terça-feira, 31 de março de 2009

Lixeira explode em saguão de aeroporto em Rondônia

Fragmentos da estrutura foram encaminhados para a perícia.

Segundo Infraero, incidente foi causado por gelo seco em garrafa.

No início da tarde de terça-feira (31), passageiros e visitantes do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira, em Porto Velho, Rondônia, tomaram um grande susto ao ouvirem um forte estampido típico de uma explosão. O barulho veio de uma das lixeiras do saguão do aeroporto que estava na frente do balcão da TAM.

Foi constatado que o acidente ocorreu devido a uma pressão sofrida no interior de uma garrafa plástica que estava na lixeira e continha gelo seco.

Segundo apuração, havia uma geleira contendo vacinas que eram conservadas em gelo seco, em dado momento a geleira quebrou espalhando fragmento de gelo pelo chão, foi quando um funcionário da TAM recolheu o gelo e colocou em uma garrafa plástica que depois foi depositada em uma lixeira. Pouco tempo depois, a pressão do gás retido na garrafa foi tanta que acabou explodindo, causando um grande susto às pessoas que estavam no saguão.

Policiais federais do Departamento Regional estiveram no local para fazer uma perícia e recolher os detritos causados pelo acidente.

Fontes: Rondoniaovivo.com / G1

Bombardier tem pedido no valor de US$1,44 bi

A Bombardier obteve uma encomenda de US$ 1,44 bilhão para 20 de seus jatos Cseries, o segundo contrato para o novo avião que vai competir com modelos mais velhos da Boeing e da Airbus.

A encomenda é da Lease Corp. International Aviation, companhia sediada em Dublin que arrenda aviões para a Singapore Airlines e a British Airways, disse ontem em um comunicado a Bombardier, que tem sede em Montreal. A encomenda inclui a opção de a Lease comprar mais 20 aviões e vem três semanas depois de a Deutsche Lufthansa, de Colônia, na Alemanha, assinar uma encomenda de US$ 1,5 bilhão para 30 aviões Cseries.

"Vemos um enorme potencial para este avião na América do Norte e no resto do mundo", disse ontem Tassos Michael, diretor de investimentos da companhia de leasing, em uma entrevista por telefone. Os preços dos combustíveis vão subir uma vez que a recessão acabe, disse Michael, e este avião promete uma economia de 20% de combustível em relação a modelos similares.

A Bombardier, terceira maior fabricante de aviões do mundo, planeja entregar os primeiros aviões Cseries em 2013 como uma alternativa mais econômica, menos poluente e mais silenciosa às versões menores dos jatos com apenas um corredor da Airbus e da Boeing. As duas encomendas dos Cseries mostram a demanda por um jato que foi ameaçado pela recessão, pela crise de crédito e pelo colapso no tráfego aéreo desde que a Bombardier se comprometeu a construir o avião em 2008.

Outras companhias aéreas estão considerando fazer a aquisição dos modelos Cseries, disse Gary R. Scott, presidente da divisão de aviões comerciais da Bombardier, em uma entrevista no dia 11 de março.

A Lease Corp. International concordou em comprar 17 modelos CS300 da Bombardier, com capacidade para 130 pessoas, e três modelos CS100, com capacidade para 110 pessoas, disse a Bombardier.

A Airbus, de Toulouse, França, e a Boeing, de Chicago, maiores fabricantes de aviões de passageiros, vendem jatos com capacidade para mais de 110 passageiros.

Fonte: Andrea Rothman (Bloomberg News) via Gazeta Mercantil

Azul vai ampliar linhas de ônibus para Viracopos

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, que passou a operar no Aeroporto Santos Dumont, vai ampliar, nos próximos dias, as linhas de ônibus que levam os passageiros de São Paulo ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas. No dia 13 de abril, entrará em operação a ligação entre Sorocaba e o aeroporto.

Todas as viagens são feitas em ônibus equipados com Wi-Fi e filmes. Por enquanto, não há cobrança de tarifa, bastando apenas que o passageiro informe o código da reserva da passagem aérea. Os horários podem ser obtidos no site da empresa.

Fonte: Jornal Correio do Brasil

Tam Cargo alcança R$ 1 bilhão de receita em 2008

A Tam Cargo, unidade de transporte de carga da Tam Linhas Aéreas, fechou o ano de 2008 com receita total de R$ 1 bilhão, 29,9% a mais em relação aos R$ 776,8 milhões apurados em 2007. O resultado representou 9,2% das receitas brutas totais da Tam. Os dados estão contabilizados conforme a Lei 11.638.

Ao longo do ano, a receita proveniente dos transportes no mercado doméstico totalizou R$ 459,5 milhões, com aumento de 27,6% na comparação com o ano anterior. No internacional, o total registrado foi 31,9% superior a 2007, totalizando R$ 549,6 milhões. Em volume, no ano passado foram transportadas 186,6 mil toneladas, ante 153,6 mil toneladas no ano anterior (aumento de 21,5%).

"O crescimento na receita da Tam Cargo deve-se principalmente aos esforços comerciais para fidelização dos clientes, ampliação de acordos corporativos, captação de novos clientes e melhorias dos níveis de serviços", declara o comandante David Barioni Neto, presidente da Tam. "Também colaboraram para esse crescimento o aumento da oferta internacional da empresa - que passou a contar com as primeiras aeronaves Boeing 777-300ER, com excepcional espaço de carga nos porões - e, no mercado doméstico, a substituição das aeronaves F-100 por aeronaves da família A320, que também oferecem maior espaço disponível para cargas", complementa.

Em 2008 a unidade recebeu investimentos de R$ 22 milhões para melhoria da infraestrutura em terminais de carga domésticos espalhados pelo país. Outros R$ 8 milhões foram destinados aos sistemas informatizados, o que permitiu à Tam Cargo ampliar a capacidade de movimentação de cargas e integrar ainda mais as gestões operacional, comercial e financeira.

Em agosto, foi inaugurado em Manaus (AM) o maior terminal de cargas da Tam Cargo no país, instalado numa área total de 11 mil m2, com área operacional de 2.160 m2 - o triplo do antigo espaço instalado - e 540 m2 de área administrativa e comercial. Com capacidade para armazenar mais de 80 toneladas por dia, o novo terminal comporta cerca de 35% a mais de cargas que o anterior.

No mês seguinte entrou em operação o novo terminal de cargas domésticas no Aeroporto Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. As instalações ocupam uma área total de 1.200 m2 e têm capacidade para armazenar até 60 toneladas de carga por dia - o quádruplo em relação ao antigo terminal.

Já em 2009, no mês de fevereiro, foram inaugurados mais dois terminais de cargas, um em São José dos Campos (SP) e outro em Rio Branco (AC). Juntos, os dois espaços comportam mais de 66 toneladas.

Fonte: Mercado & Eventos

Russo não pode usar o banheiro americano da ISS

A Guerra Fria continua na órbita da Terra. Um cosmonauta russo reclamou a um jornal do país que não tem permissão para usar o banheiro dos americanos, na Estação Espacial Internacional. Ele pode usar o sistema sanitário russo, mas não é tão moderno quanto o desenvolvido pela Nasa.

O cosmonauta também revelou que não tem autorização para usar aparelhos de ginásticas do colegas americanos e recebeu a instrução de que cada tripulação deve consumir os próprios alimentos. As mudanças teriam acontecido depois que a Rússia começou a cobrar para levar turistas até a Estação, a bordo do foguete russo Soyuz.

Fonte: Band.com.br - Foto: NASA

No Pantanal, o avião é a ambulância e jeep

Morador na Fazenda Baía do Pacu, em uma região isolada do Pantanal Sul, no município de Corumbá/MS, o menino Rafael de Oliveira só não perdeu a vida no dia 12 de maio deste ano graças a uma ação aérea emergencial. O garoto de seis anos foi picado no dorso do pé por uma cobra jararaca e seriam necessários pelos menos dois dias de viagem por terra para ser atendido na cidade mais próxima. O isolamento da propriedade pelas próprias condições da região não permitia a chegada de carros e aviões. E o pior: o veneno da cobra pode matar em até 20 horas. Graças a um comunicado da fazenda, via telefone, com a Base Aérea de Campo Grande, um helicóptero foi deslocado até a região – uma distância de 400 km – para resgatar o menino, que foi atendido a tempo no Hospital Rosa Pedrossian, na capital sul-mato-grossense.

Em 2007, fato semelhante aconteceu na Fazenda São Roque, no Pantanal do Rio Negro. Outro menino, também de seis anos de idade, foi picado por uma jararaca enquanto brincava em meio à lenha preparada para ir ao fogão, na cozinha da sede. Imediatamente, o proprietário da fazenda, José Lemos Monteiro, colocou o garoto em seu avião e, em aproximadamente 50 minutos a criança já estava sendo atendida no mesmo hospital, em Campo Grande/MS, depois de cobrir a distância de 225 km que separa a propriedade da capital sul-mato-grossense. “Não ficou seqüela nenhuma”, lembra, com alegria, o pecuarista.

Os dois fatos, por si só, justificam a importância do transporte aéreo na região do Pantanal. No primeiro, pelas condições de alagamento na região, não era possível o pouso de aviões e, caso não existisse a ação militar através de um helicóptero – que não exige pista para pouso e decolagem -, o final da história poderia ser outro. Já no ocorrido na Fazenda São Roque, a existência de um avião na propriedade e a ação do produtor rural foram mais do que providenciais. E não são casos isolados. A maioria das propriedades pantaneiras está localizada em distâncias mínimas entre 200 e 300 km de um hospital. Pelo menos durante metade do ano muitas ficam parcial ou totalmente ilhadas em função do período de cheia na região, impedindo o acesso por terra. O transporte por barco ou chalana, quando possível, pode levar dias.

“O avião é a principal arma para salvar vidas nas fazendas localizadas no Pantanal”, garante o experiente piloto Mauro Pinto Costa, com 45 anos de profissão e mais de 12 mil horas de vôo, a boa parte na região pantaneira. “Vários locais ficam meses sem acesso por automóvel. Em uma fazenda de um amigo meu, em Cáceres, no Mato Grosso, durante a cheia só a sede e a pista de pouso ficam fora do alcance das águas.

Hoje voando por hobby e, espaçadamente como instrutor particular, Costa vê uma estreita ligação entre a aviação e a região. “Até por questões de impacto ambiental este quadro não vai mudar, a não ser que construam estradas suspensas para atender todas as propriedades”, brinca.

Enquanto aguardava a hora para um vôo a partir do Aeroporto Municipal Santa Maria, em Campo Grande/MS, Costa lamentava o “encarecimento” do setor: “a utilização de aviões para diversos fins já foi muito mais intensa no Pantanal; hoje tudo encareceu muito; em 1968 a gasolina de avião custava metade do valor da gasolina comum, hoje (junho/2008) em Campo Grande, pago R$ 3,80 o litro”

O piloto critica também a atual “burocracia” para a aviação particular exigida pelo governo brasileiro, sobretudo a partir da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). ”As exigências são inumanas; gastamos uma fortuna em papel; é muito carimbinho e selinhos juntos; o volume de documentação é tanto que ocuparia quase a metade da capacidade do porta malas de um avião Paulistinha, que é de 10 quilos”, revela.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Ademar da Silva Júnior, não conta com avião particular e nem pela entidade, mas não escapa à sua utilização. Com visitas periódicas a 68 sindicatos rurais além de viagens para compromissos em Brasília e diversas cidades brasileiras, Júnior se vê obrigado, eventualmente, a contratar serviços de táxi aéreo para cobrir distâncias dentro do seu estado e chegar a regiões de difícil acesso. E por esta necessidade, reclama do custo do transporte aéreo: “a hora/vôo de um bimotor Sêneca está entre R$ 1,3 mil e R$ 1,4 mil; é muito caro”.

Sobre a utilização de aviões por produtores rurais com fazendas no Pantanal, o presidente da Famasul considera fundamental e necessário: “além de agilizar os negócios do pecuarista, trata-se de um instrumento em defesa da vida; no Pantanal é arriscado morrer se não tiver uma aeronave ou não puder contar com uma”.

Não existem informações totalmente fechadas sobre o número de propriedades rurais no Pantanal sul-mato-grossense, mas dados do IBGE datados de 31 de dezembro de 2006 apontam para 65.619 unidades rurais cadastradas no INCRA em todo o Mato Grosso do Sul. Como o Pantanal ocupa em torno de um terço da área total do Estado, é possível ter uma dimensão de uma eventual demanda por transporte aéreo na região.

Compra e venda de gado

O ex-pecuarista José Eduardo Rolim Júnior (conhecido como Zé Rolim) – possuía duas mil cabeças bovinas em uma fazenda no Pantanal do Nabileque – largou tudo para se dedicar a sua grande paixão: a aviação executiva rural. Com mais de seis mil horas de voo – 3.500 registradas – ele hoje é dono da Pan Táxi Aéreo e garante que a maior demanda para voos na região pantaneira sul-mato-grossense vem da compra e venda de gado. “A maioria dos produtores rurais embarca em Campo Grande e perto de 40% em seus próprios aviões; hoje cerca de 70% das pequenas aeronaves existentes no Mato Grosso do Sul voam para destinos no Pantanal”, conta.

Estes produtores, segundo ele, fazem parte de um grupo mais tecnificado: “são aqueles que compram macho na planície pantaneira para engordar na serra”. O preço da hora vôo em táxi aéreo, de acordo com Rolim, varia de R$ 800,00 a R$ 1.000,00 para o caso de transporte por monomotor.

É muito grande, segundo ele, o deslocamento aéreo por parte de pecuaristas de outras regiões brasileiras interessados em participar de leilões dentro do Pantanal ou mesmo negociar diretamente em uma fazenda. E motivos não faltam. O gado pantaneiro é considerado de alta qualidade e o rebanho é significativo – perto de seis milhões de cabeças só no Pantanal Sul.

A utilização da aviação “dentro da porteira” também é destacada por Rolim: “é uma ferramenta de trabalho de múltipla utilidade para o produtor pantaneiro; muitos dificilmente vêm para a cidade com o avião, preferindo utilizá-lo mais para o controle de seu rebanho e na inspeção periódica das condições de sua propriedade.”

Contar com uma aeronave no Pantanal, segundo o piloto-empresário, pode também significar a diferença entre a vida e a morte. “Por diversas vezes resgatei, nas fazendas, pessoas doentes, com hemorragias e que não teriam condições de sobreviver se não fossem atendidas em um hospital; isso sem falar nos casos gerados a partir de picadas de cobra”, comenta.

Mas outra demanda de transporte aéreo vem ocupando os pilotos dentro do Pantanal: o turismo rural. “Este ano já transportei diversos grupos para hotéis-fazenda; fecho o pacote todo, ou seja, transporto em determinada data e uma semana depois volto à fazenda e retorno com o grupo”, conta. De acordo com Rolim, estes passageiros são, na grande maioria das vezes, turistas estrangeiros – sobretudo europeus - que chegam ao Aeroporto Internacional de Campo Grande e dali mesmo embarcam em táxis aéreos rumo ao Pantanal.

Cenas folclóricas

Apesar de toda a sua experiência, Zé Rolim ainda se empolga com os contrastes e as situações geradas pela utilização do avião no bucólico e natural espaço do Pantanal. “Mesmo com toda a simplicidade e rusticidade do homem pantaneiro ele mantém seu aviãozinho na porta de casa, estacionado, como se fosse um jeep. Há 50 anos, pelo menos, é assim: uma ferramenta de trabalho essencial e eficiente, como um trator para o produtor rural das regiões de serra”

A “intimidade” do avião com o ambiente pantaneiro também parece ter contagiado animais nos rebanhos, dentro das propriedades. Rolim faz questão de contar um fato ocorrido em meados dos anos 80 na Fazenda Santo Antônio do Amolar, às margens do Rio Paraguai, em Corumbá/MS.

“Um monomotor Corisco ficou na fazenda de um dia para o outro; durante a noite, uma vaca e seu bezerro invadiram a pista do campo de pouso e os dois se acomodaram próximo ao avião. No dia seguinte fomos ver o resultado: o bezerro ‘mamou’ no trem de pouso até corroer uma parte dele e a vaca se coçou na asa direta, que ficou empenada. Tivemos de improvisar para conseguir decolar e levar a aeronave para os devidos reparos em Campo Grande”.

Instrumento de trabalho

O pecuarista Carlos de Castro Neto pilota há 32 anos e não abre mão de utilizar de seu avião para o trabalho no campo e para o deslocamento às cidades. Proprietário da Fazenda São Lourenço – mais de 25 mil hectares e rebanho superior a cinco mil cabeças – no Pantanal do Paiaguás (300 km de Coxim/MS, norte do Mato Grosso do Sul), ele garante que durante metade do ano não há outro meio de transporte para alcançar sua propriedade.

Recentemente Neto comprou até uma aeronave nova. Pagou R$ 180 mil em um monomotor Cessna que ele faz questão de cunhar como “ferramenta de trabalho”. Pela extensão de suas terras e pelo rebanho que tem, esta classificação é mais do que justificada. “Depois que os peões recolhem o gado e percebemos que faltam animais, sempre faço um sobrevôo para localizar os desgarrados e orientar os funcionários”, explica.

Mas além de atender as necessidades de seu trabalho e de sua propriedade, o avião de Neto acaba tendo uma utilização mais comunitária do que a prevista. “Meus vizinhos pantaneiros não possuem avião; portanto, quando há alguma emergência tenho de socorrê-los; se é preciso e necessário transporto acidentados por picada de cobra e mesmo mulheres em trabalho de parto ou com hemorragias”, admite.

Revoada Pantaneira

O dia-a-dia dos pilotos de avião no Pantanal, os bate-papos nos campos de pouso das fazendas e nos aeroportos e os causos de cada um, acabaram por gerar um encontro anual no Mato Grosso do Sul. A “Revoada Pantaneira” está em sua terceira edição – 25 a 27 de julho de 2008 – e acontece no aeródromo da Fazenda São Paulino, na região da Nhecolândia, município de Corumbá/MS.

O evento aeronáutico reúne pilotos civis e militares que operam no Pantanal do Mato Grosso do Sul. Eles também recebem a visita de colegas de várias regiões do Brasil. Boa parte dos pilotos é formada também por produtores rurais. A pista, na fazenda, é toda de grama e conta com iluminação para operações noturnas de manobra, pouso e decolagem.

O local conta com opção de hospedagem em três níveis: apartamentos, apartamentos duplos (leito tipo beliche e banheiro conjugado) e camping (com barraca para duas pessoas). A organização oferece pensão completa e passeios.

Esta reportagem foi premiada como a melhor de jornalismo impresso no concurso Jornalismo Rural da Famasul/autor: Ariosto Mesquita.
Fonte: Midiamax - Foto: cpap.embrapa.br

Ataque aéreo de Israel mata dois militantes em Gaza

Um ataque aéreo israelense matou dois militantes palestinos na Faixa de Gaza, perto da cerca de fronteira com Israel, disseram fontes médicas na terça-feira.

Moradores do campo de refugiados de Maghazi, nas proximidades, disseram que um helicóptero disparou dois mísseis nos militantes, que haviam lançado uma granada contra militares israelenses.

As fontes disseram que dois militantes foram mortos e outros dois homens armados ficaram feridos. Parentes dos mortos disseram que os militantes eram membros do braço armado do Hamas, a facção islâmica que controla a Faixa de Gaza.

Um porta-voz militar de Israel disse que o fogo foi disparado contra os militantes que tentavam plantar artefatos explosivos ao logo da cerca na fronteira. Um soldado israelense ficou levemente ferido no incidente.

Esse foi o primeiro confronto confirmado na Faixa de Gaza neste mês no qual militantes foram mortos por ação de forças israelenses. Israel encerrou uma ofensiva de 22 dias contra o território em 18 de janeiro.

Fonte: Nidal al-Mugharabi e Ori Lewis (Reuters) via Abrail.com