terça-feira, 1 de abril de 2008

Passageiros em Salvador esperam vôo para Madri desde domingo

Eles foram encaminhados para hotéis da cidade na madrugada de segunda-feira (31).

Novo vôo para está previsto para a 0h de quarta-feira (2).

Passageiros que deveriam embarcar em um vôo da Air Europa no aeroporto de Salvador com destino a Madri no domingo (30), ainda aguardam nesta terça-feira (1º)uma nova decolagem. O avião chegou a levantar vôo no domingo, apresentou um problema e foi obrigado a retornar para o aeroporto de Salvador.

As pessoas foram encaminhadas para hotéis da cidade na madrugada de segunda-feira (31).

De acordo com a Air Europa, um novo vôo para Madri está previsto para a 0h de quarta-feira (2). A Infraero confirmou a informação.

Fontes: G1 / iBahia.com

Querosene derrubou mesmo aeronave na Barra da Tijuca

O laudo preliminar do Centro Nacional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa), da Aeronáutica, concluiu que a causa da queda do monomotor Cirrus SR 22, prefixo PR-IAO, na Barra da Tijuca, no dia 2 de março, foi a utilização de querosene de aviação (QAv-1), em vez de gasolina (AVGAS), no reabastecimento. Na queda da aeronave, que decolou do Aeroporto de Jacarepaguá, os quatro ocupantes morreram carbonizados.


De acordo com o laudo do Cenipa, emitido quatro dias após o acidente, ao contrário do que supunham alguns especialistas do setor inicialmente, o bico de rea-bastecimento manual das mangueiras dos caminhões de querosene era, sim, compatível com os bocais de abastecimento da parte superior da asa da aeronave Cirrus SR 22 ( clique aqui para baixar o documento , em pdf, com 1,46 MB).

Os peritos também confirmaram que o avião foi reabastecido com 265 litros de querosene de aviação no Aeroporto de Jacarepaguá, apesar de os manuais de fabricação do motor e da própria aeronave, transcritos no relatório do Cenipa, alertarem para os perigos da utilização de combustíveis diferentes da gasolina. Dias após o acidente, o delegado da 16ª DP (Barra), Carlos Augusto Pinto, já havia mostrado notas fiscais que indicavam a troca.

Ainda segundo o laudo, as condições meteorológicas na hora do acidente eram favoráveis e o piloto, habilitado.

Prazo de 90 dias para o laudo definitivo

A Aeronáutica tem prazo de 90 dias, a partir da data do acidente, para concluir as investigações sobre as causas do mesmo. No relatório preliminar já divulgado, os peritos ressaltam que "as informações decorrem dos elementos de investigação disponíveis até o momento da emissão deste laudo, sendo, portanto, ainda não definitivas.

O delegado Carlos Augusto Pinto, que também investiga o acidente, disse que, após o relatório preliminar divulgado pelo Cenipa, "há quase 100% de certeza de que a causa da queda do monomotor foi a utilização do combustível errado".

- Mesmo assim, até o momento, não há como definir se houve culpa do funcionário da empresa de abastecimento que colocou querosene, em vez de gasolina, na aeronave. Vamos continuar as investigações - afirma o titular da 16 DP.

Parentes dos quatro mortos na queda do monomotor virão de Santa Catarina na semana que vem para prestar depoimento, na delegacia da Barra, no inquérito que apura as causas e os culpados pela tragédia.

Na acidente, morreram o piloto Frederico Carlos Xavier de Tolla, de 65 anos, e os empresários catarinenses Joci Martins, de 57 anos, Sílvio Pedro Vanzela, e Gilmar Sidnei Detoni. O avião decolou por volta das 11h40m do dia 2 de março, do Aeroporto de Jacarepaguá, com destino a Florianópolis. A aeronave caiu três minutos depois, no pátio de um shopping de automóveis em construção na Avenida das Américas.

Fonte: Extra

Polícia prende acusado de chefiar roubo de R$ 6 milhões em avião da TAM

Criminoso estava foragido há cerca de dois anos.

Ele foi detido em São José dos Campos, a 91 km de SP.

A Polícia Civil de São José dos Campos prendeu um dos criminosos mais procurados da região, que estava foragido desde 2006. Ele é apontado como chefe de um dos maiores roubos da região: a um avião da TAM, há doze anos, de onde foram levados R$ 6 milhões.

Policiais da delegacia de entorpecentes chegaram ao criminoso quando investigavam o tráfico de drogas na cidade. Com ele foi encontrada uma carteira de habilitação falsa. O acusado foi preso em 2006 por vários crimes, entre eles roubos a bancos e a carros fortes.

Fonte: G1

Aeroporto de carga na Praia Grande (SP) sai em 3 anos

O Complexo Empresarial Andaraguá, em Praia Grande, poderá iniciar as primeiras atividades industriais, com transporte aéreo de cargas, dentro de três anos. Esta previsão mínima foi estabelecida a partir da autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para construção da pista de 1.600 metros, confirmada por ofício assinado pelo superintendente de Infra-estrutura aeroportuária do órgão, Luiz Kazumi Miyada.

O início das atividades depende, principalmente, do Estudo de Impacto Ambiental-Relatório de Impacto no Meio Ambiente (Eia-Rima), que deverá levar entre 12 e 18 meses para ser concluído. A partir daí, serão necessários mais 24 meses para execução da primeira fase, quando cerca de 30% do empreendimento estarão ocupados.

Este e outros detalhes do projeto foram divulgados ontem pelo prefeito Alberto Mourão e pelo secretário municipal de Relações Empresariais, André Ursini, ao lado da diretoria do Grupo Sonda, que além de ser proprietário do terreno de quase 5 milhões de metros quadrados onde o complexo será implantado, pretende investir R$ 500 milhões no projeto, a longo prazo.

Segundo um dos executivos do Grupo Sonda, Roberto Longo Pinho Moreno, uma porcentagem significativa desse montante já foi aplicada. Isso porque a empresa detinha apenas parte do terreno e, ao tomar conhecimento da proposta da Prefeitura, de criar o complexo empresarial, decidiu adquirir o restante. ''Sonda não é só supermercado. Temos outros empreendimentos, como shoppings. Em Macaé, estamos construindo um empreendimento maior do que este de Praia Grande, em uma área de 22 milhões de metros quadrados''.

Moreno afirmou que o empreendimento será atrativo para empresas com perfis variados, voltadas à exportação de mercadorias de valor agregado. Isso porque oferecerá toda a infra-estrutura em um espaço com benefícios fiscais e aeroporto, a um custo zero nos pouso e decolagem dos aviões. ''Pelo custo baixíssimo que conseguiremos atingir, até empresas aeronáuticas estão pensando em fazer pátios de manutenção no local. Já fui consultado sobre isso''.

INEXPERIÊNCIA

Diretor do grupo, Idi Sonda revelou não ter qualquer experiência na área de logística e transporte aéreo e que decidiu apostar no projeto porque foi convencido da viabilidade por Ursini. ''O projeto está em andamento, aprovado pela Anac, mas depende de aprovação do Meio Ambiente, que carece de muito investimento. Não existe mistério. Se não for dentro da lei hoje, não funciona'', disse ele, referindo-se às dificuldades ainda existentes.

Conforme o prefeito Alberto Mourão, a área já tem partes degradadas por ocupações irregulares, agricultura e até extração de areia. ''Temos uma proposta de criar um grande parque para preservação ambiental em um terreno próximo ao do aeroporto''. Ursini completou afirmando que, além das compensações ambientais, estão previstas compensações sociais.

REALIZAÇÃO

Mourão não escondeu que a viabilização do Andaraguá é uma realização pessoal. ''E um projeto importante para a Baixada Santista, que perseguimos por quase oito anos. Foi difícil tirar do papel, até mesmo pelo momento econômico do País na época em que iniciamos os estudos. Felizmente, Idi Sonda tem visão diferente, investindo em patrimônio''.

Segundo Mourão, só a Prefeitura já investiu na proposta cerca de R$ 600 mil em estudos, além de usar recursos humanos próprios. ''A Baixada Santista tem sua vocação e que precisa ser incrementada por projetos de visão macro'', acrescentou. Acrescentou que não se trata de um porto seco, nem mesmo um aeroporto para competir com os civis de Guarujá e Itanhaém.

''Emprego não tem carimbo e empreendimento trará desenvolvimento econômico para toda a região, como ocorreu em Guarulhos'', concluiu, referindo-se aos 15 mil empregos diretos previstos.


Fonte: A Tribuna

Passageiros da TAM são obrigados a dormir no aeroporto em Rondônia por falta de vôo

Passageiros de vôo da empresa TAM tiveram que pernoitar no aeroporto internacional Jorge Teixeira, em Porto Velho, Rondônia, já que o avião que deveria levá-los aos seus destinos não pode pousar na pista por mau tempo.

Muitos passageiros que tinham marcada a viagem para as às 2:00 horas da madrugada tiveram que dormir no saguão do Jorge Teixeira.

Segundo reclamações, a TAM não se pronunciou sobre alguma ajuda aos passageiros, nem lhe ofereceu acomodações em algum hotel da cidade. Alguns usuários, segunda-feira, 31/03, reclamavam, inclusive, quem nem café da manhã a empresa providenciou para os que ficaram retidos pela falta do vôo.

Uma das vítimas do fatídico vôo que não saiu foi o secretário municipal de planejamento – Seplan, João Carlos, que se uniu ao coro dos que estavam reclamando do atendimento ontem pela manhã.

Fonte: Rondonoticias

Lucro líquido da TAM caiu 78,9% em 2007

A companhia aérea TAM anunciou nesta segunda-feira que encerrou o quarto trimestre de 2007 com queda de 63,5% no lucro líquido na comparação com o mesmo período do ano anterior, impactada por aumento de custos gerados pela incorporação de 20 aeronaves à frota da empresa ao longo do ano passado.

A companhia fechou os últimos três meses de 2007 com lucro líquido de R$ 49,8 milhões de reais, contra resultado positivo de R$ 136,2 milhões um ano antes.

Para todo 2007, a companhia teve lucro líquido de R$ 128,8 milhões, queda de 78,9% na comparação com os R$ 611,8 milhões registrados em 2006.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e arrendamento de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) nos últimos três meses de 2007 somou R$ 352,88 milhões, contra R$ 437,31 milhões no quarto trimestre de 2006. A margem no período passou de 22,5%o para 15,4%.

Para 2008, a companhia prevê que a demanda no mercado doméstico cresça de 8% a 12%, enquanto a taxa de ocupação de suas aeronaves deve ficar em cerca de 70%, mesmo nível de 2007. A TAM também espera obter uma redução de 7% nos custos, sem considerar combustível.

A TAM terminou 2007 com participação no mercado doméstico de 48,9%, 1,1 ponto percentual abaixo da meta da empresa. As horas voadas por aeronave por dia somaram 12,6, também abaixo do objetivo de acima de 13 horas diárias, influenciadas por "restrições operacionais" no aeroporto de Congonhas (São Paulo).

A companhia transportou no ano passado 27,85 milhões de passageiros, alta de 11,3% sobre os 25,02 milhões de 2006.

Com isso, a empresa finalizou 2007 com receita operacional líquida de R$ 8,151 bilhões, avanço de 11% sobre 2006. O destaque ficou no aumento de faturamento com cargas, 59,7%, e com vôos internacionais, 38,5%.

Os custos, por sua vez, também cresceram. Despesas com combustível subiram 21,5%, com pessoal 46,8% e com serviços prestados, 28,5%.

A apreciação do real diante do dólar acabou ajudando a reduzir levemente, em 0,1%, os custos de seguro de aeronaves no quarto trimestre na comparação com os três últimos meses de 2006.

A TAM encerrou o quarto trimestre com endividamento total de R$ 2,35 bilhões.

Fontes: O Globo / Reuters

Malaysian Airlines compra 55 aviões Boeing por US$ 4,2 bilhões

A Malaysia Airlines (MAS) anunciou hoje a compra de 55 aviões Boeing 737-800 por US$ 4,2 bilhões, informou hoje a imprensa local.

O pedido estará pronto em 2011 e servirá para renovar parte dos 111 aviões da frota da companhia aérea malásia, que, assim, termina com meses de incerteza sobre a destinatária do pedido, a americana Boeing ou a européia Airbus.

A companhia publica disse que escolheu os americanos "por razões técnicas".

O 737-800 é a versão mais popular da família de nova geração do Boeing 737, que tem uma carteira de pedidos de mais de 2.400 unidades.

A Malaysian Airlines, que indicou sua intenção de adquirir também seis Airbus A380, obteve no ano passado lucro de mais de US$ 260 milhões, após dois anos consecutivos de perdas que a obrigaram a cortar custos.

Fonte: EFE