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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

TAP intensifica negociações com Governo angolano

Transportadora quer ser parceira em Angola

A TAP está a tentar reforçar a operação em Angola. Depois da carta enviada ao Governo local, manifestando disponibilidade para prestar serviços à TAAG, Fernando Pinto, presidente da companhia de aviação portuguesa, reuniu-se com os seus congéneres para "fortalecer as relações bilaterais".

De acordo com um comunicado da TAAG, que foi recentemente reestruturada e viu o seu conselho de administração ser demitido devido aos maus resultados financeiros e ao facto de continuar na lista negra da Comissão Europeia (que a impede de voar na Europa), "uma delegação de alto nível da TAP Portugal, chefiada pelo seu presidente, Fernando Pinto, reuniu-se nos dias 17 e 18 de Fevereiro, com o corpo directivo" da transportadora angolana.

Nessa reunião, ocorrida em Luanda, foi discutido "o fortalecimento das relações bilaterais entre as duas congéneres", acrescenta o documento.

Refere-se ainda que, durante o encontro, se "efectuou a identificação extensiva dos possíveis campos de cooperação, nomeadamente nas áreas de formação, bem como em eventuais parcerias nos projectos de criação do Centro de Manutenção Aeronáutica de Angola, Centro de Formação Aeronáutica, Central de Carga Aérea e outros projectos de serviços auxiliares aeronáuticos".

A atenção dada a estes projectos vem no seguimento da aproximação da TAP à companhia de aviação angolana no início deste ano. Como o "Público" noticiou nessa altura, a transportadora portuguesa enviou uma carta ao Governo local, manifestando interesse em firmar parcerias com a TAAG, no âmbito da certificação, da manutenção e do handling.

O comunicado diz ainda que "todos os participantes foram unânimes em reconhecer que o diálogo franco foi muito produtivo, augurando um futuro promissor para as relações entre as duas companhias".

Fonte: Público.pt (Portugal)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Lajes riscada do mapa: SATA concentra atividade em S. Miguel

Com a renovação da frota da SATA a Terceira deverá perder a única aeronave que pernoita na aerogare das Lajes.

Segundo alguns funcionários a decisão já foi tomada, a empresa vai aproveitar a renovação da frota para centralizar todas aeronaves na ilha de S. Miguel. “A intenção é eliminar a base de operação na ilha”. Recorde-se que o Dornier é a única aeronave que opera a partir das Lajes desde do início da década de 90.

Para os funcionários esta decisão, a ser confirmada, prejudicará a ilha e poderá afectar a todo pessoal especializado que se encontra a laborar na Base das Lajes.

Os mesmos funcionários alegam que o estacionamento de todas aeronaves na ilha de S. Miguel deverá, a curto prazo, encerrar vários serviços e postos de trabalho na Terceira.

Por outro lado, argumentam, em caso de mau tempo (ventos e nevoeiros que inviabilizam a operacionalidade do aeroporto de Ponta Delgada) todos os açorianos turistas e viajantes serão prejudicados e com uma aeronave na Terceira, pelo menos, as situações de emergência estariam garantidas. Nestes casos, alegam, se a SATA dispuser de uma aeronave a operar na Terceira permanente, “como acontece actualmente”, poderá fazê-la deslocar para outras ilhas e garantir o serviço mínimo. Perante o cenário, os funcionários desafiam os responsáveis da Protecção Civil dos Açores a emitirem parecer sobre a matéria.

A SATA anunciou que um dos Dash 8 – Q200 deveria servir o grupo Ocidental, S. Jorge e Graciosa, por isso, alguns funcionários questionam se fará sentido colocar esta aeronave em Ponta Delgada.

Exemplificando com o facto da companhia aérea açoriana ter um ATP estacionado na ilha da Madeira, onde não existe manutenção, questionam se existe justificação para a SATA retirar o único avião que pernoita nas Lajes. A mesma fonte alega que a transportadora aterra mais vezes (diariamente) na Terceira do que em S. Miguel e lembra o velho conceito de “placa giratória” aplicado às Lajes por ser mais central nos voos para o arquipélago.

Existem ainda outras questões que levam os funcionários a exigirem o envolvimento do poder político nesta matéria.

A manutenção do Dornier na Terceira e o facto de toda a sua operação ser programa a partir das Lajes não deixam dúvidas que uma alteração da política aérea regional poderá prejudicar a ilha.

Fontes contactadas pelo nosso jornal garantem que a hipótese da SATA, com a nova frota, centralizar todas aeronaves em S. Miguel é consensual junto da administração da transportadora e até de alguns membros do governo regional. Segundo conseguimos apurar, face ás alterações previstas, alguns funcionários da companhia poderão mesmo ir residir para S. Miguel.

Fonte: A União (Açores - Portugal)

Remodelação do Aeroporto de Faro vai custar 130 milhões de euros

O projecto de remodelação e ampliação do Aeroporto Internacional de Faro, cujo investimento ronda os 130 milhões de euros, vai ser apresentado quarta-feira em Faro com a presença do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino.

A apresentação pública do projecto de desenvolvimento do Aeroporto Internacional de Faro (AIF) vai ser feita pelo presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal, Guilhermino Rodrigues, às 11:00, na aerogare daquela infra-estrutura, na área 2 de check-in na zona das Partidas.

Para a sessão de apresentação está também agendada a assinatura do contrato da primeira empreitada daquele projecto e que vai contar com a presença do ministro Mário Lino.

O projecto está localizado em terrenos da freguesia do Montenegro e parte na freguesia de Almancil, e as diversas empreitadas deverão decorrer entre Abril de 2009 e Julho de 2012.

Em Setembro passado, a agência Lusa noticiou, com base no Estudo de Impacte Ambiental e Resumo Não Técnico a que teve acesso, que a ampliação da pista do Aeroporto de Faro e a remodelação de parte da aerogare iriam permitir incrementar os níveis de segurança e, consequentemente, dar uma melhor resposta à crescente procura do tráfego aéreo, com a implementação de procedimentos automáticos de aproximação e aterragem.

Prevê-se a melhoria das condições de segurança na aproximação e aterragem de aeronaves na Pista 10 com infra-estruturas para ILS (Instrument Landing System - Sistema de Aterragem por Instrumentos), com uma terraplanagem na envolvente da cabeceira da pista 10 e o reperfilamento do limite sul do AIF.

No projecto consta ainda a ampliação das plataformas de estacionamento de aeronaves, permitindo gerir melhor os compassos de espera e os voos, a construção de caminhos de circulação de aeronaves e de duas saídas rápidas de pista.

A iniciativa ambiciona melhorar o processamento dos cerca de 6,7 milhões de passageiros previstos para 2011 e os 8,5 milhões esperados para 2020, com uma capacidade de resposta de 30 aviões por hora.

Fonte: Agência Lusa via OJE (Portugal)

Portugueses 'discriminados' na licitação do aeroporto de Alcochete

Os grandes concursos para a construção do novo aeroporto de Alcochete vão começar.

Dia 26 termina o prazo para a entrega das propostas para o estudo de impacte ambiental. E a Nemus, a empresa que tinha ganho o concurso da Ota, acusa a Naer de a ter afastado do projecto

Portugueses da Nemus acusam Naer de omissão

A Naer-Novo Aeroporto alterou os critérios do concurso para o estudo de impacto ambiental do aeroporto a construir no Campo de Tiro de Alcochete prejudicando as empresas portuguesas, acusa a Nemus, empresa que venceu os estudos para a Ota, e que agora, segundo as novas normas, não "reúne condições para ser convidada".

A Nemus acusa a Naer de, com os novos critérios, estar "a beneficiar as empresas estrangeiras". Mas a empresa responsável pelo novo aeroporto contrapõe, defendendo que as alterações foram publicadas atempadamente em Diário da República. Em causa está um estudo que tem como tecto 1,5 milhões de euros, um valor cobiçado por nacionais e estrangeiros, sobretudo espanhóis.

Em declarações ao DN, responsáveis da Nemus, empresa vencedora para desenvolver o estudo de impacto ambiental da Ota, consideram que com a mudança para Alcochete deveria ficar automaticamente pré-qualificada, mas a verdade é que "não figura entre as empresas convidadas, apesar de estar pré-qualificada desde Maio de 2008".

A situação é tanto mais grave quando entre o lote das empresas convidadas para o estudo em Alcochete estão empresas que na altura da Ota ficaram em último lugar no concurso, como seja a IDOM e o consórcio classificado em segundo lugar, o DHV & FBO, denuncia.

A empresa, 100% portuguesa, "estranha" que de entre os consórcios seleccionados para a última fase do concurso do estudo de impacto ambiental do aeroporto na Ota, e que simultaneamente foram pré-qualificadas para o aeroporto em Alcochete, não tenha sido "convidada".

Fonte da Nemus explica que a Naer não enviou comunicação às empresas das alterações impostas para o concurso, entre as quais que o volume de negócios dos últimos três anos deveria ser superior a três milhões de euros, e a realização de três estudos de impacto ambiental nos últimos cinco anos, com valor conjunto de adjudicação superior a 300 mil euros, ou de um estudo com valor superior a 200 mil euros.

Ao fazer estas alterações, acusa, a Naer excluiu as empresas portuguesas, que só teriam possibilidade de ficarem no lote das convidadas se formassem consórcios. A Nemus regista um volume de negócios de 1,2 milhões de euros.

A Naer considerou que só a Aeroconsult, a DHV, a IDOM e a CH2M Hill Espanha reuniam condições para realizar o estudo de impacte ambiental. À excepção do último, todos os agrupamentos incluem empresas portuguesas.

Mas a empresa do novo aeroporto garante que não fecha a porta à Nemus, lembrando que ainda pode ser chamada para a "prestação de serviços a contratar".

Fonte: DN Online (Portugal)

TAP é única das 5 grandes em Lisboa a crescer

Low cost “afundam” 15%

A TAP foi a única das cinco maiores companhias que operam de e para Lisboa que teve aumento do número de passageiros em Janeiro, mês em que o segmento low cost foi o que mais acentuou a queda no aeroporto da capital portuguesa, com uma queda na ordem de 15%.

Dados do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam que o Aeroporto de Lisboa teve em Janeiro uma queda do número de passageiros de voos comerciais em 3,9%, para 874.339, com quedas em 1,2% por parte das companhias de rede, classificadas pelo Aeroporto como “tradicionais”, e em 14,7% por parte das low costs.

A queda das companhias de rede ocorre pela descida em 9,8% nas transportadoras estrangeiras e uma queda da SATA na ordem de 4,3% em voos regulares (estimativa do PressTUR), que anulam o crescimento da TAP, em 2,1%.

A evolução das “tradicionais” e das low cost em Janeiro é a indicada no balanço operacional do Aeroporto de Lisboa, que considera como low cost a Brussels Airlines, companhia de rede belga, membro da AEA actualmente em processo de adesão à Star Alliance.

Considerando a Brussels Airlines (-1,3% em Janeiro) entre as companhias de rede, a queda deste segmento reduz-se para a ordem dos 9,4% e a descida por parte das low cost acentua-se para cerca de 15,6%.

A queda do tráfego em Lisboa no mês de Janeiro foi acentuada ainda por uma quebra em 25,3% nos voos charter, mas que no conjunto do tráfego comercial de e para a capital portuguesa tem um impacto pequeno.

A queda do movimento de passageiros em Lisboa no mês de Janeiro, de acordo com estes dados a que o PressTUR teve acesso, mostra que a capital portuguesa não escapou à tendência negativa que se verifica na aviação comercia, mas teve uma queda significativamente mais branda, designadamente quando se compara com as “vizinhas” Madrid e Barcelona, onde ocorreram descidas em 18,5% e em 21,7%, respectivamente.

A evolução nas duas metrópoles espanholas reflecte em parte significativa o efeito do desvio de movimento da aviação para o comboio de alta velocidade nas ligações domésticas, designadamente nas ligações entre Madrid e Barcelona, que agrava a queda, mas segundo dados da AENA, para o conjunto dos aeroportos espanhóis, em voos internacionais houve uma queda em 11,9% (clique para ler: Aeroportos espanhóis têm quedas a dois dígitos de passageiros, voos e carga).

Outro factor a fazer a diferença foi o crescimento da TAP conseguido em Janeiro, como já tinha sido adiantado ao PressTUR pelo porta-voz da companhia, que indicou um aumento do número de passageiros em 2,5%, para cerca de 617 mil, com crescimentos em 2,7% nos voos intra-europeus, 4,7% nas linhas do Brasil e 13% nas de África (clique para ler: TAP mantém crescimento em Janeiro. Companhia transporta +16 mil passageiros).

Em Espanha, pelo contrário, a Iberia, companhia líder teve em Janeiro uma queda acentuada.

A companhia apenas divulga a evolução do tráfego medido em passageiros x quilómetros, indicador em que teve uma queda de 12% em Janeiro, mas segundo a imprensa espanhola, que cita dados da AENA, a Iberia teve uma quebra de 27,5% em número de passageiros, o que equivale a menos cerca de 524,5 mil, para 1,379 milhões.

Fonte: PressTur (Portugal)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

TAP comprou combustível mais caro que o valor de mercado

A TAP pagou o combustível em 2008, em média, a mais 6,5% do que o preço de mercado. Em oito dos 12 meses do ano, a companhia aérea de bandeira comprou o combustível para avião a um valor mais elevado do que a cotação de mercado.

Fonte oficial da companhia explicou ao Negócios que a diferença de um mês e meio entre as compras de combustível da transportadora justifica que quando a cotação do petróleo está a subir ganha alguma vantagem neste desfasamento, enquanto quando está a descer perde essa vantagem.

Os primeiros meses do ano passado ainda foram positivos para a TAP. De Janeiro a Maio a companhia ainda comprou o "jet fuel" abaixo da cotação. No entanto, quando o preço começou a subir no mercado, a transportadora aérea começou a perder vantagem.

Fonte: Jornal de Negócios Online (Portugal)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

União Europeia obriga TAP a reforçar tripulações

A Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA) está a preparar uma adenda à legislação comunitária, que obrigará as companhias aéreas a rever os horários de determinadas rotas ou a reforçar o pessoal de voo.

A aplicação do novo regulamento europeu sobre tempos limite de voo (Flight Time Limitations) vai forçar companhias aéreas como a TAP a alterar a sua operação, optando por aviões de maiores de dimensões e pela contratação de mais pilotos e pessoal de cabina. Uma primeira versão do documento já foi enviada à Comissão Europeia, para ratificação.

Em causa estão, sobretudo, os voos realizados em horário nocturno, "em que o tempo máximo de trabalho não poderá exceder as 10 horas, contras as actuais 13 ou 14 horas", afirma um comunicado da ECA (European Cockpit Association). "A fadiga contribui para 15 a 20% de todos os acidentes fatais causados por erro humano", acrescenta a mesma organização.

"Em alternativa, a TAP terá de reforçar as tripulações nas rotas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, à imagem do que sucede com nos voos para Joanesburgo e Maputo", sugere Cruz dos Santos, comandante e responsável pelo gabinete de segurança aérea da APPLA (Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea).

Por outro lado, poderá ter de trocar os aviões de médio curso Airbus A320 com que opera rotas de longo curso para África - Dakar, Bissau, Sal e Praia - dado que estes aparelhos não possuem as zonas de descanso para as tripulações previstas no Artigo 17º do Decreto-Lei nº 139/2004, de 5 de Junho: "devem existir a bordo cadeiras confortáveis e reclináveis, separadas da cabina de pilotagem e isoladas dos passageiros, para descanso de um terço ou de um quarto dos tripulantes de cabina, consoante o período de serviço de voo seja superior a 16 horas ou entre 14 e 16 horas".

Igualmente afectadas, poderão estar as companhias aéreas operadoras de voos charter ou especializadas no transporte de carga aérea, que não possuam aparelhos adaptados à nova legislação. Numa primeira reacção, a Associação das Companhias Aéreas Europeias (AEA) veio alertar em comunicado, para a "impossibilidade de realizar algumas ligações aéreas de muito longo curso, como os voos Europa-Japão, que as companhias têm efectuado nos últimos 30 anos, sem incidentes".

No seguimento de um estudo médico e científico aos tempos limite de voo, cujas conclusões acabam de ser publicadas, a Agência Europeia de Segurança Aérea (EASA) concluiu que "os riscos de acidentes eram 1,7 vezes superiores em horários de trabalho superiores a 10-12 horas, e 5,5 vezes superiores em horários de 13 ou mais horas". Nesse sentido, recomendou à Comissão Europeia a aplicação imediata das directivas técnicas contidas na regulação EU-OPS 1 (Subpart Q) aprovada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho Europeu, em Dezembro de 2006.

Os Estados Membros dispunham de 18 meses para o fazer (prazo que terminou em Julho de 2008), mas poucos o terão feito, incluindo Portugal. O Expresso solicitou ao INAC (Instituto Nacional da Aviação Civil) uma posição oficial sobre este atraso e das razões que levaram Portugal a pedir uma derrogação da sua aplicação. O regulador terá de conciliar o novo regulamento com as leis nacionais que, nalguns casos, é mais restritiva.

"O não cumprimento do regulamento de segurança aérea da União Europeia poderá, em situação limite, conduzir à imobilização das aeronaves", afirma a ECA. Consciente de que a redução significativa dos tempos de trabalho colide com os interesses económicos dos operadores, esta associação de pilotos alerta para eventuais tentativas de matricular os aviões em países fora da União Europeia.

Para a TAP, as conclusões do estudo sobre Limites de Tempo de Voo encomendado pela EASA "estão desajustadas das expectativas do legislador (UE) e, sem promover ganhos adicionais de segurança, teriam como única consequência ocasionar um brutal aumento de custos das companhias europeias, colocando-as ainda em desvantagem competitiva com as de outras regiões".

"A AEA, que exige que o estudo seja revisto antes de se iniciar o processo regulatório, está a desenvolver diversas iniciativas junto de diversas entidades da UE para que as suas posições sejam consideradas. A TAP, como membro da AEA, concorda com estas posições e aguarda que o desenrolar do processo conduza a resultados em que sejam harmonizados os interesses dos passageiros, dos tripulantes e das companhias", conclui o porta-voz da transportadora aérea nacional.

Fonte: Expresso.pt (Portugal)

ANA vai gerir o Aeroporto de Beja, em Portugal

A garantia que a ANA (Aeroportos de Portugal) vai administrar o aeroporto de Beja foi deixada pelo Governo ontem à noite aos acionistas da EDAB (Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja)numa reunião que decorreu em Lisboa.

No final do encontro, Luís Serrano,representante de um dos acionistas da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja explicou na Rádio Pax que "o futuro da EDAB ainda vai ser analisado (...) para já faz sentido que seja a ANA a gerir o Aeroporto de Beja, até pela experiência que tem".

O Aeroporto de Beja deverá estar a operar no inicio do segundo semestre deste ano.

Fonte: Rádio Pax (Portugal)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sata Air Açores recebe certificação de qualidade

A transportadora aérea açoriana é a primeira empresa de handling portuguesa a receber a certificação de qualidade ISO 9001:2008

O certificado de qualidade, que foi atribuído à Sata Air Açores pela APCER, vem tornar o serviço de handling da transportadora aérea internacionalmente reconhecido e assegurar a excelência e rigor do serviço prestado na assistência em terra.

De acordo com a transportadora aérea açoriana a atribuição do certificado de conformidade ISO 9001:2008 faz prova da qualidade, empenho e profissionalismo da unidade de negócios de handling.

A atribuição da ISO – International Organization for Standardization – confere às empresas contempladas a garantia de que, no seio destas, haja o mais alto nível de qualidade na prestação dos seus serviços. Mais, as entidades certificadas assumem um claro compromisso para com a satisfação dos clientes e para com a melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade.

Assim, e no âmbito desta certifição, todas as áreas que compõem a direcção de Handling da Sata Air Açores foram auditadas. O exigente período de auditoria, que culminou com a atribuição do certificado de conformidade, incidiu sobre as áreas de check-in, embarque, desembarque de passageiros, área de carga e correio, carregamento e descarregamento, serviço de placa. Foram, na totalidade, auditados, por amostragem, trinta e quatro processos no âmbito da assistência a aeronaves e passageiros, nas escalas de Ponta Delgada, Terceira, Santa Maria e Horta.

Para complementar esta certificação, a Sata viu, muito recentemente, reconhecida a eficiência, profissionalismo e simpatia dos seus colaboradores, através da distinção atribuída pelo Conselho Internacional de Aeroportos que classificou o Aeroporto João Paulo II entre os melhores da Europa, no que respeita à eficiência do atendimento e conforto oferecido aos passageiros.

A unidade de handling da Sata Air Açores assiste cerca de dois milhões de passageiros e 16 mil voos por ano.

Fonte: Jornal Diário (Portugal)

Aeroporto do Porto teve o 5º melhor desempenho entre 84 aeroportos europeus

O Aeroporto do Porto (foto), com um aumento do número de passageiros em 13,7%, para 4,5 milhões, em 2008 teve neste ano o 5º melhor desempenho entre 84 aeroportos com dados provisórios publicados pelo ACI-Europe.

Lisboa posicionou-se na 37ª posição quanto à variação face a 2007, com +1,6%, para 13,6 milhões, e Faro na 47ª, com –0,4%, para 5,44 milhões.

Em variação absoluta do número de passageiros, o Porto teve o 12º melhor resultado, ao ter mais cerca de 546 mil passageiros, Lisboa ficou na 22ª posição, com mais cerca de 214 mil, e Faro ficou na 50ª, com um decréscimo de cerca de 22 mil.

O ranking por total de passageiros no ano (ainda com valores provisórios) coloca Lisboa na 27ª posição, tal como em 2007, imediatamente a seguir a Helsínquia (14,48 milhões), que baixou uma posição, e à frente de Málaga (12,79 milhões), que baixou duas.

Faro surge na 48ª posição, tendo caído uma em relação a 2007, atrás de Girona (5,48 milhões de passageiros), que subiu três posições, e à frente de Lanzarote (5,4 milhões), baixou três posições.

O Porto “salta” sete posições em relação a 2007, passando para a 53ª, imediatamente atrás de Ibiza (4,63 milhões), que baixou uma posição, e à frente de Fuerteventura (4,46 milhões), que baixou uma.

Londres-Heathrow, com 67,056 milhões de passageiros, menos 1,5% que em 2007, o que equivale a uma redução na ordem de um milhão, manteve-se o primeiro aeroporto europeu em número de passageiros, mas menos distante de Paris-Charles de Gaulle, que teve um aumento em 1,6% ou cerca de 958 mil, para 60,85 milhões.

Depois vêm Frankfurt, que teve uma quebra em 1,3% ou cerca de 704 mil, para 53,46 milhões, Madrid, com –2,4% ou menos cerca de 1,2 milhões, para 50,8 milhões, e

Amesterdão, que baixou 0,8% ou cerca de 382 mil, para 47,4 milhões.

A grande alteração no Top10 dos aeroportos europeus ocorreu no ano passado com Roma-Fiumicino e Londres-Gatwick, que trocaram de posições.

Roma subiu da 8ª para a 6ª, por um crescimento em 6,9% ou cerca de 2,26 milhões, para 35,1 milhões, e Londres-Gatwick, por uma queda em 2,9% ou cerca de um milhão, para 34,2 milhões, passou da 6ª para a 8ª posição.

Munique manteve-se como o sétimo aeroporto europeu, com 34,5 milhões de passageiros, +1,7% ou mais cerca de 577 mil que em 2007, Barcelona conservou a 9ª posição, com 30,19 milhões (-8,1% ou menos cerca de 2,66 milhões que em 2007), e Paris-Orly manteve a 10ª, com 26,2 milhões de passageiros (-0,9% ou menos cerca de 238 mil que em 2007).

Os dados da ACI-Europe indicam que mais sete aeroportos europeus tiveram no ano passado mais de 20 milhões de passageiros.

São os casos de Dublin, com 23,466 milhões (+0,8% ou mais cerca de 186 mil que em 2007), Palma de Maiorca, com 22,82 milhões (-1,7% ou menos cerca de 395 mil que em 2007), Londres-Stansted, com 22,35 milhões (-6% ou menos cerca de 1m4 milhões que em 2007), Zurique, com 22,05 milhões (+6,6% ou mais 1,36 milhões), Copenhaga, com 21,47 milhões (+0,6% ou mais cerca de 128 mil que em 2007), Manchester, com 21,4 milhões (-4,3% ou menos cerca de 961 mil que em 2007), e Moscovo, com 20,4 milhões (+9% ou mais cerca de 1,68 milhões que em 2007).

Em número de passageiros, o líder em crescimento em 2008 foi Roma-Fiumicino, com mais cerca de 2,26 milhões que em 2007, seguido de Moscovo, com mais cerca de 1,68 milhões, Zurique, com mais cerca de 1,36 milhões, Berlim, com mais cerca de 1,13 milhões.

Com crescimentos acima do meio milhão, além do Porto, constam ainda Viena, com mais cerca de 976 mil, Paris-Charles de Gaulle, com mais cerca de 958 mil, Milão-Bérgamo, com mais cerca de 740 mil, Bruxelas, com mais cerca de 695 mil, Girona, com mais cerca de 657 mil, Genebra, com mais cerca de 615 mil, Munique, com mais cerca de 577 mil, e Riga, com mais cerca de 530 mil.

Os dados do ACI indicam que no ano passado 45 aeroportos tiveram aumento do número de passageiros face a 2007 e 39 tiveram quedas, entre menos de três mil no caso de Madrid-TOJ, para 34,2 mil, e cerca de 4,65 milhões, no caso de Milão-MXP, para 19,22 milhões.

As outras quedas mais acentuadas foram as de Barcelona, em cerca de 2,66 milhões, para 30,19 milhões, Londres-Stansted, em cerca de 1,4 milhões, para 22,35 milhões, Madrid, em cerca de 1,24 milhões, para 50,8 milhões, Londres-Gatwick, em cerca de um milhão, para 34,2 milhões, e Londres-Heathrow, também em cerca de um milhão, para 67,05 milhões.

Quebras acima do meio milhão de passageiros ocorreram ainda em Manchester (menos cerca de 960 mil, para 21,4 milhões), Málaga (menos cerca de 770 mil, para 12,79 milhões), Frankfurt (menos cerca de 704 mil, para 53,46 milhões), Milão-Linate (menos cerca de 665 mil, para 9,266 milhões), Glasgow (menos cerca de 615 mil, para 8,18 milhões), e Roma-Ciampino (menos cerca de 610 mil, para 4,7 milhões).

Fonte: PressTur (Portugal) - Foto: www.cmm.pt

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Terra-natal de Carmen Miranda quer nome da diva em avião da TAP

A Câmara de Marco de Canaveses (cidade portuguesa no Distrito do Porto), terra-natal de Carmen Miranda, propôs à TAP Air Portugal que batize um dos seus aviões com o nome da artista que nasceu há cem anos, a completar nesta segunda-feira (09).

Manuel Moreira, presidente da Câmara, disse à Lusa que a sua autarquia aguarda ainda a resposta ao pedido formulado à transportadora aérea portuguesa.

O autarca anunciou que as comemorações do centenário do nascimento da cantora e atriz vão prolongar-se por seis meses e incluem o lançamento de um selo comemorativo da efeméride, em colaboração com os CTT - Correios de Portugal.

A atribuição póstuma da medalha de Mérito Municipal a Carmen Miranda, um desfile de escolas de samba, conferências com a presença do ministro da Cultura e os embaixadores de Portugal no Brasil e de Brasília em Lisboa integram ainda o programa.

No âmbito das comemorações, a autarquia perspectiva ainda a realização de uma gala musical num palco flutuante sobre o rio Tâmega, estando a negociar a transmissão do espectáculo com uma cadeia de televisão.

"É uma diva, um verdadeiro ícone ainda no Brasil e em Hollywood, uma figura natural da nossa terra, que muito nos orgulha", disse o autarca.

Carmen Miranda (Maria do Carmo Miranda) nasceu a 09 de Fevereiro de 1909 em Várzea da Ovelha, Marco de Canaveses, mas passou grande parte da sua vida do outro lado do Atlântico, entre o Brasil e os Estados Unidos.

Com pouco mais de vinte anos, Carmen Miranda era já uma vedeta no Brasil, tanto na música como no cinema, chamando a atenção de Hollywood, onde chegou a ser uma das actrizes mais bem pagas.

Muitas vezes encarnou uma personagem folclórica, tropical e garrida, de pronúncia acentuada, em musicais na era do Technicolor, sendo conhecidas as interpretações de canções como "Tico-tico no fubá" ou "O que é que a baiana tem?".

Carmen Miranda morreu nos Estados Unidos a 05 de Agosto de 1955, com 46 anos, vítima de ataque cardíaco, depois de ter participado num programa televisivo.

Quando o corpo foi trasladado para o Rio de Janeiro, a cerimónia foi acompanhada por cerca de meio milhão de pessoas.

Fonte: Jornal de Notícias (Portugal) - Foto: Divulgação

domingo, 25 de janeiro de 2009

Aeroporto de Lisboa: 51 choques entre aviões e aves num aeroporto "cercado" de pombais

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves registou, num ano, 51 choques de aves com aviões no aeroporto de Lisboa (foto). Os pilotos garantem que a maioria das situações não é reportada e alertam que a Portela está "completamente cercada" de pombais.

Aos olhos dos aviadores, a quantidade de pombais junto ao Aeroporto Internacional de Lisboa assemelha-se a uma "bateria anti-aérea": as aves que rondam as pistas são uma "ameaça" à segurança de passageiros e tripulação.

"A existência de aves pode provocar problemas como o que aconteceu recentemente em Nova Iorque", avisa o Comandante José Cruz dos Santos, responsável pelo Departamento de Segurança de Voo da Associação Portuguesa dos Pilotos de Linha Aérea (APPLA).

Em 2007, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves" (GPIAA) recebeu 126 notificações de casos de "Bird Strikes" registados nos aeroportos portugueses. Só na Portela foram 51.

Para o Comandante Cruz dos Santos, estes dados são apenas "uma pequena percentagem do verdadeiro número de embates com pássaros". Em Lisboa, quase todos os pilotos já tiveram "uma situação de embate com um pássaro ou avistamento e quase embate", conta o comandante.
Consciente do perigo, a ANA - Aeroportos de Portugal fez um levantamento do número e localização de todos os pombais existentes nos arredores. O mapa foi enviado para o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC), entidade reguladora, e apresentado no final do ano passado à APPLA. Os pilotos ficaram "assustados".

"Estamos completamente cercados de pombais. Assustou-nos a todos a sua quantidade e localização. Aterramos sempre com uma série de pombas a voar em redor do aeroporto, é uma bateria anti-aérea", critica o comandante da APPLA.

A maior concentração de pombais é no Concelho de Loures, na zona norte do aeroporto, que é também normalmente o sentido de descolagem dos aviões.

Amândio Silva é um dos muitos columbófilos com pombais próximos do aeroporto. Desempregado, solta diariamente os seus 150 pássaros na Vala do Prior Velho para os treinos de preparação para as provas e garante que "a linha de voo dos pombos não tem nada a ver com a dos aviões".

"Aqui há tempos estiveram aqui uns senhores do aeroporto e eu disse-lhes que os pombos não vão para a zona do aeroporto", conta o homem de 56 anos, apontando para uma das pistas da Portela, situada a cerca de 500 metros.

O piloto Cruz dos Santos tem dificuldade em aceitar esta explicação: "Gostaria de ter essa percepção de que as aves cumprem com as regras do ar, mas a meu ver isso não acontece".

O comandante explica que, para os pilotos, tentar desviar-se dos pássaros é uma manobra difícil quando se está a aterrar ou a descolar e, muitas vezes, as aves também não o conseguem fazer a tempo.

"A reacção que normalmente encontro nos pássaros quando eles avistam um avião é desviarem-se, ou seja, é um mergulho, mas às vezes não têm sucesso e acabam por cair em cima das aeronaves", explica, lembrando que estes choques podem provocar danos nas superfícies de voo dos aviões, vidros e até motores.

Na Associação Columbófila do Distrito de Lisboa (ACDL) estão registados cerca de cinco mil pombos-correio. Além destes, existem ainda os pombais "ilegais", uma realidade reconhecida quer pela Câmara de Lisboa quer pela de Loures, ambas contactadas pela Lusa.

Para Carlos Teixeira, da ACDL, a ameaça real não é o pombo-correio mas sim os pombos errantes: "Lisboa tem milhares de pombos que se formam em bandos e vão à procura de comer". De acordo com a autarquia lisboeta, são cerca de 20 mil.

Para afugentar as aves da rota dos aviões, a ANA tem vários sistemas: canhões de gás que emitem explosões sonoras, sistemas de ultrasons só audíveis pelos pássaros e alguns falcões que assim que são soltos afastam toda a passarada.

No gabinete de segurança da ANA, os investigadores estão a conceber uma "tecnologia inovadora" que recorre a um laser de cor verde "que a breve prazo deverá estar disponível", revelou à Lusa Rui Oliveira, da ANA.

Fonte: Agência Lusa via Expresso.pt (Portugal) - Foto: SmartEngineering

Tomaz Metello confirma que sua companhia disputa com a TAP

euroAtlantic também interessada na TAAG

Bem que o presidente da TAP negou, Fernando Pinto foi bastante cauteloso e comedido ao comentar sobre um possível interesse da empresa que dirige em relação à transportadora aérea de Angola, mas o fato é que comprar ou administrar a reformulada TAAG não é um desejo apenas da TAP.

Em contato direto com a reportagem do Brasilturis Jornal, Tomaz Metello, presidente do Conselho de Administração e um dos proprietários da euroAtlantic Airways, empresa da qual participa também o grupo Pestana, confirmou que realizou gestões adiantadas com os dirigentes angolanos, 'uma negociação dificil e cheia de problemas administrativos', mas que ainda não desistiu e acredita que 'novidades deverão ocorrer em breve. 'Diria hoje, que estamos um passo à frente da TAP', afirmou.

O principal executivo da euroAtlantic, companhia especializada em leasing de aviões para outras empresas, além dos vôos próprios, e que também dirige desde julho do ano passado uma nova companhia aérea para o território africano, a STP Airways, para São Tomé e Príncipe, analisa que sua oferta pela TAAG foi a melhor, embora as dificuldades administrativas encontradas junto ao grupo proprietário ainda são intransponíveis em um primeiro momento - 'como também aconteceu com a TAP e as outras interessadas'.

O ministro dos Transportes de Angola também confirmou que a TAP é umas das companhias de aviação interessadas em uma parceria estratégica com a TAAG, que iniciou recentemente um plano de recuperação para sair da lista negra da UE que a impede de voar para a Europa. Em seus planos próximos terá voo regular para São Paulo, ainda neste primeiro semestre.

A TAAG está aumentando sua expansão internacional, tanto que iniciará em março um terceiro voo semanal para a China, adequando-se ao relacionamento bilateral, pois Angola é o principal parceiro econômico chinês na África e o principal fornecedor de petróleo.

A ligação com Pequim teve início em novembro, com dois voos semanais utilizando um B777-200ER, com 254 lugares e que vem com alta taxa de ocupação. Este é o único voo direto da África para a capital chinesa, com percurso de 13h30. A empresa alagoana também pretende lançar um voo para Cantão.

Fonte: Antonio Euryco (Brasilturis)

sábado, 24 de janeiro de 2009

Lisboa-Funchal é a primeira rota da TAP

Companhia prevê transportar 3,3 % passageiros a mais em 2009

Em 2008, a TAP transportou 8,7 milhões de passageiros, um aumento de 12,3% em relação a 2007. O maior crescimento no número de passageiros transportados foi verificado nos vôos para o Brasil (20,4%), seguido por África (17,5%), Venezuela (15,5%) e Europa (13,4%).

De acordo com as estatísticas divulgadas pelo administrador-executivo da TAP, a rota Lisboa-Funchal foi aquela que atraiu mais passageiros (577.216), seguida pela rota Lisboa-Paris (475.029) e a ligação Lisboa-Londres (441.667). Luiz Mór destacou os esforços empreendidos pela companhia aérea tendo em vista a melhoria dos indicadores de pontualidade e a diminuição do número de irregularidades com as bagagens.

A companhia aérea portuguesa prevê transportar 9,2 milhões de passageiros em todas as suas rotas durante em 2009, o que representa um aumento de 3,3% em relação a 2008, anunciou o administrador-executivo da empresa, Luiz Mór.

"Em 2009, pretendemos continuar a crescer e temos o objetivo de transportar 9,2 milhões de passageiros, mais 464 mil passageiros que em 2008", afirmou Mór, durante uma entrevista de balanço da atividade comercial da TAP em 2008 e perspectivas para este ano.

Um objetivo "ambicioso" para um ano que "não é fácil de prever", pautado por uma "situação econômica muito difícil e uma incerteza muito grande", disse o administrador-executivo.

Neste contexto de crise, defendeu, a TAP deverá apostar na procura de novos mercados e ser "agressiva". Como exemplo, revelou que TAP vai lançar, a partir de junho, três novas rotas, todas com cinco freqüências semanais: Lisboa-Moscou, Lisboa-Varsóvia e Lisboa-Helsinque.

Neste ano, a TAP vai operar com uma frota de 71 aviões, incluindo 16 pertencentes à Portugália.

Fonte: Agência Lusa

TAP está em conversações com o Governo angolano para prestar serviços à TAAG

A Tap está a negociar a prestação de serviços de manutenção, certificação e handling com o Governo angolano, à TAAG.

Dionísio Barum, responsável pela operação da TAP no país, disse ao “Pùblico” que a transportadora portuguesa "enviou uma carta ao Governo angolano há duas semanas, sublinhando novamente a intenção de reforçar o número de voos e disponibilizando ajuda para recuperar a TAAG".

Nesse documento, a companhia de aviação nacional detida pelo Estado sugere uma parceria através da prestação de serviços.

"Estamos disponíveis para os ajudar em áreas em que não estão a conseguir ser eficazes, como é o caso da manutenção de aviões, do handling e da certificação, com o apoio da Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC). Oferecemos o nosso conhecimento e as nossas competências", acrescentou o responsável.

A TAAG enfrenta uma grave crise financeira (no último ano, deverá ter perdido, pelo menos, 55 milhões de euros), viu a sua administração ser demitida em Novembro e está inibida de voar na Europa por imposição de Bruxelas. Em Junho de 2007, entrou para a "lista negra" de empresas que a Comissão Europeia acredita não terem as condições de segurança necessárias para operar no espaço europeu. E nunca mais saiu.

"A TAP também tem interesse em que a TAAG recupere, porque o Governo angolano só avançará com a liberalização do espaço aéreo, se tiver uma companhia de bandeira forte", sublinhou Dionísio Barum. Este é um dos motivos que justifica a "ajuda" da transportadora estatal portuguesa, mas não é o único.

Fonte: Jornal de Negócios Online

Privatização do Aeroporto Sá Carneiro causa protestos

Caso avance a privatização do Aeroporto Francisco Sá Carneiro (foto), no Porto, em Portugal, reclamada por um grupo de empresários, a Região Norte irá perder cerca de 25 mil empregos e 400 milhões de receitas/ano em turismo e atractividade económica.

Os números foram divulgados anteontem pela Associação dos Cidadãos do Porto, num debate a várias vozes, no Clube Literário do Porto. "Além do mais podemos correr o risco do Aeroporto deixar de ser a placa giratória de todo o Noroeste Peninsular. Quem fica a ganhar será Madrid", reforçou José Ferraz Alves, animador da blogsfera e dinamizador do movimento.

"A privatização causa-nos dúvidas. O modelo de monopólio é mau para todas as regiões do país. Não ajuda a criar emprego", alegou, ao JN, Miguel Barbot, consultor. "O modelo de gestão aeroportuária deve ter uma componente pública e privada", disse Alexandre Ferreira, arquitecto.

Tendo por base os estudos feitos pela Faculdade de Economia do Porto e da consultora Deloitte, os animadores do movimento lembraram outras experiências feitas na Europa, para concluir que o Aeroporto Sá Carneiro está "subaproveitado" e, como tal, apto a "atrair mais fluxos de passageiros" de Espanha e em particular da Galiza, bem como companhias a operar em regime de "low-cost".

E como a privatização "anda no ar", a Associação de Cidadãos do Porto quer ser ouvida e chamada a participar nos estudos e sua deliberação. "Depois dos políticos e dos empresários, os cidadãos também têm opinião", alegam. Quem quiser saber mais, basta clicar www.acdporto.org.

Fonte: JN Online (Portugal) - Foto: BrunoCastro.org

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

TAP prevê transportar este ano mais 3,3% de passageiros que em 2008

Apesar de “ano difícil”, prevê crescimento

A TAP prevê este ano um crescimento de 3,3% no número de passageiros transportados, ou seja, mais 464 mil para 9.202.036, apesar de considerar que este ano será difícil. “2009 não vai ser fácil”, afirmou o administrador Luiz Mór, no entanto a TAP pretende continuar a crescer este ano.

“Acreditamos que seja possível”, afirmou o executivo na apresentação da companhia aérea que teve lugar estar tarde na Feira Internacional de Lisboa, no âmbito da Bolsa de Turismo de Lisboa.

Este crescimento de passageiros já inclui as novas rotas anteriormente anunciadas pela transportadora, à partida de Lisboa para Varsóvia, Moscovo e Helsínquia, a começarem em Junho e cada uma com cinco frequências semanais.

O acordo recentemente assinado entre o Brasil e a Rússia para a eliminação de vistos entre os dois países pode ajudar a aumentar o tráfego.

A frota de médio curso vai contar com seis novos Airbus A320, dos quais quatro serão trocados por novos aviões, totalizando os 39 aviões, enquanto a frota de longo curso vai operar com 16 aviões.

Ao todo, a frota da TAP, com a da PGA, vai contar com 71 aviões em 2009.

Quanto a previsões para o primeiro semestre do ano, Luiz Mór referiu apenas que as reservas para os primeiros 15 dias de Janeiro “estão óptimas”, apesar de a partir daí não estarem ao nível desejável.

A previsão para esta Páscoa “é muito boa”, mas, refere o executivo, o grande desafio vai ser o período entre a Páscoa e a alta temporada.

Em 2008 a TAP transportou mais um milhão de passageiros que em 2007, ou seja, mais 12,3, para 8,73 milhões.

Fonte: PressTur (Portugal)

Turistas brasileiros gastam em média 190 euros por dia em Lisboa

O diretor geral do Turismo de Lisboa, Vítor Costa, nesta entrevista exclusiva em vídeo fala do crescimento do turismo na capital de Portugal e destaca que os turistas brasileiros são o principal público da cidade, melhores até mesmo que os alemães. Segundo ele, os brasileiros ficam mais tempo em Lisboa e gastam diariamente, em média, 190 euros.

Costa falou também dos investimentos em infra-estrutura em Lisboa, como o novo aeroporto que está sendo construído e também uma revitalização da área portuária, aproveitando o estuário do Rio Tejo, que constitui-se no maior da Europa.

Fonte: Mercado & Eventos

Ryanair vai abrir mais duas rotas para o Aeroporto de Faro

Bournemouth, no Sul de Inglaterra, e Bremen, na Alemanha, estarão ligadas a Faro, por via aérea, já a partir de dia 31 de Março.

A companhia low cost Ryanair anunciou hoje, quinta-feira,o lançamento de mais dois voos regulares, que aumentam para 11 a oferta da transportadora aérea de e para Faro.

Como é habitual, sempre que a companhia lança novas rotas, haverá lugar a uma campanha promocional.

Até à meia-noite do próximo domingo, dia 25, quem comprar bilhetes no site da Ryanair para diversas rotas, entre as quais as duas hoje apresentadas em Faro, terá 50 por cento de desconto.

Caso não se opte por qualquer serviço extra, revelou o director de Comunicação para a Europa da Ryanair Daniel Carvalho, «poder-se-á ir e voltar para um destes destinos pagando apenas 10 euros». Este é «o preço final», já com taxas incluídas, garantiu.

Ambas as rotas terão dois voos semanais. Para Bornemouth, haverá voos às terças e sextas-feiras. Para Bremen, os voos são às terças e sábados.

Segundo Daniel Carvalho, Bornemouth «também tem praias muito bonitas», ainda que diferentes das do Algarve e «a sua paisagem é protegida pela UNESCO».

Já Bremen «é um local ideal para uma city break, uma vez que o aeroporto está situado dentro da cidade».

Fonte: Hugo Rodrigues (Barlavento Online - Portugal)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Vendas de bilhetes TAP passaram os 500 milhões de euros em 2008

Companhia atinge 55% quota de mercado

As vendas de bilhetes TAP pelas agências de viagens portuguesas cresceram 12,1% ou mais de 50 milhões em 2008, o que levou a companhia a passar os 500 milhões de euros e a reforçar a quota de mercado no BSP Portugal em 4,2 pontos, para 55%, revelou ao PressTUR a directora de Vendas em Portugal, Paula Canada.

Paula Canada admitiu que o reforço da quota de mercado e o crescimento mais acentuado das vendas reflectem o efeito integração da Portugália, uma vez que ainda não existia no primeiro semestre de 2007, mas destaca que esse não foi o único factor.

No primeiro semestre a TAP tinha um crescimento em 22% enquanto o restante mercado crescia 4,8%, o que reflectia o efeito da comparação da TAP com Portugália com o período prévio à integração da antiga companhia do Grupo Espírito Santo, “mas no segundo semestre o mercado está estagnado e a TAP cresce 5,5%”, indicou a directora da TAP em Portugal.

“Temos portanto dois semestres muito diferentes, em que o primeiro está muito influenciado pela [integração da] Portugália. Mas de qualquer forma, em 2008 a TAP cresceu bastante com abertura de novos destinos e o lançamento das campanhas discount, que dinamizaram o mercado”, afirmou Paula Canada.

A executiva observou que por exemplo no mês de Outubro é notória a influência do tapdiscount. “Fez disparar muito o crescimento face ao ano anterior”, disse, indicando que nesse mês a TAP cresceu 6% face a uma queda do mercado BSP em 1,3%.

A apreciação que Paula Canada faz do mercado português é assim de que, apesar do sector da aviação ter vivido o “pesadelo” dos combustíveis até ao final do Verão e, daí em diante, enfrentar o que organizações como a IATA classificam como a crise mais grave de sempre, o mercado português manteve-se comprador e para essa tendência contribuiu de forma importante o lançamento pela TAP do conceito das cinco formas de viajar e de campanhas de promoção.

“Em 2008 foi muito importante para a TAP o lançamento dessas campanhas”, afirmou Paula Canada, que se mostrou reservada quanto à expectativa desse efeito perdurar, quer porque as campanhas progressivamente deixam de ser novidade quer pelo impacto, real e psicológico, da crise económica.

Mas, assegurou, tem “esperança”, fundada na perspectiva de que “a necessidade de viajar enraizou-se a necessidade de viajar”.

Fonte: PressTur (Portugal)