terça-feira, 25 de novembro de 2008

Pista do aeroporto regional de Sorriso (MT) começa a ser pavimentada

Continua sendo feita a pavimentação no aeroporto regional de Sorriso, na pista que tem 30 metros de largura e 1,7 mil de extensão. A terraplanagem e compactação estão concluídas de ponta a ponta e as máquinas trabalham atualmente na cabeceira Sul, fazendo o asfalto. A área de manobra e estacionamento dos aviões também está sendo feita agora. O terminal aeroportuário, que terá 1,3 mil metros quadrados, está na fase de fundação e base. Projetado em 2005, o aeroporto começou a ser construído em 2006, com investimentos de R$ 4,5 milhões, com recursos do Município, Estado e União.

A pista terá dois tipos de pavimentos dimensionados e uma seção de pavimentação flexível, na área de movimento das aeronaves, com pista de pouso e decolagem, taxiways e pátio de manobras. É projetado para abrigar aeródromo, terminais, hangares, contra-incêndio e parque de abastecimento de aeronaves com água potável, esgoto, telefonia e energia elétrica. Após a conclusão desta etapa, também deve ser feita a iluminação da pista, sinalização e balizamento para que possa operar com vôos noturnos.

A pista terá capacidade para receber aviões modelo Focker 100, com possibilidade para ser ampliado futuramente, podendo receber até boeing’s. Está sendo construído às margens da BR-163, a 15 quilômetros do centro da cidade. Não há edificações próximas, atendendo às exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Após concluído, poderá ser implantado uma linha aérea regular, diariamente, do município até Cuiabá, por exemplo.

As atividades industriais e agrícolas são as principais características sócio-econômicas da região que será atendida pelo aeroporto. Será utilizado para facilitar o transporte de executivos e investidores e, ainda, apoiar as atividades da aviação agrícola com a instalação de oficinas mecânicas, parques de abastecimento de aeronaves e escolas de aviação e pilotagem.

Fonte: Só Notícias

Vôos cancelados e atrasados e extravio de bagagens em Vitória

Na foto: Sagão de espera do teminal de vitória lotado de passageiros por causa dos vôos cancelados e atrasados

A segunda-feira (24) foi tumultuada no aeroporto de Vitória. Todos os vôos da tarde e da noite sofreram atrasos de no mínimo 1h30, de acordo com a Infraero. Os passageiros também tiveram que enfrentar outro problema quando desembarcavam na capital capixaba, o extravio das bagagens. Só na parte da manhã 12 vôos foram cancelados.

Depois de quase cinco horas de atraso, passageiros do vôo TAM 3362, que saiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos às 8h45, chegaram em Vitória às 15 horas. Por conta do mal tempo na capital capixaba o avião deles teve que ser desviado para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e lá, todos tiveram que trocar de aeronave. Ao chegarem no aeroporto Eurico Sales, em Goiabeiras, eles foram comunicados por funcionários da TAM, que as bagagens haviam ficado na capital fluminense.

Revoltados com a situação, todos se aglomeraram num guichê da sala de desembarque e cercaram funcionários da companhia aérea. Revoltada por estar viajando desde a manhã de domingo (23), a dentista Patrícia De Bortoli, que estava na França, registrou a insatisfação dela nos balcões da Infraero, Anac, além da TAM.

"A gente paga tão caro por uma passagem para acontecer uma palhaçada como essa. Mas tinha que acontecer mesmo é nessa 'rodoviária de interior', como é parecido o aeroporto de Vitória. Não tive problema em nenhum aeroporto do do exterior por onde passei. Foi só chegar no Brasil para o desrespeito começar", disse revoltada a dentista.

Os funcionários da TAM prestaram atendimento aos passageiros dentro da sala de desembarque. Além do atraso do viagem, cada um teve que aguardar cerca de meia hora para ter a situação resolvida. A companhia aérea confeccionou um boletim de ocorrência para cada passageiro, comprometendo-se a entregar as bagagens nas residências ou nos hotéis onde ficariam hospedados no Estado.

Fonte: Gazeta Online - Foto: Letícia Cardoso

Suspensão de indiciamento surpreende parentes de vítimas de vôo da TAM

Justiça suspendeu indiciamento de dez pessoas por acidente.

Segundo presidente de associação, indiciamento virá mais tarde.


A suspensão do indiciamento de dez pessoas por atentado contra a segurança do transporte aéreo pelo acidente com o avião da TAM, ocorrido em julho de 2007, pegou os familiares das 199 vítimas de surpresa. Nesta segunda-feira (24), o juiz Helio Narvaez, da 1ª Vara Criminal do Fórum do Jabaquara, atendendo a pedido de Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro, diretor da TAM, suspendeu os indiciamentos anunciados na quarta-feira (19) pela Polícia Civil de São Paulo.



Em entrevista ao G1, o presidente da Associação das Famílias e Amigos das Vítimas do Vôo TAM JJ 3054 (Afavitam), Dário Scott, disse nesta segunda que a notícia foi “um baque para os parentes”. Apesar da surpresa, Scott afirmou que os familiares das vítimas continuam confiantes. “Os indiciamentos virão, só demorarão mais tempo.”

Além de Denise Abreu, haviam sido indiciados pela polícia Milton Zuanazzi, ex-diretor-presidente da Anac, o brigadeiro José Carlos Pereira, ex-presidente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero); Luiz Kazumi, Marcos Santos e Jorge Velozo, superintendentes da Anac; Abdel Salam, ex-gerente da TAM; Aguinaldo Molina e Esdras Ramos, funcionários da Infraero.

Em sua decisão, o juiz Narvaez entendeu que pode ter havido violação do direito individual pelo fato “de a medida policial ter sido lançada por meio de rede jornalística”. “A inocência é que se presume, a culpabilidade precisa ser comprovada. A aplicação da Lei, artigos 1º ao 12 do C.P., não se confunde com prisão, indiciamento, ou presunção de culpa”, diz a sentença.

O promotor responsável pelo caso, Mário Luiz Sarrubbo, disse na noite desta segunda-feira que deu parecer favorável à suspensão dos indiciamentos. Segundo ele, a decisão é momentânea. “Nós teremos que decidir nas próximas semanas se o caso ficará na Justiça Federal ou Estadual. Eu entendo que o indiciamento é prematuro porque, se o caso tiver que ser remetido para a esfera federal, terá que haver um novo indiciamento.”

Além da Polícia Civil de São Paulo, a Polícia Federal (PF) também investiga o acidente. Ao contrário da polícia paulista, a PF ainda não concluiu seu inquérito sobre o caso. Scott afirmou que solicitou a abertura das investigações federais.

“O inquérito federal sempre correu sob sigilo”, afirmou Scott. Ele disse, ainda, que espera que mais pessoas além das dez indicadas pela polícia paulista sejam indiciadas pela PF.

Questionado sobre a possibilidade de que, ao final das investigações, nenhuma pessoa seja indiciada, Scott foi enfático. “Não quero acreditar que isso ocorra. A maior tragédia da aviação não pode acabar impune. Nós, parentes, acreditamos na Justiça. Estamos atrás da verdade.”

Fontes: G1 / SPTV (TV Globo)

Anac começa a liberar preços de passagens aéreas para o exterior

Preço mínimo vai deixar de existir, mas empresas brasileiras prometem ir à Justiça contra a medida

As tarifas de vôos internacionais, hoje controladas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estarão totalmente liberadas a partir de janeiro de 2010. A liberação acontecerá de forma gradual, sendo que já a partir do próximo mês de janeiro as empresas poderão praticar um desconto máximo de 20% sobre o preço mínimo de referência estabelecido pela Anac para cada um dos destinos do mercado internacional. A medida exclui a América do Sul, cujas tarifas já foram totalmente liberadas em setembro.

As empresas brasileiras afirmam terem sido surpreendidas com a publicação da medida no Diário Oficial, na última sexta-feira, e estudam uma forma de recorrer à Justiça. “Queremos mais prazo para as companhias se adaptarem à nova realidade”, afirmou o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), José Márcio Mollo. Ele diz que os advogados do sindicato já estão preparando uma ação para entrar na Justiça contra a decisão da Anac. “Esse tipo de atitude é como colocar no ringue de boxe um lutador peso leve e um pesado e tirar o juiz. Você vai colocar a TAM para concorrer com empresas como Lufthansa e American, como se fossem todas do mesmo tamanho.”

Ainda que a liberação total esteja prevista só para 2010, na prática, o desconto de 20% a partir de janeiro corresponde, em geral, ao limite que as companhias estão dispostas a praticar. Na rota para Londres, por exemplo, a tarifa mínima hoje é de US$ 869,00. A partir de janeiro, as empresas poderão cobrar US$ 695,20. Em abril, o desconto aumenta para 50%: US$ 434,50. E em julho, para 80%: US$ 173,80. “Ninguém vai sair cobrando menos de US$ 500 ou US$ 600. Acredito que um desconto de 20% seja interessante”, diz o diretor-comercial da British Airways, José Antônio Coimbra. “Mais do que isso, fica abaixo dos nossos custos, e é muito difícil de ser aprovado pela matriz.”

Na avaliação de Coimbra, a medida é “um grande avanço”. “O Brasil era um dos poucos países do mundo com tarifa regulamentada”, afirma. “Agora, posso fazer parcerias, pensar em promoções conjuntas, em associar minha marca a outras, e também fazer publicidade quando tiver uma tarifa promocional. Como o preço era tabelado, por que eu ia gastar com publicidade?”

O controle de tarifas era válido apenas para vôos a partir do Brasil. Na prática, contudo, a medida acabava segurando os preços também do exterior para o País. No caso da British Airways, a tarifa mínima da Inglaterra para o Brasil, apesar dos preços serem livres, está hoje em US$ 941.

Alguns mercados que devem se beneficiar da medida são México e Cuba. Hoje, a cobrança mínima para esses países é US$ 875 e US$ 848, respectivamente, apesar de estarem mais próximos do Brasil do que os EUA - onde a tarifa mínima é de US$ 708. “O que a Anac está fazendo é tirar as barreiras que impedem as companhias de fazer promoções”, afirma Juliano Noman, Superintendente de Serviços Aéreos (SSA) da Anac.

A política de regulamentação de tarifas, que no passado beneficiava a Varig, hoje protege apenas a TAM, já que Gol e Varig só voam para a América Latina. A TAM tentou ganhar mais prazo, mas não foi atendida. Durante a fase de consulta pública, a empresa pediu para que a liberalização tivesse início em abril de 2009, com conclusão em outubro de 2010. Procurada, a empresa não quis se manifestar.

O presidente do Snea afirma que o setor foi surpreendido pelo fato de a Anac ter publicado a nova lei sem a realização de uma audiência pública, ainda que tenha sido realizada uma consulta pública. Ele argumenta que a lei que criou a Anac determina que decisões que “afetem o direito de agentes econômicos” devem ser precedidas de audiência pública. Procurada, a Anac disse entender “que o setor foi ouvido durante a consulta pública”. A Anac também afirmou que realizou uma reunião com as empresas para discutir a medida. Durante a consulta pública, o Snea defendeu uma liberalização gradual, ao longo de 10 a 20 anos. “A liberação para a América do Sul estava prevista no Acordo de Fortaleza em dezembro de 1996, e foi implementada em 2008”, afirma Mollo.

LIBERAÇÃO

Como é hoje: A Anac estabelece uma tarifa mínima para os destinos internacionais. A exceção é a América do Sul, região que teve as tarifas liberadas em setembro
Como vai ficar: As companhias estarão livres para estabelecer suas tarifas a partir de 1º de janeiro de 2010

Liberação gradual: A partir de janeiro de 2009, as companhias poderão praticar descontos de até 20% sobre o preço de referência. A partir de abril, esse limite sobe para 50%. Em julho, para 80%.
Tabela: a tabela com os preços de referência praticados hoje está disponível no site da Anac, no endereço www.anac.gov.br

Fonte: Mariana Barbosa (jornal O Estado de S.Paulo)

Juiz suspende indiciamento de 10 pelo acidente da TAM

Investigação da PF pode resultar em acusação na Justiça Federal

O juiz Helio Narvaez, da 1ª Vara Criminal do Fórum do Jabaquara, suspendeu na segunda-feira (24) o indiciamento das dez pessoas apontadas pela Polícia Civil como responsáveis pelo acidente com o Airbus A320 da TAM. A maior tragédia da aviação brasileira deixou 199 mortos em julho do ano passado. O magistrado acolheu argumentação dos advogados de dois dos acusados, de que haveria risco de duplo indiciamento - a Polícia Federal também apura as causas do desastre, mas ainda não concluiu seu inquérito. Agora, o delegado do caso deve apenas elaborar um relatório apontando as responsabilidades de cada um e remetê-lo ao Ministério Público Estadual (MPE).

A decisão da Justiça era previsível. Dias antes de o inquérito na esfera estadual ser concluído, o promotor Mário Luiz Sarrubbo e o delegado Antônio Carlos Menezes Barbosa tinham como estratégia apenas apontar as responsabilidades, justamente para escapar de recursos e apelações dos advogados. O indiciamento só foi decidido na semana passada, depois que o inquérito foi submetido à cúpula da Segurança Pública. Na ocasião, argumentou-se que essa seria uma forma de mostrar que a polícia tinha “feito sua parte” e dar uma resposta aos familiares das vítimas.

O pedido de suspensão dos indiciamentos, que teve parecer favorável do MPE, foi feito pelos criminalistas Roberto Podval e Newton de Souza Pavan. O primeiro representa a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu e o outro, funcionários da TAM. Todos os envolvidos - entre eles ex-diretores da Anac e funcionários da TAM e da Infraero - foram enquadrados no crime de atentado contra a segurança de transporte aéreo (artigo 261 do Código Penal). Como houve mortes, a pena é equiparada a do homicídio culposo - até seis anos de detenção.

“A inocência é que se presume, a culpabilidade precisa ser comprovada. A aplicação da Lei, artigos 1º ao 12 do Código Penal, não se confunde com prisão, indiciamento, ou presunção de culpa”, escreveu o juiz em seu despacho. Procurado ontem, o delegado disse que ainda não havia sido oficialmente notificado da decisão, mas que ela não o frustrava. “O importante é o conteúdo do inquérito”, assinalou. “Decisão judicial a gente cumpre. Se o juiz quiser, fundamentaremos nosso pedido. Caso contrário, vamos relatar o inquérito e mandar para o Ministério Público.”

CRIME FEDERAL

Na avaliação do promotor Mário Sarrubbo, o enquadramento do caso no artigo 261 faz com que o inquérito tenha de ser remetido ao Ministério Público Federal (MPF). Durante as investigações, diz ele, ficou evidente que a tragédia não foi causada por fatores isolados - o que levaria os responsáveis a responder por homicídio culposo, por exemplo, crime de competência estadual -, mas por um conjunto de falhas do sistema de aviação brasileira.

Depois de receber o relatório final do delegado Barbosa, Sarrubbo deve preparar uma manifestação referendando alguns dos nomes apontados pela polícia e, em seguida, encaminhar todo o inquérito ao procurador Rodrigo De Grandis, que acompanha a investigação na esfera federal.

Fonte: Bruno Tavares (jornal O Estado de S.Paulo)

Avião transformado em hotel no aeroporto de Estocolmo

A Suite Cockpit

Muitos viajantes têm, por vezes, que passar a noite no aeroporto. A pensar nesse problema, houve um empreendedor sueco, Oscar Diös, que decidiu transformar um avião num hotel.

Muitos viajantes têm, por vezes, que passar a noite no aeroporto. A pensar nesse problema, houve um empreendedor sueco, Oscar Diös, que decidiu transformar um avião num hotel.

O "jumbo hostel" vai estrear os seus quartos no aeroporto de Arlanda, em Estocolmo, onde os passageiros em trânsito poderão pernoitar. No “site” (www.jumbohostel.com) já é possível fazer reservas para qualquer noite a partir de Dezembro num Boeing 747-200 de 1976, totalmente reequipado.

Quem quiser passar a noite na suite do cockpit, pagará 734 dólares por noite. Mas há preços mais em conta. Cada um dos 25 quartos tem três camas, num espaço de seis metros quadrados de área, por três metros de altura. Por esses, o preço é de 161 dólares por noite. Se quiser apenas alugar uma cadeira, paga 44 dólares.

Oscar Diös comprou o avião, onde também existem áreas de dormitório, para que os hóspedes menos abonados possam alugar apenas uma cama num quarto partilhado. O número total de quartos do avião é de 85.

Se os viajantes quiserem viver uma experiência romântica única, Diös tem a solução perfeita, segundo o “ABC News”. O empresário oferece aos casais a possibilidade de casarem nas asas deste avião, com a noite de núpcias na suite do cockpit. Após a cerimónia do casamento, os convidados poderão comemorar na área que era a antiga primeira classe do avião, transformada numa sala de estar.

Segundo Diös, se esta ideia vingar, o próximo passo poderá ser passar ao regime de “franchising”.

Todos os quartos do avião dispõem de televisão com ecrã plano e wc com banheira. Em todo o aparelho existem ligações sem fios à banda larga e nos corredores existem também wc.

O nome do avião é Liv – que é o nome da filha do proprietário.

Fonte: jornaldenegocios.pt

TAM recebe segundo Boeing

A TAM informou ontem (24) que recebeu o segundo Boeing 777-300ER de um total de oito aeronaves deste modelo. A empresa enviou os comandantes David Barioni Neto, presidente da TAM e Fernando Sporleder Junior, vice-presidente de operações para buscar o avião na fábrica da Boeing em Seattle, nos Estados Unidos.

A aeronave está operando a rota entre São Paulo e Frankfurt, na Alemanha. O modelo possui cabine mais espaçosa, três classes de assentos e capacidade para 365 passageiros. Além disso, a rota entre São Paulo e Santiago, no Chile, também está sendo operado durante seis dias da semana pelo novo modelo.

Em comunicado, o presidente da empresa afirmou que com isto a TAM assegura maior conforto aos passageiros na busca da excelência de serviços, um dos três pilares que fundamentam a companhia.

Atualmente, com a devolução de dois MD-11, a idade média da frota da TAM caiu para 5,9 anos.

Ao todo, a companhia conta hoje com 123 aeronaves, sendo 117 modelos da Airbus (17 A319, 81 A320, 3 A321, 14 A330 e 2 A340), 2 Boeing 777-300ER, 3 Boeing 767-300ER e um MD-11.

Desde o início de 2008, a TAM passou a operar no mercado doméstico exclusivamente com aeronaves Airbus. A companhia possui um plano de frota de longo prazo para sustentar a expansão nos mercados internacional e doméstico.

A estimativa para o fim de 2013 é ter 151 aviões em operação.

Fontes: InvestNews / JetSite