sexta-feira, 28 de março de 2008

Pentágono concede a Lockheed Martin contrato de US$ 766,2 milhões

O Departamento de Estado americano alocou hoje à fabricante aeronáutica Lockheed Martin um contrato de US$ 766,2 milhões para a criação e fabricação de um sistema radiofônico que ligará todos os aviões, naves e estações terrestres das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Uma fonte da empresa aeronáutica confirmou à Agência Efe a obtenção do contrato, pelo qual também concorria a Boeing, sem oferecer outros detalhes.

O novo sistema, que também poderá transmitir vídeo e dados, fará parte do Sistema Tático Radiofônico do Pentágono e substituirá os equipamentos de rádio e comunicações com os quais operam atualmente o Exército, a Marinha, a Força Aérea e o Serviço de Infantes de Marina.

Fontes do ministério indicaram que o novo sistema unificará as operações radiofônicas do aparato militar americano, que por ter equipamentos diferentes, em muitos casos não podia assegurar as comunicações.

"O sistema é essencial para apoiar as tarefas destinadas a compartilhar informação e manter a preparação de combate", disse John Mengucci, presidente dos Serviços Globais e Sistemas de Informação de Lockheed Martin.Esta é a segunda vez, em menos de um mês, que a Boeing perde um contrato do Departamento de Defesa americano.

No final de fevereiro, o Pentágono concedeu à Northrop Grumman e à empresa Aeronáutica Européia de Defesa e do Espaço um contrato de US$ 35 bilhões para substituir 179 aviões de combate ar-ar.

Um alto funcionário do Pentágono indicou que a concessão do contrato foi realizada de forma aberta e de acordo com a lei e manifestou sua esperança em que a Boeing não proteste pela decisão.

Fonte: EFE

Venezuela bombardeia pista do narcotráfico perto da Colômbia

A aviação venezuelana bombardeou na sexta-feira (28) uma pista de pouso usada por traficantes para trazer cocaína da Colômbia. Há poucas semanas, os Estados Unidos acusaram a Venezuela de se empenhar pouco no combate às drogas.

Um jornalista da Reuters viu dois caças e um helicóptero lançando foguetes e disparando rajadas de metralhadora contra a pista de pouso.

O relatório anual do Departamento de Estado dos EUA sobre narcóticos, divulgado neste mês, acusa a Venezuela de ser "um importante país para o trânsito de drogas, com um nível desenfreado de corrupção".

O presidente Hugo Chávez diz que essa avaliação dos EUA é inverídica e se destina a desacreditá-lo. Embora ele se recuse a assinar um acordo de cooperação antidrogas com Washington, a Venezuela habitualmente extradita para os EUA colombianos acusados de tráfico.

O governo local cita a prisão do traficante colombiano Hermágoras González, em 9 de março, como prova de seu progresso no combate às drogas. Os EUA ofereciam 5 milhões de dólares por informações que levassem à sua captura ou morte.

Em fevereiro, o corpo de outro importante traficante colombiano, Wilber Varela, foi achado crivado de balas num hotel Venezuela. A recompensa dos EUA por ele também era de 5 milhões de dólares.

A Venezuela tem uma extensa fronteira com a Colômbia, maior produtor mundial de cocaína. Em 2005, o governo de Chávez, de esquerda, rompeu a cooperação com os EUA, acusando Washington de espionagem.

O Exército informou que pretende destruir dezenas de pistas clandestinas nos próximos dias. Os locais são usados no trânsito da cocaína para EUA e Europa.

Fonte: Estadão - Foto: Reuters

Mulher acusa aeroporto de obrigá-la a arrancar piercing no mamilo com alicate

Americana conta que funcionários ficaram rindo durante 'tortura'.

Ela exige que órgão do governo faça pedido formal de desculpas.

Uma americana de 37 anos afirma que foi obrigada pela segurança do aeroporto de Lubbock, no Texas, a remover dois piercings nos mamilos com um alicate para embarcar em um vôo. A passageira, Mandi Hamlin, exige um pedido de desculpas formal do governo americano.

"Eu me senti envergonhada, surpreendida, humilhada, assustada e com medo", afirmou Mandi ao lado de sua advogada, Gloria Allred, em Los Angeles. Ela afirma que os funcionários do Departamento de Segurança Interna dos EUA não têm poder para exigir que uma passageira remova acessórios como piercings e brincos.

"A situação ficou competamente fora de controle. Ninguém merece ser tratado assim", afirma Mandi, que tentou embarcar em um vôo no dia 24 de fevereiro. Funcionários responsáveis pela inspeção dos passageiros pararam Mandi no detector de metais.

A passageira foi informada de que precisaria tirar os piercings para garantir que os acessórios estavam disparando o alarme do detector. Segundo a advogada, Mandi foi instruída a retirar os piercings dos dois seios utilizando um alicate, ou seria impedida de embarcar.

A advogada Gloria Allred, à esquerda, e sua cliente Mandi Hamlin, mostram os piercings que Mandi teria sido obrigada a retirar com alicates (Foto: Reuters)

"Enquanto Mandi sofria para tirar os objetos, atrás de uma cortina, ela podia ouvir vários funcionários do aeroporto - homens, a maioria - rindo e fazendo piadas sobre a situação", afirma a advogada.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA, por meio de seu setor de segurança em transportes, afirma que desde os ataques de 11 de setembro de 2001 intensificou a vistoria nos aeroportos. "Nossos funcionários são treinados para procurar por objetos suspeitos levados por passageiros, mas tratando todos com dignidade e respeito", afirmou o departamento em comunicado oficial.

Fonte: G1

Empresa dos EUA oferecerá funeral na Lua em 2009

Uma companhia americana especializada em "funerais espaciais" anunciou nesta sexta-feira que no próximo ano lançará um serviço para quem desejar fazer seu último descanso na Lua.

A Celestis Inc. revelou que fechou acordos com a Odyssey Moon Limited e a Astrobotic Technology Inc. para enviar cinzas humanas à Lua por meio de vôos de foguetes privados.

Na foto a área de impacto da primeira "missão", a Luna Flight 01.

Segundo a companhia, estas missões lunares serão "uma honra especial a todos que compartilham o sonho de estender o alcance da humanidade às estrelas".

O envio de apenas uma grama de cinzas à Lua custará certa de 10 mil dólares.

Odyssey Moon Limited e Astrobotic Technology Inc. estão entre as empresas que competem pelo prêmio de 30 milhões de dólares oferecido pelo Google ao primeiro que enviar à Lua um aparelho capaz de se deslocar ao menos por 500 metros e de enviar à Terra vídeos de alta resolução e dados.

Fonte: AFP - Foto: Lunar Prospector Impact Page

Jovem constrói o próprio avião

Foi observando pipas no céu, na infância, que o agricultor Frederico Wenzel passou a ter o sonho de dominar os céus.

Depois, ele passou a se encantar com aeromodelos, pequenas aeronaves controladas do solo por rádio. Hoje, aos 25 anos, está construindo o próprio avião, na casa da família, no interior de Cerro Largo, nas Missões.

Nos próximos meses, a aeronave artesanal deverá levantar o primeiro vôo, com Wenzel no assento do piloto. Feito de madeira e tecido especial de poliéster, o avião pesará 120 quilos, quando estiver pronto, e poderá atingir a velocidade de 90 km/h. Para decolar a própria criação, ele faz curso de piloto desportivo.

- Quero ter o prazer de pilotar meu avião - diz o rapaz, que se dedica há dois anos à obra.

Para montar a estrutura de 7m50cm de envergadura e 4m20cm de comprimento, o jovem adquiriu uma planta norte-americana, de um Minimax - modelo considerado fácil de ser fabricado e barato. Ele fez curso de construção de avião em alumínio e troca informações pela internet com outros construtores.

A habilidade manual do jovem vem da época em que era criança, quando ajudava a fabricar brinquedos na marcenaria da família. O seu preferido, o aeromodelo, ele mesmo criava.

Foram mais de 20 pequenos aviões elaborados por Wenzel. Para que o maior deles possa decolar, falta, ainda, o painel de instrumentos, importado do Canadá, e alguns ajustes.

A construção inusitada atrai a atenção dos moradores, que querem conferir se o avião é de verdade. Todas as peças da casa da família serviram de oficina.

- Eu acordava à 1h com um barulho de serrinha. Minha área e sala viraram hangar - brinca a mãe do rapaz, Edite, 55 anos.

Wenzel pretende registrar a aeronave na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). E já pensa em outro projeto: um avião maior, com lugar para duas pessoas, para passeios com a mulher, Juliana Jaeschke, 21 anos.

Fonte: Zero Hora

Avião cai no Canadá e mata cinco

Exatamente cinco meses após uma empresa de engenharia em Edmonton perder seu fundador, Allen Williams, em um acidente de avião, uma tragédia no céu oriental de Alberta, no Canadá, ocorrido nesta sexta-feira (28) vitimou mais cinco pessoas, incluindo um filho e dois outros altos funcionários da empresa, em uma região florestal cerca de 200 km ao leste da cidade de Edmonton, no noroeste do Canadá.

Reagan Williams, presidente da A.D. Williams Engenharia, estava entre os mortos quando o avião da empresa, um Piper PA-46-350P Malibu, prefixo C-FKKH, sumiu do radar perto de Wainwright e caiu ao lado de Battle River.

Também morreram Rhonda Quirke, diretora de integração empresarial e estratégia, e Phil Allard, diretor financeiro.

Funcionários da empresa não identificaram os outros dois homens que morreram.

Williams, a 41 anos de idade, casado, um filho, era o piloto. Ele assumiu as rédeas da empresa depois de seu pai, fundador empresa Allen Williams, 65, morreu quando o seu avião Cessna 172 caiu em terreno rochoso em Golden, B.C., em 28 de outubro de 2007.

Essa tragédia foi manchete em todo o país, pois a neta de Allen, de três anos foi encontrada viva pendurada de cabeça para baixo nos destroços do avião sentada em sua cadeirinha infantil tentando alcançar seu brinquedo de estimação, um pinguim de pelúcia chamado Pablo.

Fonte: CNews (Canadá) - Foto: The Canadian Press

Encerrados nas Filipinas exercícios de emergência em aeroporto

Acima um mock-up de treinamento de incêndio

O Aeroporto Internacional Diosdado Macapagal (CIAC), também conhecido como Aeroporto Internacional Clark, nas Filipinas, realizou um período de quatro dias de treinamento em escala total entre 25 e 28 de março.

O exercício visou aumentar a disponibilidade dos serviços de emergência no aeroporto.

Pelo menos 400 bombeiros participaram dos exercícios.

Fonte: Manila Bulletin - Foto: Reuters