sábado, 2 de agosto de 2008

Causas de queda de energia que afetou aeroportos ainda são desconhecidas

Falha suspendeu pousos e decolagens em Cumbica e Congonhas.

Pane ocorreu em equipamento que estabiliza fornecimento de energia.



Ainda são desconhecidas as causas da queda de energia elétrica que prejudicou as operações nos principais aeroportos paulistas neste sábado (2), segundo afirmou o tenente-coronel Frederico José Moretti da Silveira, chefe da divisão de operações do Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo.

Clique aqui e ouça explicação dada por tenente da Aeronáutica à Rádio CBN

A falha, segundo ele, comprometeu o "sistema de visualização por radar do controle de aproximação do terminal São Paulo (APP-SP)", que engloba os aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Campo de Marte e Viracopos, em Campinas, a 90 km de São Paulo.

O problema ocorreu em um equipamento chamado "no-break", responsável por estabilizar a energia fornecida pela concessionária estadual. "Não houve problemas de fornecimento por parte da Eletropaulo. Vamos verificar o que houve com este equipamento e, a partir daí, tomar as providências necessárias para que o problema não volte a se repetir", disse o tenente-coronel.

Antes da entrevista coletiva no início da noite deste sábado, em Congonhas, na Zona Sul da capital, ele leu uma nota oficial do Ministério da Defesa, comando da Aeronáutica e Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, na qual destaca que as frequências de comunicação por rádio permaneceram em funcionamento.

"O SRPV adotou as providências operacionais necessárias à manutenção da segurança na atividade aérea, estabelecendo um espaço maior entre as aeronaves voando na terminal", ressalta a nota.

Além de ter interrompido a energia, o “no-break” também não acionou os geradores de emergência para manter o sistema funcionando normalmente. Os geradores, que funcionam com óleo diesel, tiveram de ser acionados manualmente, segundo o tenente-coronel Moretti.

Apesar desses problemas, ele garantiu que não houve riscos para a segurança dos passageiros nos vôos que chegavam a São Paulo no momento da pane, ocorrida às 11h43. “O sistema de visualização radar é uma ferramenta de suporte do controlador de vôo. O primordial no controle do tráfego aéreo são as comunicações por rádio. Perdeu-se a ferramenta de auxílio, mas se manteve a comunicação normal por rádio. Sem comunicação, não existe controle de tráfego aéreo”, explicou.

O tenente-coronel disse que houve uma renovação de equipamentos no ano passado e que, por isso, estaria descartada a possibilidade de o “no-break” estar com seu prazo de validade vencido. Enquanto o problema não é detectado, o sistema de visualização por radar continua funcionando com o auxílio dos geradores. “É a primeira vez que isso ocorre”, disse

Segundo o tenente-coronel, de 2% a 3% dos vôos teriam sofrido atrasos devido à pane no radar. “A expectativa é a de que até o fim da noite (de sábado) as operações sejam normalizadas e não ocorra mais atrasos devido a este problema”, afirmou.

Operações

Em Congonhas, todos os vôos previstos para decolar desde as 11h45 foram suspensos. Eles só puderam ser retomados às 13h20. Os pousos deixaram de ocorrer por dez minutos, entre as 11h45 e as 11h55.

Em Cumbica, desde as 11h45, apenas as aeronaves que estavam próximas ao aeroporto puderam pousar. A maior parte dos vôos que estavam distantes foram alternados para o Aeroporto Tom Jobim, no Rio - a Infraero está apurando o número exato. As decolagens ficaram suspensas e só voltaram a ocorrer por volta das 13h20, quando partiu o vôo 8022 da TAM com destino a Buenos Aires. A decolagem estava inicialmente prevista para as 11h50. As operações do aeroporto, no entanto, só foram normalizadas às 13h46.

Em Viracopos, as operações não foram prejudicadas, segundo informações da torre de controle. No período em que houve a restrição, três pousos foram transferidos para o terminal.

A bordo

Um dos últimos vôos a decolar de Congonhas antes do cancelamento das partidas foi o de número 3922 da TAM. De acordo com os passageiros, logo após a decolagem o comandante informou pelo sistema de som que houve uma pane no radar da torre de controle aéreo do aeroporto e, por isso, o vôo ficaria em órbita sobre a capital paulista.

O comandante disse ainda que só após a situação se normalizar o avião poderia seguir viagem. Alguns minutos depois, o vôo foi autorizado a seguir rumo ao Rio.

Espera

Às 14h, alguns embarques começaram a ser anunciados pelo alto-falante, como o do vôo 3220 da TAM, que seguia para Belo Horizonte. No painel, a informação era de que ele deveria decolar às 13h52.

As amigas Camila Gonçalves e Thaiana Fernandes, de 16 anos, tinham vôo para o Rio marcado para as 14h30. "Disseram que só sai às 16h. Fazer o quê? Espero embarcar", reclamou Camila, em seu último dia de férias na capital paulista.

Chegada

No desembarque, muitas pessoas aguardavam a chegada de passageiros sem saber a dimensão do atraso. De acordo com o painel da Infraero, um dos vôos mais atrasados era o de número 2131, da Varig, vindo de Florianópolis, Santa Catarina, que deveria ter pousado em São Paulo, às 10h30. Às 14h40, no entanto, ainda não havia aterrissado.

Balanço

De acordo com o site da Infraero, Congonhas registrava 22 cancelamentos e 51 atrasos entre as 147 partidas previstas das 6h às 19h. Em Cumbica, desde a meia-noite, houve 87 atrasos e sete cancelamentos entre as 176 decolagens programadas.

Fonte: G1

Avião da TAM é atingido por raio no Paraná

Segundo Infraero, 46 passageiros estavam na aeronave.

Eles seguiram viagem para São Paulo cerca de uma hora e meia depois do incidente.

Nas imagens, um avião sendo atingido por um raio em Osaka, no Japão. Na segunda em "slow motion"

Um raio atingiu um avião às 8h30 deste sábado (2) na pista do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Segundo a assessoria de imprensa da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), uma forte chuva caía no local.

O vôo 3004 da companhia aérea Tam preparava-se para decolar com destino a São Paulo quando foi atingido. De acordo com o telejornal ParanáTV da RPCTV, os passageiros contaram que uma nuvem de fumaça cobriu a aeronave. Não houve feridos.

Os 46 passageiros tiveram que sair do avião e aguardar. Uma equipe de manutenção da Tam vistoriou a aeronave e não foi constatado nenhum problema. Após uma hora de espera, o avião decolou às 9h30 para São Paulo, informou a Infraero.

Fonte: Gazeta do Povo (PR) - Imagem: Zen Kawasaki / Site Desastres Aéreos

Dezenas de pessoas aguardam passageiros em Congonhas após pane

Dezenas de pessoas aguardavam a chegada de parentes e amigos na sala de desembarque do aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) na tarde deste sábado. No final da manhã, uma queda de energia no SRPV (Serviço Regional de Proteção ao Vôo) impossibilitou que os controladores vissem nos radares os posicionamentos das aeronaves que deveriam pousar em quatro aeroportos de São Paulo, o que causou a suspensão de vôos e atrasos.

O problema afetou os vôos em todo o país. As operações já foram retomadas, mas restou o efeito cascata causado pelos atrasos e cancelamentos.

De acordo com a Infraero (estatal que administra os aeroportos), das 1.053 operações programadas até as 16h, 310 sofreram atrasos e 57 foram canceladas. Em Congonhas, dos 121 vôos previstos, 31 tiveram atrasos superiores a meia hora e 20 foram cancelados.

Entre as pessoas que aguardavam passageiros em Congonhas estava a dona-de-casa Áurea Ferreira Rosa, 71. Ela esperava sua irmã, Clélia, que vinha de Curitiba (PR) para fazer um exame médico no hospital Albert Einstein às 17h.

"O médico iria fazer um atendimento especial, pois ela veio de Curitiba justamente para isso", disse Rosa. O vôo irmã deveria chegar por volta das 13h, mas até as 15h o avião não havia pousado em São Paulo. "Por causa da demora cancelei a consulta", afirmou.

O contabilista Antônio Carlos Oliveira, 36, estava preocupado com a demora do vôo de sua sogra e de seu filho. Eles deveriam chegar a São Paulo, vindos do Piauí, às 12h50, mas até as 15h isso não havia acontecido.

"Liguei para eles, que me disseram que estavam na sala de embarque do aeroporto Santos Dumont, no Rio, escala que não estava prevista", contou Oliveira.

Ivan Ignácio de Siqueira, 43, também estava há horas em Congonhas. Ele aguardava uma família de amigos americanos que vinham de Curitiba. Marcado para pousar às 12h50 em São Paulo, o avião não havia chegado às 15h.

"Meu irmão que estava em Curitiba e que decidiu voltar de ônibus já chegou aqui em São Paulo", disse Siqueira.

Um avião que vinha de Cuiabá (MT) e que deveria pousar em Congonhas às 14h25 chegou à cidade de São Paulo apenas às 15h20. No avião estava Graziella Meirelles, 30, que afirmou ter ficado preocupada durante o vôo.

"O piloto chegou a anunciar a volta a Cuiabá. Dez minutos depois disse que desceria em Campinas. Depois, anunciou a chegada a Congonhas, sem desvio na rota", disse Meirelles.

Fonte: Folha Online

Infraero registra atrasos em 30,7% dos vôos

Queda de sistema provocou suspensão de vôos em terminais de São Paulo.

Das 1.132 operações previstas no país até as 17h, 347 atrasaram.


Movimentação no aeroporto de Congonhas neste sábado

A queda de energia no Sistema Regional de Proteção ao Vôo nos aeroportos de São Paulo continua causando transtornos em outros aeroportos do país e o índice de atraso nos vôos superava os 30% às 17h deste sábado (2). Com a suspensão dos vôos em São Paulo, o aeroporto Santos Dumont, no Rio, que opera a ponte aérea, ficou fechado entre as 11h42 e as 13h58.

Balanço da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) apontou que, até as 17h, 30,7% dos vôos programados nos país teve atraso de mais de 30 minutos. Das 1.132 operações agendadas, 347 sofreram atrasos e 62 foram cancelados (5,5%).

Normalmente, o índice de atrasos fica entre 10% e 15% do total de vôos previstos. Apesar do alto número até as 17h, a assessoria de imprensa da Infraero informa que as operações estão ocorrendo normalmente, desde que os vôos foram retomados em São Paulo.

Falha no sistema

As partidas e chegadas foram suspensas nos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, e em Guarulhos, na Grande São Paulo, devido a uma queda de energia no Sistema Regional de Proteção ao Vôo. Segundo informações da Aeronáutica, o sistema que alimenta a visualização dos radares ficou prejudicado.

Em Congonhas, todos os vôos previstos para decolar desde as 11h45 foram suspensos. Eles só puderam ser retomados às 13h20. Os pousos deixaram de ocorrer por dez minutos, entre as 11h45 e as 11h55.

Em Cumbica, desde as 11h45, apenas as aeronaves que estavam próximas ao aeroporto puderam pousar. A maior parte dos vôos que estavam distantes foram alternados para o Aeroporto Tom Jobim, no Rio - a Infraero está apurando o número exato. As decolagens ficaram suspensas e só voltaram a ocorrer por volta das 13h20. As operações do aeroporto foram normalizadas às 13h46.

Fonte: G1 - Foto: Carolina Iskandarian

Decolagens são retomadas após falha; vôos devem ser normalizados no fim da tarde

Uma queda de energia no SRPV (Serviço Regional de Proteção ao Vôo) de São Paulo impossibilitou neste sábado que os controladores vissem nos radares os posicionamentos das aeronaves que deveriam pousar em quatro aeroportos de São Paulo. Segundo a Infraero no aeroporto de Congonhas (zona sul), as operações foram retomadas às 13h20. A Aeronáutica, no entanto, estima que a normalização nos vôos --afetados por um efeito cascata causado pela pane-- ocorra por volta das 17h.

Em Congonhas, os pousos e decolagens foram suspensos por volta das 11h45. Dez minutos depois, foram retomados os pousos, mas as decolagens não. A operação foi feita de forma visual em Congonhas, ou seja, sem o auxílio de aparelhos.

A falha também impediu a visualização de radares nos aeroportos de Campo de Marte (zona norte de SP), Guarulhos (região metropolitana) e Viracopos (Campinas). No Rio, a pane provocou a suspensão das operações no aeroporto Santos Dumont das 11h42 às 13h58.

Informações preliminares passadas pela Aeronáutica apontam que a pane afetou a casa de força que gera energia e alimenta os equipamentos. Durante o período, a prioridade foi dada para pousos --as decolagens foram retardadas. Ainda segundo a Aeronáutica, a comunicação via rádio com as aeronaves foi mantida durante o período.

Balanço

De acordo com balanço divulgado pela Infraero (estatal que administra os aeroportos do país), 245 dos 966 vôos previstos para ocorrer no país da 0h às 15h (25,4%) sofreram atrasos superiores a meia hora. No período, 51 vôos foram cancelados.

Os dados mostram que 21 dos 110 vôos previstos para Congonhas atrasaram (19,1%) e outros 18 (16,4) foram cancelados.

No Santos Dumont, os atrasos atingiram 6 dos 31 vôos (19,4%). Outros três vôos foram cancelados no período.

Fonte: Folha Online

Relatório final sobre queda do Learjet sobre casas na zona norte de SP, que deixou 8 mortos, descarta falha mecânica

Pilotos podem ter esquecido bomba ligada, que continuou a transferir combustível, causando desbalanceamento entre asas, diz militar

Bombeiros trabalham nos escombros de casas atingidas pelo Learjet, na zona norte, em novembro

O relatório final da investigação do acidente aeronáutico com o Learjet-35A, que matou oito pessoas ao cair sobre casas na zona norte de São Paulo em 4 de novembro de 2007, descarta a possibilidade de ter havido falha mecânica no jato.

O documento informa também que o manual do fabricante do avião foi omisso ao não especificar o limite permitido para o desbalanceamento de combustível entre as asas.
Diante disso, o mais provável, informam os peritos da Aeronáutica, é que uma falha humana teria desencadeado a tragédia.

O relatório sobre o acidente será concluído até o fim da próxima semana pelo Seripa (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), em São Paulo.

O avião caiu após sair do aeroporto do Campo de Marte, também na zona norte.

A distribuição desigual de querosene nas asas -a direita decolou mais pesada que a esquerda-, ocorrida durante o abastecimento no solo, foi determinante para que a tripulação perdesse o controle de vôo e caísse de bico, matando os dois pilotos e seis moradores.

O chefe do Seripa, o tenente-coronel da Aeronáutica Ricardo Hein, afirma que "os pilotos podem ter esquecido de desligar a bomba que continuou a transferir combustível da asa esquerda para a direita, provocando um desbalanceamento".

Na ocasião, foi acionada no Learjet a bomba do tanque da asa dianteira esquerda, responsável pela transferência de querosene para a asa direita.

O modelo 35A tem dois tanques em cada asa. Cada uma recebeu 500 litros de querosene -28 a mais que o recomendado no manual do jato, que, porém, não especifica o nível de desbalanceamento tolerado.

A primeira asa a ser abastecida foi a esquerda. Durante três minutos, 120 litros de querosene foram transferidos dela para a direita. A asa esquerda decolou com 380 litros e a direita, abastecida com 500 litros, ganhou cerca de 120 litros, totalizando ao menos 620.

Manual

Durante a investigação, o Seripa informa que não encontrou nenhum problema mecânico contundente que sugira que a bomba falhou.

Alguns dos sons que aparecem na caixa-preta seriam o do funcionamento da bomba da asa com o barulho de motores, o que indica que a bomba de transferência de combustível continuou a funcionar após a decolagem.

De acordo com Hein, o relatório, que será discutido nesta próxima semana antes de ser concluído, responderá a todas as dúvidas, inclusive sobre quem acionou o comando.

Durante as investigações, o Seripa verificou que o manual do fabricante do Learjet é omisso sobre o limite de desbalanceamento de combustível. "Todos os aviões que voei até hoje têm limite lateral de peso. Esse me chamou a atenção por não ter nada disso no seu manual", afirmou Hein.

Indagado se os pilotos Paulo Montezuma Firmino, 39, e o co-piloto Alberto Soares Júnior, 24, mortos no acidente, poderiam ter ignorado o limite de combustível por conta do manual não ser específico, o chefe do Seripa disse que, "apesar de não estar escrito no manual, era natural que os pilotos tivessem bom senso e raciocínio de desbalanceamento".

Segundo Hein, 200 quilos ou 500 litros seriam a diferença tolerável de combustível de uma asa a outra para não haver desbalanceamento. "Vamos recomendar ou pedir ao fabricante para fazer isso constar no seu manual a partir de agora."

A Folha não conseguiu localizar um representante da Learjet para comentar as informações do relatório.

Cenipa

O relatório de investigação será redigido após 8 de agosto. O Seripa aguarda a análise do NTSB (National Transportation Safety Board, agência que investiga acidentes da aviação civil nos EUA) sobre o relatório parcial do acidente com o Learjet para redigir a versão final.

Encerrada essa etapa, o documento será encaminhado ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), em Brasília, para apreciação.

"Caberá a eles analisar nosso parecer e emitir o relatório final", disse Hein.

Fonte: Jornal Folha de S.Paulo (02/08/08) - Foto: Diego Padgurschi (Folha Imagem)

Avião cai no mar próximo a praia da Carolina do Sul (EUA)

Um pequeno avião puxando uma faixa de publicidade caiu nas água de uma praia próxima a cidade de North Myrtle Beach, na Carolina do Sul (EUA), nesta sexta-feira (01). O piloto saiu ileso.

O porta-voz da cidade, Nicole Aiello, disse que o avião entrou na água a cerca de 100 metros a partir da terra após o motor apresentar problemas.

Aiello informou que o piloto se recusou a ser levado para um hospital para tratamento.

A queda desse avião a quarta este ano na área de Myrtle Beach.

No mês passado, um piloto não sofreu ferimentos graves quando o avião caiu em Surfside Beach. Também em julho, um outro piloto escapou quando o seu avião caiu no oceano ao largo do norte de Myrtle Beach.

Em maio, um piloto escapou sem ferimentos quando seu avião caiu em um bairro em Horry County.

Fonte: Myrtle Beach Online - Foto: Janet Blackmon Morgan