusion™ – oferecerá um amplo alerta situacional com interface altamente intuitiva. Os motores de última geração HTF7500E, fabricados pela Honeywell, incorporam as mais recentes tecnologias para atender aos requisitos de desempenho com aprimorada eficiência em termos de consumo de combustível, facilidade de manutenção, baixos custos operacionais e reduzido nível de emissão de ruídos e poluentes, diminuindo o impacto ambiental. Os jatos serão os mais rápidos das suas categorias e os únicos equipados com o moderno sistema eletrônico de comandos de vôos flyby- wire, tecnologia de última geração que aumenta a segurança das operações e o conforto dos passageiros, além de reduzir a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.

O Legacy 450 está sendo projetado para transportar até nove passageiros e terá alcance de 4.260 km (2.300 milhas náuticas) com quatro passageiros ou 4.070 km (2.200 milhas náuticas) com oito passageiros, ambos incluindo reservas de combustível NBAA IFR. O jato poderá voar sem escalas do Rio de Janeiro para Bariloche, na Argentina.

O Legacy 500 levará até 12 passageiros e está sendo projetado para ter alcance de 5.560 km (3.000 milhas náuticas) com quatro passageiros ou 5.190 km (2.800 milhas náuticas) com oito passageiros, ambos incluindo reservas de combustível NBAA IFR. Estas características permitirão aos clientes voar do Rio de Janeiro para Chicago, nos EUA, com uma única parada em Caracas, na Venezuela.

Transportando 13 passageiros (configuração padrão) com conforto e privacidade, o Legacy 600 possui três ambientes distintos de cabine. Na configuração padrão, o refinado interior oferece poltronas revestidas em couro, divã, aparador lateral, e mesas para refeição ou reunião. O avião também tem uma espaçosa cozinha (galley) para o preparo de alimentos quentes e frios, amplo lavatório na parte traseira, guarda-roupas, armários e sistema de entretenimento com DVD e comunicação via satélite. O equipamento opcional High-Speed Data (HSD) e a tecnologia Wi-Fi permitem que os clientes naveguem na Internet, acessem e-mail e transfiram arquivos durante as viagens, proporcionando uma melhor utilização do tempo, aumento da produtividade no trabalho e mais opções de entretenimento. A aeronave conta com um amplo compartimento de bagagem facilmente acessível em vôo e tem capacidade total de carga de 8.100 litros (8,1metros cúbicos ou 286 pés cúbicos). O avião atinge velocidade de cruzeiro Mach 0,80 e tem alcance de 6.019 km (3.250 milhas náuticas) com oito passageiros ou 6.297 km (3.400 milhas náuticas) com quatro passageiros, ambos com reservas de combustível NBAA IFR, podendo voar sem escalas de Manaus para Nova York, nos EUA, ou de Nova York a Londres, no Reino Unido. Mais de 150 jatos Legacy 600 operam atualmente em 24 países com altos índices de confiabilidade e baixos custos operacionais.

O Lineage 1000 é o maior jato executivo da Embraer e tem capacidade para transportar 19 passageiros em cinco zonas de cabine. Com alcance de 8.149 km (4.400 milhas náuticas) com oito passageiros ou 8.334 km (4.500 milhas náuticas) com quatro passageiros, ambos incluindo reservas de combustível NBAA IFR, o jato é capaz de voar sem escalas de São Paulo para Miami ou Nova York, nos EUA, ou para Lisboa (Portugal). O design do interior prioriza conforto e requinte e foi desenvolvido em parceria com a Priestman Goode, do Reino Unido. A cabine, equipada pela PATS Aircraft Completions, uma divisão da De Crane Aerospace localizada nos Estados Unidos, utiliza os materiais mais refinados da categoria e a grande variedade de configurações atende a todas as necessidades dos passageiros com espaço suficiente para trabalho, descanso e reuniões. Equipamentos de bordo incluem opcionais como a tecnologia Wi-Fi, acesso à Internet e Electronic Flight Bag (EFB). Um amplo bagageiro traseiro, pressurizado e convenientemente acessível em vôo, tem capacidade total de 12.540 litros (12,54 metros cúbicos ou 443 pés cúbicos) e possui mais que o dobro do espaço oferecido pelos jatos da concorrência. O sistema aviônico integrado Primus Epic®, fabricado pela Honeywell, possui cinco telas de controle multifuncionais em cristal líquido (Liquid Crystal Display – LCD), dispositivo de controle de cursor (Cursor Control Device – CCD), ajuste de potência automático (auto-throttle), radar meteorológico com detector de turbulência e outras tecnologias de última geração. O= Lineage 1000 é equipado com o moderno sistema eletrônico de comandos de vôo fly-by-wire. Para atender às demandas dos clientes de jatos executivos, a Embraer investiu na criação de um sistema de suporte composto por seis unidades próprias e uma ampla rede autorizada em todo o mundo. A Empresa também possui parcerias com renomadas empresas de logística e treinamento de pilotos e mecânicos, além de oferecer inspeções de rotina, manutenção= programada e não-programada e programas especiais de solução de serviços como o Embraer Executive Care (EEC). A estrutura de suporte ao produto da Empresa abrange operações de vôo, suporte técnico e manutenção customizados de acordo com o perfil de operação de cada aeronave, além de um novo conceito de atendimento ao cliente por meio do Contact Center. Tal estrutura possibilita significativa redução dos custos e do tempo de permanência em solo das aeronaves e maximiza os benefícios desta importante ferramenta de negócios. www.EmbraerExecutiveJets.com.br.

Perfil

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, e Defesa e Governo. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 31 de março de 2009, a Embraer contava com 17.375 empregados – número que não inclui empregados de suas subsidiárias não-integrais OGMA e HEAI – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de US$ 19,7 bilhões. www.embraer.com.br

Fonte: Portal Fator Brasil - Foto: divulgação

Anac aprova acordo entre Tam e Air China

Consta na ata de reunião da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de 31 de março, a aprovação de um pedido da Tam e da Air China para estabelecimento de código compartilhado. O pedido foi aprovado por unanimidade pela diretoria da agência “tendo em vista as manifestações favoráveis das equipes técnicas da SSA e da Superintendência de Relações Internacionais (SRI).

Também foi aprovado por unanimidade o pedido da Turkish Airlines para exploração de serviço aéreo regular internacional de transporte de passageiros, carga e mala postal no Brasil. Em seu parecer, a Anac informa que "a empresa demonstrou estar em condições de exercer a atividade sob os pontos de vista operacional e jurídico, conforme estabelecido nas normas legais e infralegais que regulam a matéria."

Fonte: Felipe Niemeyer (Panrotas)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Governo e Embraer firmam contrato para produção de aviões de defesa

O governo federal e a Embraer firmaram contrato hoje de US$ 1,4 bilhão para produção e modernização de aviões para a Aeronáutica e Marinha. O principal projeto é a fabricação de um novo tipo de avião cargueiro, o KC-390, que vai substituir os Hercules C-130 atualmente em uso. A primeira unidade é prevista para estar voando dentro de sete anos.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, ressaltou que o projeto é prioritário para possibilitar agilidade nas operações militares e também nas ações sociais em todo o país. "O novo avião aumenta a capacidade de missões com caráter humanitário, deslocar hospitais de campanha para as diversas regiões", disse o ministro, destacando que, nos lugares mais distantes, como as fronteiras amazônicas, o apoio logístico prestado pela Aeronáutica é vital para os batalhões do Exército.

O KC-390 terá capacidade para transportar 19 toneladas ou 80 soldados armados e aterrissar em pistas curtas, de até mil metros. Como é um avião a jato, a velocidade de cruzeiro será ao redor dos 800 km/h. O projeto do cargueiro é estimado pela Embraer em US$ 1,3 bilhão.

O vice-presidente do Mercado de Defesa e Governo da Embraer, Orlando Ferreira Neto, afirmou que existe uma demanda mundial para este tipo de avião, estimada em 700 unidades, e que a empresa enxerga um potencial de exportação de US$ 18 bilhões nos próximos 15 anos.

A empresa também assinou contrato para a modernização de 12 caças AF1 e AF1A, usados no porta-aviões São Paulo, no valor de US$ 140 milhões. Segundo a Marinha, as aeronaves ainda são do final da década de 1970.

O acordo entre o governo e a Embraer foi firmado durante a feira de material de defesa Latin America Aero and Defense (LAAD), que acontece até amanhã, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

Fonte: Agência Brasil via Valor Online

Webjet troca voos regulares por charteres em 3 cidades

Após a reformulação da malha, implementada no dia 9 de março, a Webjet deixou de fazer voos regulares para as cidades de Ilhéus, Maceió e Porto Seguro. Segundo a companhia, a empresa está realizando a manutenção programada das aeronaves e precisava redefinir a utilização dos equipamentos, focando rotas mais rentáveis. As três cidades citadas apresentam menor demanda no período de baixa estação.

Segundo a assessoria de imprensa da Webjet, as cidades não deixaram de ser atendidas e estão recebendo charteres regulares aos finais de semana realizados a partir de um acordo com a operadora CVC. “A Webjet reconhece a importância dessas cidades e das operações na região Nordeste na estratégia de crescimento da companhia, e ampliará sua oferta na cidade nos finais de semana com a operação de fretamentos regulares, em parceria com a CVC”, disse a empresa em comunicado. A assessoria de imprensa disse ainda que os voos regulares para Ilhéus, Maceió e Porto Seguro devem voltar a partir de maio ou junho, quando será finalizado o processo de manutenção dos aviões.

A Webjet aguarda ainda aprovação da Anac para começar a operar voos regulares a partir do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A empresa já solicitou três frequências (ida e volta) para Brasília e outras duas para Confins (BH) e espera que a autorização da agência reguladora saia ainda este mês. Ainda de acordo com a assessoria da Webjet, há pedidos de mais frequências a partir do Santos Dumont para outros destinos.

Fonte: Felipe Niemeyer (Panrotas)

Trip Linhas Aéreas inicia voos de Salvador a Aracaju

A TRIP Linhas Aéreas – controlada de forma igualitária pelos grupos Caprioli e Águia Branca e líder na aviação regional –, iniciou no dia 13 de abril, a rota Salvador – Aracaju – Recife / Recife – Aracaju – Salvador. Os trechos estão disponíveis de Segunda-feira a Sábado (ida), às 7h, e de Domingo a Sexta-feira (volta), às 19h45. Para beneficiar ainda mais os usuários do percurso, a companhia oferece tarifas promocionais a partir de R$ 149,00 por trecho.

A partir de Recife a companhia tem ainda operações que ligam a cidade a Natal e Fernando de Noronha. As passagens podem ser adquiridas no site www.voetrip.com.br.

Os voos são realizados com o ATR 72-500, para 68 passageiros. Esta é uma aeronave de concepção moderna e confortável, turbo-hélices de última geração, fabricado pelas empresas Aeroespatiale (França) e a Alenia (Itália), que fazem parte do consórcio Airbus. Com baixo nível de ruído e emissão de gases, a aeronave segue os mais modernos padrões ambientais. É equipada ainda com a nova “Elegance Cabin”, com amplo espaço interno e com inovações tecnológicas em comunicações e ferramentas de navegação. Suas características fazem desse avião o equipamento turbo-propulsor mais moderno da atualidade, utilizado por mais de 60 empresas aéreas em todo o mundo.

Fonte: Jornal da Mídia

Embraer e FAB firmam acordo para produção de avião militar

A Embraer produzirá um avião militar de transporte em colaboração com a Força Aérea Brasileira (FAB), que comprará as primeiras unidades da aeronave em virtude de um acordo bilateral assinado nesta terça-feira (14).

O desenvolvimento do projeto vai exigir investimentos de US$ 1,3 bilhão até 2015, quando o protótipo deve estar concluído, afirmou o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, em entrevista.

O avião, batizado de KC-390, terá uma cabina ampla, com uma rampa traseira que facilitará o carregamento de veículos blindados e que poderá ser adaptada para missões de evacuação médica, explicou a empresa em comunicado.

O KC-390 poderá ser reabastecido durante o voo e terá capacidade para fornecer combustível a outras aeronaves, tanto no ar como em terra.

Além disso, incluirá a tecnologia "fly-by-wire", que facilita o trabalho dos pilotos, aumentando a segurança em pistas curtas e sem preparação adequada.

A aeronave será um "produto altamente eficiente" para as missões de transporte de carga e reabastecimento da FAB, e também será exportada em "grandes volumes", destacou Fleury Curado.

O acordo foi assinado entre o presidente da Embraer e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, na presença do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, durante a feira "Latin America Aerospace & Defense", que vai até sexta-feira no Rio de Janeiro.

Além deste acordo, a Embraer assinou hoje um convênio com a Marinha para modernizar 12 aviões de combate McDonnell Douglas A-4 Skyhawk.

O programa, cujos investimentos chegarão a US$ 140 milhões, abrange a recuperação dos aviões e a implementação de novos instrumentos, radares e sistemas de geração elétrica e de oxigênio.

Fonte: EFE via G1 - Imagens: divulgação

Embraer entrega 40 aeronaves no trimestre

A Embraer entregou 40 aeronaves para os segmentos de aviação comercial e executiva no primeiro trimestre de 2009. Em 31 de março, a carteira de pedidos firmes da empresa totalizava US$ 19,7 bilhões. Das 40 aeronaves entregues pela companhia no período, 32 foram para o segmento de aviação comercial e oito para o de aviação executiva

No trimestre, a Embraer entregou os primeiros jatos 195 para a Air Dolomiti, companhia aérea regional do norte da Itália pertencente à Lufthansa, e a Fuji Dream Airlines, do Japão, recebeu o primeiro 170.

No mesmo período, a ECC Leasing Company Limited, subsidiária integral da Embraer com sede na Irlanda, fechou contrato com o Departamento da Polícia Federal (DPF) do Brasil para a venda de um segundo jato ERJ 145 usado.

Fonte: InvestNews

AVIAÇÃO: Setor encolhe e fica mais competitivo, mas ações sobem

Os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de março não trazem grandes surpresas. Menor quantidade de voos e demanda prejudicada e mais competição com a entrada da Azul. Apesar dos primeiros números de recuperação da demanda doméstica, a taxa de ocupação baixa ainda prejudica a eficiência operacional das aéreas.

O desempenho das duas companhias aéreas listadas em bolsa, entretanto, surpreende durante este mês. Os papéis da TAM, até o último fechamento, marcavam alta de 32% em abril, acima da valorização obtida pelo Ibovespa no período, que chegou a 12,4%. Os papéis da GOL também avançam. Até o encerramento do último pregão a alta chegava a 11%.

No período, o petróleo negociado em Nova York está praticamente estável, com alta de 1%. Na última sessão fechou vendido a US$ 50,14, o que não traz muitas pressões de custo. O dólar comercial caiu cerca de 6% no mês, o que também traz algum conforto para as despesas, bastante atreladas à moeda estrangeira.

Segundo os analistas, parte do desempenho do setor também tem sido afetado pelo movimento de alta da bolsa brasileira de uma forma geral e o retorno dos investidores estrangeiros, porém outros fatores beneficiam a TAM. Para a Bradesco Corretora, a TAM 'é menos sensível à desaceleração da economia dada sua maior exposição a passageiros do segmento de negócios', além do melhor performance no mercado internacional, setor deixado de lado pela GOL e Varig desde o final do ano passado, quando cortou rotas.

Este, segundo os analistas da Link Corretora é outro problema para a GOL: 'A empresa não tem conseguido reduzir a oferta na mesma velocidade que a redução da demanda'. Tal ineficiência levou a redução sucessiva nos últimos meses da taxa de ocupação internacional da companhia. Em março, o load factor chegou a 43,5%, 11,8 p.p. abaixo do mesmo período do ano anterior.

Depois dos números da Anac de março, os analistas não alteraram as recomendações. Para o Bradesco ambas companhias estão classificadas como Alta Performance, com o preço-alvo às ações preferenciais da GOL em R$ 17 e de R$ 40 para as da TAM. A Itaú Securities tem recomendação sector-perform - em linha com a média do setor - à GOL, e underperform - desempenho abaixo da média do setor - para a TAM. A Link Corretora manteve a recomendação neutra ao setor.

Fonte: Gustavo Kahil (InvestNews)

Dassault aposta em independência para vencer

Custou um pouco mas a Dassault Aviation, que fabrica o caça Rafale, um dos três pré-qualificados para o projeto FX-2 da FAB - a concorrência de US$ 2 bilhões que definirá o substituto dos veteraníssimos Mirage 015 - apresentou à imprensa alguns dos argumentos que o grupo considera mais fortes para vencer a disputa. O jato francês acabou de ser submetido a uma sessão de provas por parte de pilotos brasileiros, como uma das etapas obrigatórias para essa fase da licitação - os outros concorrentes, o F-18 Super Hornet da Boeing e o Gripen NG, da Saab, passaram também por verificações similares. Para o vice-presidente senior de vendas para a América, África e Ásia, Jean Pierre Chabriol, o caça francês é um equipamento bastante completo e com vantagens que, a seu ver, podem fazer a balança pender para o lado da França quando vier o anúncio oficial, no segundo semestre.

"O Rafale é um projeto 100% francês, o que significa que todos os equipamentos embarcados no jato são produzidos por empresas do País. Isso é um componente importante sobretudo porque o comprador quer soberania com esse equipamento", afirmou Chabriol a jornalistas brasileiros em um almoço ontem, no Rio. O executivo está na cidade para participar da maior feira de material bélico da América Latina, a LAADE, que será aberta oficialmente hoje no Riocentro.

O executivo da Dassault aposta nessa característica do projeto do Rafale - sucessor do Mirage - como uma importante vantagem na decisão do Ministério da Defesa brasileiro em relação aos caças. Diferentemente do Super Hornet e do Gripen, no caso francês os componentes e os softwares, que são na prática o coração do projeto, independem de uma liberação por parte dos governos aos quais os fornecedores estão ligados. No caso do caça sueco, por exemplo, as turbinas são de fabricação americana.

Outros componentes, mais sensíveis - como o radar AESA de múltipla funcionalidade - demandam também negociações. O radar do jato francês foi um dos primeiros desse tipo a entrar em funcionamento como informa Gérard Christmann, gerente da divisão aeroespacial da Thales, fabricante do equipamento.

Para Chabriol, outro ponto importante a favor do Rafale está no relacionamento especial desenvolvido pelos governos francês e brasileiro nesse caso específico. Ao contrário do modelo americano, no qual a participação do legislativo e de secretarias de governo é indispensável à aprovação da abertura de softwares e outras tecnologias, a Dassault entrou na concorrência tranquila.

"Quando apresentamos as nossas primeiras propostas, já tínhamos 100% de toda a transferência de tecnologia possível no projeto do jato autorizada pelo Executivo, a quem cabe esse tipo de deliberação", explica o vice-presidente da Dassault, lembrando que isso se dá também no âmbito de uma série de iniciativas que aproximaram bastante os dois países (como no caso do contrato fechado com a marinha brasileira para a construção de quatro submarinos convencionais Scorpene e mais o casco do submarino nuclear brasileiro). A questão da transferência de tecnologia também é abrangente, com possibilidades na área de defesa e na civil, como em nanotecnologia. Em uma apresentação recente na Fiesp, pelo menos 150 empresas brasileiras se mostraram dispostas a participar.

O executivo alinhou três pontos que acredita serem essenciais e a vantagem do Rafale na disputa: independência - já que o Brasil terá toda a tecnologia de que necessita para ter uma aeronave que lhe dê vantagem estratégica, um argumento geopolítico evitado pelos concorrentes - dissuasão - o jato vem sendo testado em situações de combate diversas no Afeganistão - e perenidade - projetos dessa natureza são para durar em torno de 40 anos e nesse caso a manutenção é um item crucial.

É possível, pela proposta francesa, que a um determinado momento o caça seja fabricado no Brasil. Um detalhe interessante chamou a atenção para o caça: tal qual o Super Hornet, o Rafale também equipa a marinha francesa. Mas ao contrário do avião americano e do jato sueco, que não podem ser utilizados no porta-aviões São Paulo, o Rafale pousa e decola tranquilamente do navio. E precisa apenas de duas pessoas e uma hora de trabalho para ter o motor retirado.

Fonte: Marcelo Ambrosio (Gazeta Mercantil)