terça-feira, 27 de maio de 2008

Queda de avião agrícola na Ucrânia mata o piloto

Um avião agrícola Zlin Z-37 Čmelák, caiu nesta segunda-feira (26) próximo a Slavgorod, na Ucrânia.

O piloto da aeronave, Vladimir Borzalovsky, de 41 anos, residente em Kharkov, morreu na queda.

O acidente ocorreu por volta das 8:00 (hora local) durante uma manobra quando o avião chocou-se contra o topo de algumas árvores, caiu e pegou fogo.

Testemunhas disseram que uma pessoa tentou puxar o piloto para fora do avião, mas foi incapaz de conseguir em razão do fogo.

A Brigada UMCHS de investigação foi até a região para verificar as versões sobre as causas do acidente, entre elas uma falha técnica do avião e um possível erro do piloto.

Um Zlín Z-37A Čmelák semelhante ao acidentado - Foto: airplane-pictures.net

Fontes: wing.com.ua / ASN

Passageiros da TAM tumultuam Tom Jobim após vôo para São Paulo ser desviado para o Rio

A confusão aconteceu no Terminal 2 do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na madrugada desta terça-feira (27). Passageiros da TAM ficaram inconformados, porque o vôo de Milão, na Itália, com destino a São Paulo foi desviado para o Rio.

Quem presenciou a confusão, contou que os passageiros reclamaram que o avião teria saído da Itália com três horas de atraso por causa de manutenção. De acordo com a empresa, a viagem precisou ter a rota desviada por causa do fechamento do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, devido ao mau tempo.

O Aeroporto Vira Copos, em Campinas, no interior paulista, seria a alternativa mais próxima, mas também ficou superlotado em função dos problemas em Guarulhos. Funcionários da Infraero do Rio disseram que não foram informados sobre nenhuma suspensão das operações em Guarulhos.

Na manhã desta terça-feira, os aeroportos Santos Dumont e Tom Jobim operam por instrumentos, por causa do nevoeiro.

Fonte: G1

“Nunca chegamos tão perto da morte”, diz passageira de helicóptero

Aeronave, com cinco passageiros, foi atingida por tiro de fuzil na sexta (23).

Piloto teve que fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Tom Jobim.


Para um dos passageiros do helicóptero atingido por um tiro de fuzil na sexta-feira (23), os cinco minutos do vôo foram os mais longos de sua vida. “Nunca chegamos tão perto da morte e foram longos estes cinco minutos!”, disse, por e-mail, a vítima do atentado que não quis se identificar.

O helicóptero decolou da Lagoa, na Zona Sul, na sexta-feira rumo a Ibitipoca, no estado de Minas Gerais. A aeronave foi atingida ao sobrevoar a região da Vila Cruzeiro, na Penha, subúrbio do Rio, uma das principais áreas de confronto entre traficantes e policiais.

O piloto teve que fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, também no subúrbio.

Segundo a passageira, o tiro de fuzil atingiu a parte de trás do helicóptero, atravessou o tanque de querosene e se alojou a três centímetros das costas de um outro passageiro.

“Nossa sorte foi imensa e escapamos por pouco. O mais assustador foi que as autoridades tratam o fato como rotineiro e não foi feita nem uma ocorrência. Além do pânico de circular pela nossa cidade aonde podemos morrer em qualquer esquina, agora somos abatidos no ar em pleno vôo. O Rio não merece isso!”, disse ela em e-mail.

Segundo o jornal O Globo, estavam no helicóptero a arquiteta Márcia Muller, a artista plástica Mucki Skowronsky e o marido, o empresário Arthur Bahia, e o casal de empresários mineiros Renato e Cristina Machado.

A Infraero confirmou o incidente e disse que vai informar a Secretaria estadual de Segurança. A secretaria, por meio da sua assessoria, disse que ainda não foi notificada.

Fonte: G1 / TV Globo

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Avião faz pouso de emergência na República Democrática do Congo

A aeronave teve um problema no motor pouco após decolar e precisou voltar ao aeroporto.

Não havia passageiros a bordo e a tripulação teve apenas ferimentos leves.

Soldados da República Democrática do Congo observam destroços da aeronave Antonov 32 que teve que fazer um pouso de emergência próximo à cidade de Goma.

O avião teve um problema nos motores logo após decolar e voltou ao aeroporto, mas passou da pista. A aeronave não tinha passageiros e a tripulação teve ferimentos leves.

Fontes: G1 / France Presse - Fotos: Lionel Healing (AFP)

UM DESASTRE AÉREO EVITADO

Um novo desastre aéreo foi evitado na República Democrática do Congo nesta segunda-feira (26) quando um velho avião Antonov AN-32 cargueiro apresentou problemas logo após a decolagem do Aeroporto de Goma e a tripulação decidiu retornar e realizar um pouso de emergência.

A aeronave da Great Lakes Business Company (GLBC) sofreu sérias avarias ao ultrapassar o limite da pista na aterrissagem.

"Não havia nenhum passageiros a bordo, apenas a tripulação que sofreu ferimentos leves", informou um funcionário da empresa aérea na condição de anonimato.

"Uma catástrofe foi evitada", afirmou Sylvie van den Wildenberg representante local da ONU. "O avião parou a poucos metros de de um helicóptero, não muito longe de outro avião."

O Antonov pegou fogo momentos após a tripulação ter sido evacuada. Os bombeiros foram capazes de controlar o fogo antes que se espalhasse por todo o avião.

O proprietário da GLBC, o empresário congolês Douglas Mpano, foi formalmente notificado em 2005 pelo Conselho de Segurança da ONU por violar um embargo de armas no país. Sua empresa também tem sido sujeita a sanções da ONU desde março de 2007, sob suspeita de transportar armas e munições.

Não havia nenhuma informação sobre a carga do Antonov, com a ressalva de que ele transportava mercadorias para uma outra empresa, a Afreco.

O avião acabou ficando perto de uma crosta de lava que uma erupção do vizinho vulcão Nyiragongo tinha derramado ao longo da pista em 2002.

Fonte: AFP

FAB nega conclusão de relatório sobre acidente da TAM

O Comando da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou nota oficial negando que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) tenha concluído o relatório final sobre o acidente com o A-320 da TAM no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na semana passada, o Jornal da Band havia afirmado ter tido acesso ao documento, que responsabilizaria a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), a Airbus, a TAM e os pilotos pelo acidente. A reportagem do telejornal apontava as supostas falhas cometidas por cada um.

"Cabe destacar que esse documento não apontará culpados pelo acidente e sim os fatores que contribuíram para que o mesmo ocorresse, visando unicamente a segurança da atividade aérea", traz o comunicado, assinado pelo chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, brigadeiro-do-ar Antonio Carlos Moretti Bermúdez. A Aeronáutica explicou ainda que, após o término da apuração, o resultado será primeiramente apresentado aos familiares das vítimas e, posteriormente, divulgado à mídia, sem qualquer forma de privilégio a jornalistas ou veículos específicos de comunicação.

Em 17 de julho de 2007, o A-320 bateu contra um prédio da TAM Express após tentar aterrissar em Congonhas, na zona sul da capital paulista. Morreram 199 pessoas no acidente.

Fonte: A Tarde

Helicóptero faz pouso forçado após ser atingido por tiro

Aeronave transportava cinco pessoas e seguia para Ibitipoca, em Minas Gerais.

Infraero confirmou o incidente e disse que vai informar Secretaria de Segurança.


Um helicóptero particular foi atingido por um tiro na sexta-feira (23) quando passava pela Vila Cruzeiro, na Penha, no subúrbio do Rio de Janeiro. A aeronave, que transportava cinco pessoas e seguia para Ibitipoca (MG), fez um pouso forçado no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no subúrbio. Ninguém ficou ferido.

O helicóptero foi atingido por um tiro de fuzil que, segundo testemunhas, por pouco não acertou o tanque de combustível. A aeronave A Infraero confirmou o incidente e disse que vai informar a Secretaria estadual de Segurança.

Fonte: G1 / RJTV

Nasa apresenta primeiros resultados científicos de nova sonda marciana

Em entrevista coletiva, cientistas descrevem primeiros resultados.
Missão ainda terá muito trabalho pela frente nos próximos 90 dias.

Imagem com cores aproximadas da região em que pousou a sonda Phoenix

Depois que - literalmente - a poeira assentou, os cientistas e engenheiros envolvidos com a missão Phoenix começaram a apresentar os primeiros resultados, junto com as primeiras imagens coloridas coletadas pela sonda na superfície de Marte.

"Podemos ver nas imagens rachaduras no solo, feitas por gelo, o que significa que o solo está ativo", disse Peter Smith, cientista-chefe da missão da Nasa. "Agora, estamos particularmente interessados no que está na nossa área de escavação."



O braço robótico da Phoenix só pode alcançar as regiões mais próximas do local de pouso do veículo (como ele não é um jipe, ele fica parado o tempo todo no mesmo lugar), mas mesmo aí ainda há incertezas - até agora, apenas fotos numa direção foram tiradas.

Os dados coletados vêm em conta-gotas para a Terra, em razão do esquema de comunicação da sonda com a Terra. A Phoenix é incapaz de transferir dados diretamente para cá; em vez disso, ela precisa enviar os dados a alguma das sondas americanas em órbita (Mars Odyssey ou Mars Reconnaissance Orbiter), que por sua vez disparam as informações para a Terra.

Imagem com cores realçadas mostra pedras de gelo no solo ártico marciano

Fontes: G1 - Fotos: NASA