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Depois de adiar o desafio devido ao mau tempo, o suíço Yves Rossy atravessou nesta sexta-feira (26) o Canal da Mancha usando asas de propulsão a jato.
Em pouco menos de 15 minutos, segundo a CNN, o "homem-pássaro" completou o percurso de cerca de 35 quilômetros entre Calais, na França, e Dover, na Inglaterra.
Rossy, 49 anos, acionou o mecanismo a bordo de um avião a uma altitude de mais de 2,5 mil metros e saltou usando um pára-quedas, segundo a BBC.
Rossy fez suas manobras na asa usando a cabeça e as costas. Além de capacete e pára-quedas, noticiou a BBC, ele precisou usar um macacão especial para protegê-lo das quatro turbinas movidas a querosene colocadas na asa, a poucos centímetros de seu corpo.
A travessia estava programada para a quinta-feira, mas havia pouca visibilidade devido ao mau tempo, o que torna o vôo muito perigoso, principalmente por não operar nenhum instrumento, disse Rossy ao National Geographic Channel.
A empresa afirmou que os pilotos tinham detectado problemas na aeronave e por precaução resolveram pousar. De acordo com a Alitalia, outro avião partiu de Roma para Recife para levar os passageiros.
Polícia afirma que africanos tinham cartas de despedida em casa.
Suspeitos estavam a bordo de avião de companhia aérea holandesa.
Foto de suspeitos é divulgada no posto da polícia federal do aeroporto de Colônia, na Alemanha
O serviço de inteligência da Alemanha diz ter detido a bordo de um avião da companhia aérea holandesa KLM, no aeroporto de Colônia, nesta sexta-feira (26), dois suspeitos de planejar ataques terroristas, ambos de origem africana - um deles naturalizado alemão. A dupla foi presa antes de a aeronave decolar.
Os dois homens “vinham sendo monitorados há vários meses”, segundo informação do porta-voz da polícia, Frank Scheulen, em entrevista à N-TV.
Cartas
Na casa dos suspeitos, que pretendiam viajar para Amsterdã, na Holanda, a polícia diz ter encontrado cartas de despedida.
As detenções ocorreram um dia após a polícia alemã emitir ordens de prisões para um alemão e um libanês suspeitos de preparar um grande atentado. Ambos teriam recebido treinamento terrorista em acampamento de uma região entre o Afeganistão e o Paquistão.
Aeronave com 295 pessoas pousou no Recife, nesta madrugada.
Vôo para Argentina já estava previsto inicialmente.
A empresa Alitalia enviou uma aeronave para o Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife, para embarcar as 295 pessoas, entre passageiros e tripulantes, que estavam em um avião que precisou parar na capital de Pernambuco, na madrugada desta quinta-feira (25).
Segundo informações da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), a aeronave seguiu para Buenos Aires, na Argentina, destino original do vôo, na noite desta quinta-feira (25). A escala no Recife não estava prevista.
De acordo com a Infraero, os passageiros, que vinham de Roma, na Itália, foram deslocados para resorts na cidade de Ipojuca (PE).
O outro avião passa por manutenção. A Alitalia informou que o pouso no Recife não foi de emergência. De acordo com a empresa, a parada na capital foi uma "precaução dos pilotos", que detectaram problemas. Os passageiros disseram que não houve pânico e o pouso foi tranqüilo.
Os passageiros da aeronave italiana que realizou pouso de emergência no Aeroporto Internacional dos Guararapes, na zona sul do Recife, na madrugada desta quinta-feira (25), terão de esperar até a noite para embarcar em outro avião, seguindo assim ao destino final - Buenos Aires, na Argentina. Segundo a assessoria de imprensa da Infraero, uma aeronave da companhia italiana Alitalia, operadora do Boeing que apresentou problemas, deve chegar ao Recife às 18h.
O Boeing 777-200 havia saído de Roma, na Itália, com destino a Buenos Aires, na Argentina, com 295 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes. A aeronave apresentou problemas mecânicos durante a viagem, que teve de ser interrompida por volta das 2h15.
O Boeing ficará no Aeroporto dos Guararapes em manutenção. Os passageiros seguem na manhã desta quinta em ônibus para hotéis, no aguardo da continuidade da viagem. Os custos são pagos pela própria Alitalia.
Ninguém ficou ferido no incidente. "A Infraero acionou órgãos para dar apoio, como a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, mas não foi necessário realizar nenhum salvamento", explicou a coordenadora de imprensa da Infraero, Solange Argenta.
Ainda segundo Argenta, os horários dos vôos com embarque ou desembarque no Aeroporto dos Guararapes não sofreram alterações.
O capitão do Boeing explicou que, em certo momento da viagem, um alerta de problemas técnicos foi disparado pelo sistema de segurança da aeronave, forçando o pouso emergencial. A origem da pane ainda será investigada. Há informações de que a companhia Alitalia está com problemas financeiros.
Falência
A Alitalia está passando por problemas financeiros. O governo italiano está jogando sua última cartada para salvar a companhia. Está reunido, nesta quinta-feira, com os sindicatos para anunciar a nova proposta do consórcio de investidores, que voltou à cena fazendo concessões. Se o acordo se concretizar, a Air France-KLM poderá ser o parceiro estrangeiro do novo grupo.
A crise da Alitalia começou em 1999, quando Malpensa, em Milão, se transformou num aeroporto intercontinental, fazendo concorrência com o próprio aeroporto de Roma, Fiumicino. Durante oito anos, as perdas da Alitalia foram de € 200 milhões por ano.
A dívida de quase € 2 bilhões foi assumida pelo governo de Silvio Berlusconi. A parte rentável da empresa está à venda por € 400 milhões – um preço muito baixo, segundo o comandante Barbado. São 140 aviões de passageiros em operação e 30 parados. Ao todo, 80% da frota são de aeronaves novas, além das licenças de vôo em várias partes do mundo.
A Alitalia possui 17 mil funcionários, mas 20% deles estão quase parados. Pilotos e comissários de bordo ofereceram o dinheiro das suas aposentadorias para comprar a empresa. O comandante Francesco Barbado se diz desiludido com uma profissão tão criticada na Itália.
Avião estava com problema no motor, diz passageiro
O Boeing 777-200 da companhia Alitalia, que nesta madrugada fez um pouso de emergência no aeroporto de Guararapes, no Recife, apresentava problemas em um de seus motores, segundo detalhes fornecidos por um dos passageiros que estavam a bordo. Ao todo, a aeronave transportava 295 pessoas, que haviam partido de Roma em direção a Buenos Aires.
Em declarações à ANSA, o italiano Marco Mancinelli disse que o comandante comunicou à tripulação que faria uma aterrissagem para consertar um defeito, e que o avião não poderia seguir voando porque um motor do lado direito estava com problemas de óleo. Como já havia sido informado pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), o pouso foi necessário devido a um problema ocorrido na turbina do avião. A Alitalia já garantiu o envio de técnicos de São Paulo para verificar as causas do problema.
Segundo o passageiro, apesar do alerta, o clima se manteve tranqüilo dentro do avião, que aparentemente manteve sua velocidade de vôo. Não houve qualquer sinal de pânico e muitos passageiros dormiam no momento.
O pouso foi igualmente tranqüilo, explicou Mancinelli, que agora está hospedado em um hotel de Porto de Galinhas, a 75 quilômetros de Recife. Todos os passageiros foram levados a hotéis do balneário e devem seguir viagem para Buenos Aires ainda hoje, às 18 horas, informou o italiano.
Mancinelli afirmou ainda que a maioria das pessoas que viajava no Boeing era composta de argentinos, que provavelmente regressavam de férias na Itália. Muitos passageiros, disse, tiveram de deixar o avião em cadeiras de rodas, mas apenas porque estavam cansados, já que houve demora na retirada de todos do avião. Isso só ocorreu por volta do meio-dia, segundo ele.
Procurado pela ANSA, o Consulado italiano no Recife disse estar acompanhando o caso. A vice-cônsul da Itália na cidade, Enza Bosetti, disse que o Cônsul Massimiliano Lagi irá ainda esta tarde ao aeroporto e espera poder encontrar o comandante da aeronave. "Todos os passageiros estão bem, não houve nenhum problema na aterrissagem", garantiu a diplomata.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou na noite de terça-feira (23) a reestruturação societária do grupo Gol, permitindo a fusão das bandeiras Gol e Varig em uma só companhia aérea. As duas marcas serão mantidas, mas passarão a operar de forma integrada sob único CNPJ e também um único Cheta, o certificado de habilitação de uma companhia aérea, emitido pela Anac.
A ata da diretoria da Anac com a decisão deve ser publicada no Diário Oficial da União de hoje (25).
O pedido de autorização para a realização da reestruturação societária foi feito pelo grupo Gol em julho. Segundo fontes do mercado, o cheta e o CNPJ escolhidos para a operação unificada foram os da nova Varig. O atual cheta da Gol seria, portanto, extinto. Procurada, a Gol afirmou que ainda não foi comunicada oficialmente da autorização pela Anac e que, portanto, não poderia comentar.
A reestruturação vai resultar na fusão da malha de vôos e da tripulação, na unificação da estrutura de terra (lojas e balcões de check-in), além de permitir que a empresa tenha só uma estrutura administrativa.
A Gol prepara um grande evento para anunciar os detalhes da reestruturação societária, juntamente com uma campanha de reposicionamento da marca Varig.
Enquanto a Gol investe no consumidor que nunca andou de avião - acaba de lançar uma estratégia para oferecer passagem à prazo para as classes C e D - a Varig quer se consolidar como uma marca premium. A empresa estuda aposentar a famosa barrinha de cereal da Gol, melhorando o serviço de bordo da Gol e simplificando o da Varig. A idéia é economizar tempo e dinheiro com o mesmo serviço de bordo para as duas.
O grande diferencial da Varig - que manterá uma malha de vôos concentrada em destinos de negócios - será o espaço entre as poltronas. As duas marcas vão operar aviões do mesmo modelo: Boeing 737-700 e 737-800, mas os da Gol serão configurados com 184 ou 187 assentos, enquanto na Varig serão apenas 168 lugares. Os novos aviões 737-800 que a Varig acaba de receber contam com uma inovação: as primeiras fileiras possuem poltronas conversíveis de três para dois lugares.
Os novos aviões devem ser destinados aos vôos internacionais da Varig na América Latina, sendo que as fileiras com as poltronas conversíveis funcionariam como uma espécie de classe executiva.
"Esta será a última tentativa da família Constantino para tentar salvar a marca Varig", diz um analista do setor que prefere não se identificar.
Há duas semanas, o vice-presidente de marketing da Gol, Tarcísio Gargioni, disse que pesquisas encomendadas pela empresa revelam que a marca Varig já não diz muita coisa para jovens com menos de 30 anos. A declaração foi interpretada como um sinal de que a marca Varig está longe de ser "sagrada" para a companhia.
"Com a autorização para a Gol e a Varig operarem sob um único cheta, a empresa tem a faca e o queijo na mão para acabar com a marca Varig", avalia o professor de transporte aéreo da UFRJ, Respício do Espírito Santo Junior. "Só justifica manter duas marcas dentro de uma única operação se o serviço for totalmente diferenciado. Mas se as marcas não forem muito diferentes, como é o caso agora, fica tudo muito caro. Não faz sentido."
A Gol comprou a Varig em março de 2007, uma operação que ainda está longe de se provar lucrativa. A Varig já consumiu mais de R$ 1 bilhão do grupo Gol. Em um ano, as ações da Gol caíram 67,56%.
No mercado, comenta-se que a fusão implicará na demissão de centenas de funcionários, de um quadro de 16,6 mil. As demissões devem afetar mais a parte administrativa e de aeroportos do que a tripulação de vôo, acredita o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), Celso Klafke.
Ele afirma que já solicitou à direção da Gol uma reunião para discutir possíveis demissões. "Infelizmente, a gente acha que estão vindo mais demissões por aí", diz Klafke. "Na verdade, as demissões já começaram faz um tempo. Já houve cortes no Rio, essa semana começaram em Guarulhos. Isto está acontecendo em todo o País, mas não tenho números consolidados."
Yves Rossy usará asa de propulsão a jato em vôo inédito.
Yves Rossy vai ser levado de avião a uma altitude de 2,5 mil metros; acionar o jato na asa e saltar.
Seu objetivo é completar um percurso de pouco mais de 35 quilômetros de Calais, na costa francesa, a Dover, na Inglaterra, em 12 minutos.
Sua velocidade pode atingir os 190 km/h.
O ex-piloto militar de 49 anos adiou uma tentativa anterior de realizar o vôo devido ao mau tempo.
Rossy espera seguir a rota do francês Louis Blériot que, há 99 anos, se tornou a primeira pessoa a cruzar o Canal de avião.
Em uma entrevista no começo da semana, Rossy disse: "Se eu calculei tudo certo, vou aterrissar em Dover. Mas se eu errei, vou tomar um banho."
O feito será transmitido ao vivo pelo National Geographic Channel. (sexta-feira 26/09 às 08:00 hs - Reapresentação: sexta-feira 26/09 às 22:00 hs.)
Kathryn Liptrott, da emissora, disse à BBC que Rossy não está preocupado com o risco. "Ele pilotou caças Mirage para o Exército suíço e agora pilota um Airbus."
"Ele não voaria se não achasse que vai chegar a Dover."
O mais longo vôo que Rossy fez até hoje durou dez minutos.
Rossy deverá fazer suas manobras na asa usando a cabeça e as costas. Além de capacete e pára-quedas, ele vai usar um macacão especial para protegê-lo das quatro turbinas, movidas a querosene, da asa colocadas a poucos centímetros de seu corpo.