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sábado, 2 de maio de 2009

Presidente do Governo Regional da Ilha da Madeira gastou mais de 0,5 M€ em viagens "secretas" em 2008

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, gastou mais de meio milhão de euros no ano passado em viagens classificadas como «secretas», noticia este sábado o jornal Público.

Estas deslocações absorveram mais de um quarto do orçamento da presidência regional.

O Tribunal de Contas (TC) critica o facto de o Executivo madeirense recorrer de forma sistemática a esta classificação para as viagens, refereindo que esta prática «indicia uma aplicação tendencialmente constante da excepção prevista (...) passível de a transformar em regra».

Em sede de contraditório, Jardim (foto acima) justifica estes procedimentos com a necessidade de «haver celeridade no processo» de aquisição das viagens. O líder regional explica ainda os motivos para a contratação da agência Top Atlântico por ajuste directo, invocando «a necessidade de ter de se deslocar com frequência quer ao continente quer ao estrangeiro (...) as especiais precauções, nomeadamente no que respeita à segurança pessoal (...) e à confidencialidade das respectivas acções».

Na análise a seis viagens efectuada pelo TC, Jardim ausentou-se em média por uma semana para participar em reuniões com um dia de duração, refere o jornal. Estas deslocações custaram mais de 70 mil euros, sendo que apenas em duas delas coube ao Executivo regional o pagamento dos bilhetes de avião.

Fonte: Diário Digital (Portugal)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Força Aérea de Portugal prevê modernizar 18 caças

Desde 2003 já foram modernizados 15 aviões

A Força Aérea prevê modernizar até ao final do ano 18 caças F-16 com o programa MLU (Mid Life Update), anunciou nesta quarta-feira o ministro da Defesa, refere a Lusa.

A declaração de Nuno Severiano Teixeira foi feita no decorrer de uma visita à Base Aérea nº5 de Monte Real onde parte do programa MLU é executado, na chamada Doca4.

Num pequeno discurso aos militares que procedem à actualização dos aparelhos, o ministro deixou «uma palavra de reconhecimento e apreço pelo trabalho que vem sendo desenvolvido na Doca4, na Base de Monte Real».

«É com muita satisfação que vejo a forma como o projecto está a decorrer, apesar das dificuldades iniciais», afirmou Nuno Severiano Teixeira, durante a deslocação realizada no âmbito de um dia dedicado ao ramo da Força Aérea.

O ministro da Defesa realçou que, desde o início do programa, em 2003, já foram modernizados 15 aviões, prevendo-se chegar ao final do ano com 18. A Força Aérea espera cumprir o objectivo de modernizar seis aviões por ano. Até final de 2012 deverá estar realizado o trabalho de modernização de 39 aparelhos.

As equipas técnicas da Base de Monte real modernizaram o último aparelho em 83 dias, sendo que a média do trabalho feito nos outros aviões foi de 94 dias. Parte do trabalho de execução do programa MLU é feita em Alverca.

A Base Aérea nº5 é onde está instalado o dispositivo de Defesa Aérea que implica que, em caso de alerta, os aviões têm de estar no ar no prazo de 15 minutos.

Alargar período de vida dos aparelhos

O processo de modernização da frota F-16 MLU integra um extenso programa que visa alargar o período de vida de um aparelho que entrou ao serviço na força aérea norte-americana em 1979.

No decorrer do processo de modernização MLU, cada avião F-16 recebe vários novos componentes. O item mais importante do «pacote MLU» é um novo computador Texas Instruments Modular Mission Computer (MMC), que é fundamental para dar novas capacidades aos sensores e sistemas de armas e melhorar o interface entre o piloto e o avião.

Um despacho publicado em Agosto do ano passado indica que o Governo vai investir mais de 20 milhões de euros na modernização de vários F-16, para aumentar a eficácia das aeronaves em missões de controlo de fronteiras e na fiscalização do espaço aéreo e marítimo.

O programa de modernização MLU está a cargo da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal.

Fonte: IOL Diário

TAP deverá cancelar mais de nove mil voos este ano

Ajuste ao abrandamento do tráfego

A companhia tem vindo a ajustar a oferta ao decréscimo acentuado da procura de viagens, principalmente na Europa

Depois de ter suspendido 2190 voos nos primeiros três meses deste ano, a TAP vai cancelar mais 2400 até Junho. No segundo semestre, o plano de cortes deverá manter-se ao mesmo ritmo, o que significa 9180 cancelamentos só em 2009.

Estas suspensões fazem parte de um plano de emergência a que a transportadora aérea estatal deu início no ano passado e vão servir para ajustar a oferta ao abrandamento no tráfego de passageiros.

Depois de ter registado um aumento de 2,5 por cento no número de passageiros transportados em Janeiro, a TAP viu esta taxa cair 4,5 por cento em Fevereiro e 17,1 por cento em Março. Já em Abril, o abrandamento manteve-se, desta vez, na ordem dos 9,4 por cento.

As rotas europeias vão ser as mais afectadas, uma vez que é para estes destinos que a companhia tem mais ligações, o que facilita a transferência de passageiros.

Fonte: Raquel de Almeida Correia (Público - Portugal) - Foto: Rui Gaudêncio

terça-feira, 28 de abril de 2009

Aviões da SATA têm uma nova imagem

A mudança de visual da companhia aérea açoriana vai permitir também poupar nas despesas de combustível.

Os aviões da SATA vão ter uma nova imagem a partir de Junho, com a chegada aos Açores do novo Airbus A320, e numa altura em que dois dos seis aviões adquiridos à canadiana Bombardier começam também a voar. O estudo do novo visual, que se pretende inovador e comercialmente mais apelativo, demorou cerca de um ano.

A nova imagem, que implica um esquema de pintura que se inspira na técnica Origami - a arte japonesa de dobrar sem cortar o papel - fará com que o açor, a ave que identifica o arquipélago, esteja estampado nos futuros aviões da companhia, através da composição de nove triângulos que correspondem às nove ilhas, e tendo o azul como cor de fundo.

A mudança visual insere-se no objectivo de modernização da empresa e de aumento da sua competitividade no quadro da aviação internacional. Os avanços técnicos na indústria aeronáutica e da química industrial permitirão personalizar a transportadora açoriana, sem perder a sua identidade histórica, e com uma outra vantagem: é que as novas pinturas irão optimizar o peso dos aviões e, com ele, a redução do consumo de combustível.

Fonte: DN (Portugal)

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Portugueses desistem de viajar para o México

Turistas nacionais esperam que operador turístico lhes apresente uma alternativa de viagem

Cerca de 40 pessoas desistiram esta segunda-feira de um voo que partia de Lisboa às 12:00, para Cancún, no México, devido ao risco da gripe suína, escreve a Lusa.

De acordo com dados obtidos no aeroporto de Lisboa, 159 pessoas, incluindo um bebé, embarcaram num voo da transportadora portuguesa White, que tinha capacidade para 237 pessoas, embora não tivesse todos os lugares vendidos.

Alguns dos passageiros que se recusaram a viajar para o México disseram que optaram por seguir ainda para Punta Cana, República Dominicana.

Outros viajantes que desistiram de seguir para o México e recusaram as alternativas vão ser ressarcidos das despesas.

As operadoras Solplan e Iberojet, do mesmo grupo, garantiram um reembolso a 100 por cento aos quatro passageiros, dois casais em lua-de-mel, que decidiram não ir para Cancun.

Um representante da operadora Soltour, que se encontrava no aeroporto de Lisboa, não adiantou que solução foi encontrada para as sete pessoas que desistiram de seguir para Cancún, num grupo de 20 clientes da empresa que seguiriam no voo de hoje.

«Acabei de casar»

Vítor Silva, que aguardava ao fim da manhã no aeroporto uma garantia escrita da devolução do dinheiro por parte da agência a que comprou a viagem, disse aos jornalistas: «Acabei de casar agora, não vou correr o risco de ficar doente».

Questionado sobre a razão pela qual recusou a alternativa de Punta Cana, Vítor Silva disse apenas desconhecer em que condições iria para Punta Cana.

Lígia Graça, que ia seguir viagem com dois filhos de dois e oito anos, também desistiu totalmente de viajar neste altura, justificando que a gripe suína se alastrou a vários países.

«O risco proliferou por toda a América. Há casos em Espanha e Inglaterra», afirmou, referindo que tomou a decisão de não viajar pouco antes da partida do voo para Cancún.

Mais desistências

Paulo Martins devia ter seguido para o México, disse à agência Lusa ter desistido da viagem devido às notícias. Em caso de não haver alternativa ou devolução do dinheiro, Paulo Martins disse que irá agir judicialmente. À semelhança dos outros turistas, Paulo Martins ligou para a Linha Saúde 24, que desaconselhou a viagem.

Celso Gomes, que também ia embarcar neste voo com a namorada, confessou à Lusa estar com receio não de viajar para Cancun, mas sim do regresso.

Medo da quarentena

«Tenho algum receio de voltar a casa e depois colocarem-me em quarentena», justificou o turista, que também ligou para a Linha Saúde 24 e para a Secretaria de Estado das Comunidades, tendo ambas desaconselhado a viajem. No entanto, garantiu que está disposto a viajar para outro país.

450 turistas seguiram

Dados provisórios da associação das agências de viagens indicam que a gripe suína levou cerca de 30 turistas portugueses a cancelar viagens para Cancun, entre domingo e segunda-feira.

O porta-voz da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Paulo Brehm, disse à Lusa que a informação provisória recolhida pela entidade aponta para «cerca de 30 cancelamentos e desistências entre ontem [domingo] e hoje num total de 450 clientes a partir para Cancun».

Paulo Brehm afirmou que nestes casos de cancelamento com «motivos de força maior, não há obrigatoriedade de reembolso dos valores pagos pelos clientes às agências de viagens».

«A decisão de cancelar parte dos clientes» e as razões, relacionadas com a existência de gripe suína, não podem ser imputadas às agências de viagens, disse.

Fonte: TVI24 (Portugal)

TAP revê benefícios do fundo de pensões dos pilotos

As negociações que decorriam há mais de um ano na TAP sobre as condições do fundo de pensões dos pilotos conheceram, finalmente, um desfecho

O diálogo entre o Sindicato dos Pilotos de Aviação Civil (SPAC) e a administração da companhia aérea resultou, no final do ano passado, na revisão do Acordo de Empresa, contemplando novas cláusulas.

Entre as principais alterações - conhecidas agora com a publicação do relatório e contas da Parpública, accionista da TAP - está a perda da jubilação para os pilotos que tenham entrado na transportadora aérea após 2007. Com esta revisão, os pilotos aceitam uma das suas principais reivindicações: a idade da reforma aos 60 anos, em vez dos 65 anos.

Fonte oficial do SPAC confirmou ao Negócios que os pilotos e a TAP já assinaram o acordo de revisão, sem avançar com mais detalhes. Até ao fecho da edição não foi possível obter declarações da TAP.

O Acordo de Empresa prevê a garantia, por parte da TAP, de um prémio de jubilação a cada piloto, a ser pago de uma só vez no momento da reforma. Isto, para além de um plano de pensões.

Fonte: Ana Torres Pereira (Jornal de Negócios - Portugal)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Privatizações da TAP e ANA foram adiadas, diz imprensa

O Governo «decidiu adiar a privatização da TAP e da ANA», duas operações que estavam previstas para este ano, diz a edição online do semanário SOL citando fonte não identificada do Ministério dos Transportes.

No caso da TAP, o adiamento deve-se «essencialmente aos prejuízos registados em 2008, que desvalorizam a empresa, a par do clima económico desfavoráve».

Já no caso da ANA as razões não são muito diferentes: conjuntura económica e degradação dos resultados da empresa em 2008. A gestora aeroportuária registou lucros de 30,1 milhões de euros em 2008, menos 19,4% face ao ano anterior.

O jornal diz ainda que os prazos para a construção do novo aeroporto de Lisboa não deverão ser afectados pelo adiamento da privatização da ANA.

Fonte: Diário Digital

TAP admite desmembrar Groundforce para atrair possíveis compradores

Transportadora quer alienar negócio do ‘handling’ e vai avaliar todas as propostas que surgirem. TAP não põe de parte vender a totalidade da empresa.

A TAP admite vender a Groundforce por unidade de negócio, por área de actividade ou até por aeroporto, se um potencial interessado apresentar uma proposta viável neste sentido, soube o Diário Económico.

Fonte: Cátia Simões (Económico - Portugal)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Resultados do Aeroporto do Porto são melhores do que a média europeia

Quatrocentos e cinquenta dos maiores especialistas na área do retalho aeroportuário, representando 40 países, estiveram reunidos no Porto para a XVIII Conferência e Mostra ACI Europe de Comércio em Aeroportos e para a entrega dos prémios Airport Service Quality (ASQ), que distinguiram o Aeroporto Francisco Sá Carneiro como terceiro melhor aeroporto europeu.

Fernando Vieira, director da estrutura aeroportuária, disse no final dos trabalhos que depois da auscultação dos convidados podemos concluir que, quer a conferência, quer a entrega de prémios, foram um sucesso. A própria ACI Europe deu os parabéns à ANA pela forma como tudo foi preparado.

A realização de um dos maiores eventos do sector aeroportuário na cidade do Porto não pode ser desligada do excelente desempenho que o aeroporto da cidade tem registado nos últimos anos no que respeita ao tráfego de passageiros e aos índices de satisfação demonstrados por todos quantos passam no aeroporto.

Apesar da conjuntura internacional, que não podia de deixar de afectar o Aeroporto do Porto, o certo é que os resultados operacionais continuam a ser animadores.

A perda de três por cento em passageiros e de 5,5 por cento em movimentos, apesar de negativa, situa-se bem acima da média europeia. Esta diferença entre movimentos e passageiros significa que a taxa de ocupação do aeroporto está a crescer, uma vez que a oferta desceu mais do que a procura.

Fernando Vieira espera que o Aeroporto do Porto consiga, até final do ano, no mínimo, alcançar os resultados do ano passado. Mas não descura a hipótese de os ultrapassar.

Fonte: Opção Turismo (Portugal)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Aeroporto de Lisboa culpado pela poluição sonora

Técnicos defendem a desactivação de uma das principais fontes de ruído: o aeroporto da Portela.

Câmara analisa hoje mapa de ruído.


A Câmara Municipal de Lisboa analisa hoje em reunião do executivo a actualização do mapa de ruído da cidade. Para qualquer habitante da capital não será difícil identificar, ainda que empiricamente, quais as zonas mais sensíveis em termos acústicos: Área envolvente do aeroporto? Certo. Zonas próximas das grandes eixos rodoviários? Certo.

A "Carta de Ruído de Lisboa constitui uma ferramenta essencial para o ordenamento e o planeamento urbano. Manuseada pelos técnicos torna-se uma verdadeira base de conhecimento fundamental para o desenvolvimento de estratégias de desenvolvimento urbano", explicou ao DN Bento Coelho, especialista em Acústica do Instituto Superior Técnico e que em 2000 colaborou no grupo de trabalho responsável pelo documento, agora em actualização.

Nas zonas consolidadas (zonas históricas) os problemas do ruído podem ser minimizados com medidas especiais, mas, sempre adoptadas "com sensibilidade e bom senso", conforme sublinha Bento Coelho. "É um erro querer Lisboa igual a Estocolmo, em termos de ruído. Lisboa é uma cidade do Sul. Vivemos na rua, o clima é bom, por isso é lógico não impor nas cidades do Sul os limites de ruído que vigoram no Norte da Europa. Pode haver o perigo de uniformização e de fundamentalismos", referia ao DN, em 2004 este mesmo especialista a propósito do chumbo de um plano de pormenor para Rua Artilharia , baseada na regulamentação geral sobre o ruído.

Hoje, cinco anos volvidos, Bento Coelho continua a sustentar a mesma posição: "Tentar introduzir estas normas numa cidade, em especial em zonas já consolidadas, pode provocar efeitos indesejáveis, por vezes perversos, já que se alteram funcionalidades", lembra.

Em zonas novas da cidade que vão ser urbanizadas, é possível ser mais rigoroso e ter mais objectivos de qualidade sonora do que nas zonas consolidadas", afirma. "É claro que as câmaras têm que fazer planos de redução de ruído quando ele se verifica, especialmente nas chamadas zonas sensíveis. Mas, acima de tudo", frisa, "tem de haver bom senso e tem de haver adaptação à dinâmica das cidades. Senão, a pouco e pouco vão ficando vazias".

A Carta do Ruído de Lisboa dá ainda resposta às mais recentes exigências constantes dos quadros legais nacional e europeu, como o Regime Legal da Poluição Sonora e Directiva Europeia relativa à Avaliação e Gestão de Ruído Ambiente.

As fontes de ruído mais importantes da cidade estão identificadas: o tráfego rodoviário, o tráfego aéreo e o tráfego ferroviário. O tráfego aéreo não tem expressão no período nocturno. O tráfego ferroviário tem uma influência relativamente localizada.

Como se resolvem, então, estes problemas de ruído exterior? Segundo Bento Coelho, apostando nos transportes colectivos, sobretudo os não-poluentes sonoros, coordenando-os, reduzindo velocidades, enterrando algumas vias. Quanto ao ruído do tráfego aéreo a solução mais radical para este técnico é só uma: "Desactivar o Aeroporto da Portela". Outras medidas minimizadoras (tráfego rodoviário) passam pela alteração do tipo de pavimento utilizado. Assim, o uso de tapete de betuminoso faz sentido em zonas do tipo 2.ª Circular ou Eixo Norte/Sul. Já o uso do paralelepípedo, apesar de esteticamente mais bonito e tecnicamente mais durável, tem a desvantagem de produzir mais ruído.

Fonte: Diário de Notícias (Portugal)

Aviação: OGMA duplica lucros em 2008, para 5,5 milhões de euros

As Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) fecharam o ano de 2008 com lucros de 5,5 milhões de euros, mais do dobro do realizado em 2007, indica uma nota da empresa à qual a Lusa teve acesso.

De acordo com a mesma nota, distribuída aos trabalhadores, "os resultados do exercício reflectem já um esforço da gestão no sentido de preparar a empresa para um período de crise generalizada cujos efeitos começaram a ser sentidos no segundo semestre" de 2008.

O trabalho de contenção, acrescenta a nota, "passou por diversas medidas restritivas a gastos, redução nos investimentos e nas despesas".

Fonte: Agência Lusa (Portugal)

domingo, 19 de abril de 2009

Saiba o melhor para viajar em segurança

Na hora de levantar voo, saiba em quem confiar.

Mais importante do que saber como escolher o melhor lugar a bordo, os melhores preços e destinos é ter presente quais as companhias aéreas mais seguras para viajar.

É certo que cada caso é um caso e, como não se pode ser o melhor em tudo, importa conhecer quais as companhias capazes de lhe oferecer a excelência, dentro da categoria de voo que procura, ou de serviços e comodidades que privilegia.

A lista das melhores

Esta semana percorro consigo o top dos melhores e dos piores, para que não se faça aos céus desavisado.

A Cathay Pacific foi eleita a melhor companhia aérea do mundo para voar, durante a prestigiada cerimónia dos World Airlines Awards, atribuídos pela londrina Skytrax. A transportadora, sediada em Hong Kong, serve 46 destinos mundiais e efectua outros 110 em regime de code-share, em articulação com a conhecida rede Oneworld, entre outras.

A distinção é conferida com base numa avaliação obtida a partir de 16,2 milhões de inquéritos efectuados a cidadãos de 97 países.

Também estará em boas mãos se voar com os restantes do Top 10: Singapore, Asiana, Qatar, Emirates, Qantas, Ethiad, Air New Zealand, Malaysia e Thai. Pode consultar cada detalhe no site oficial worldairlinesawards.com.

A lista negra

Na mesma semana, foi revelado outro ranking da aviação comercial, desta vez motivado pelas razões inversas. O Comité da Segurança Aérea da Comissão Europeia actualizou a lista negra das companhias aéreas proibidas de voar na UE.

Foram interditas seis empresas do Cazaquistão, uma da Tailândia, uma da Ucrânia e todas as do Benim. A entidade sublinha os «progressos» feitos por Angola e pela Indonésia, ambos com companhias aéreas na lista negra da EU, por forma a garantirem que todos os respectivos aviões e transportadoras respeitem as exigências internacionais de segurança para passageiros.

Se não quer correr riscos, pode conferir o rol das empresas a evitar em:

ec.europa.eu/transport/air-ban/pdf/list_pt.pdf

As melhores companhias

Equipa de Bordo - Malaysia

Low-cost - Air Asia

Primeira Classe - Thai

Classe Executiva - Virgin Atlantic

Classe Económica - Qatar

Companhia do Médio Oriente - Qatar

Companhia Europeia - Swiss

Companhia América do Norte - Continental

Ligações Transatlânticas - British Airways

Ligações Transpacíficas - Asiana

Entretenimento - Emirates

As piores companhias

Todas as companhias da Guiné Equatorial, Quirguizistão, Libéria, Serra Leoa,Suazilândia, Congo e Gabão (excepto a Gabon Airlines e a Afrijet). E ainda a Ariana Afghan Airlines (Afeganistão), a Siem Reap Airways International (Camboja), a Air Koryo (RD Coreia), a Siverback Cargo Freighters (Ruanda), a Air West (Sudão), e ainda as Ukraine Cargo Airways, Ukraine Mediterranean Airlines e Volare Aviation (Ucrânia).

Fonte: Margarida Caetano (Destak - Portugal)

Susto na aterrissagem de avião da TAP em Copenhagem

Aeronave com origem de Lisboa fez tangente ao terminal de carga e só aterrissou na segunda tentativa. Passageiros recearam o pior, mas a TAP garante que "tudo esteve sob controle".

Os passageiros do voo 502 da TAP, com origem de Lisboa, temeram o pior ontem (18) à noite durante a aterrissagem no aeroporto internacional de Copenhagem, na Dinamarca.

O avião desviou-se da rota de aterrissagem segundo um porta-voz do aeroporto dinamarquês, noticia a "TSF", pelo que a torre de controle pediu aos pilotos para interromperem a aterrissagem e procederem a uma nova tentativa.

Alguns dos passageiros disseram a uma televisão do país que a aterrissagem foi atribulada e o avião rasou o terminal de carga, tendo que abortar a aterrissagem. Já a TAP garante tratar-se de um exagero dos viajantes uma vez que "tudo esteve sob controle".

"Esta é uma situação normal na aviação", desvalorizou o porta-voz da companhia aérea portuguesa. André Soares garantiu à TSF que "o comandante fez uma aproximação visual depois da autorização da torre de controle de Copenhagem", mas como não estavam reunidas as condições para pousar o avião em segurança, foi invertido o sentido para uma segunda tentativa e o aparelho passou a "500 pés de altitude" do terminal de carga.

No entanto, o responsável sublinha que "o avião nunca esteve em perigo".

Fonte: Expresso (Portugal)

sábado, 18 de abril de 2009

Pilotos da PGA mais dois dias em paralisação

Os pilotos da PGA iniciaram às 00:00 de hoje mais dois dias de paralisação, após as greves de terça-feira e quinta-feira que provocaram o cancelamento de cerca de 70 voos.

Fonte do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil afirmou à agência Lusa que é esperada uma adesão semelhante às dos dois últimos dias de paralisação, superior a 90 por cento, não podendo avançar uma previsão do numero de voos a ser cancelados "uma vez que a empresa voltou a vedar o acesso ao planeamento".

A paralisação iniciada hoje às 00:00 termina às 24:00 de Domingo.

Fonte: Diário de Notícias (Portugal)

Força Aérea de Portugal compra avião de antigo ditador do Zaire

O avião de Mobutu, que esteve a apodrecer na Portela, tornou-se um objecto desejado. A ANA vendeu-o a um sucateiro – mas a Força Aérea foi buscá-lo para o seu museu e recuperou-o. Só teve dinheiro, porém, para comprar o cockpit.

O avião de Mobutu acabou de ser restaurado pela Força Aérea Portuguesa (FAP) por razões sentimentais. E vai ser apresentado ao público em Maio nas comemorações dos 100 anos da Aviação em Portugal. Insólito?

Na verdade, o aparelho que pertenceu ao antigo ditador do Zaire faz parte da história da Força Aérea e da guerra colonial portuguesas. É um Boeing 707 igual aos que a FAP usou na guerra colonial para transportar tropas, para repatriar milhares de portugueses depois da descolonização e para ir buscar prisioneiros a Timor-Leste.

O Boeing 707-382B, prefixo CS-TBD, da TAP, em 02/09/1978, antes de ser vendido para a República do Zaire, no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro - Foto: Vito Cedrini - Clique na imagem para ampliá-la

O mesmo Boeing 707-382B, utilizando o prefixo 9T-MSS, em operação para a Presidência da República do Zaire, em 1987, no Aeroporto do Faro, em Portugal - Foto: Pedro Aragão - Clique sobre a foto para ampliá-la

Mais uma foto do Boeing 707-382B, utilizando o prefixo 9T-MSS, já fora de operação para a Presidência da República do Zaire, em 04/06/2005, encostado e se deteriorando no Aeroporto da Portela, em Lisboa, Portugal - Foto: Luis Gonçalves - Clique sobre a foto para ampliá-la

Durante 15 anos, o avião presidencial de Mobutu Sesse Seko, que se dizia que tinha torneiras em ouro, esteve abandonado e a apodrecer num hangar da Portela. No final de 2006, a ANA acabou por ficar com o aparelho, na sequência da dívida incobrável pelas taxas de ocupação do aeroporto pelo aparelho.

Fonte: SOL (Portugal) - Fotos: airliners.net / planepictures.net

sexta-feira, 17 de abril de 2009

TAP com mais de 2400 voos cancelados por falta de passageiros

A necessidade de controlar custos e de adaptar a oferta ao abrandamento do tráfego aéreo vai obrigar a TAP a suspender mais 2400 voos entre Abril e Junho, que se somam aos 2190 já cancelados desde o início deste ano. Esta medida de poupança de custos, que pretende estancar as elevadas perdas da transportadora estatal (situadas nos 280 milhões de euros em 2008), vai incidir especialmente sobre as rotas europeias.

Depois da escalada do petróleo, que atingiu o pico em Julho do ano passado, a companhia de aviação tem, agora, de lidar com a quebra na procura, impulsionada pela crise mundial. Só nos dois primeiros meses de 2009, a TAP perdeu nove mil passageiros, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Redução que fez com que fosse obrigada a redimensionar a operação, cortando o número de ligações.

Nos próximos três meses, a empresa planeia cortar mais 2400 voos, com especial incidência sobre as rotas europeias, uma vez que é nesta região que a transportadora aérea tem mais frequências, o que facilita a transferência de passageiros. Somando as 2190 ligações que a TAP já cancelou desde Janeiro, nos primeiros seis meses deste ano, os cancelamentos vão chegar aos 4590 voos.

Os passageiros com reservas já efectuadas são contactados pela empresa no sentido de alterar o voo para o dia ou a hora mais próxima da ligação cancelada. Por enquanto, a TAP não teme que esta redução possa significar uma fuga dos clientes para companhias concorrentes, dado não ter registado essa tendência relativamente às suspensões efectuadas no início deste ano.

Esta medida faz parte de um plano de emergência maior a que a companhia de aviação deu início no ano passado para combater a alta do petróleo. E que incluiu, por exemplo, o lançamento de campanhas promocionais para vender lugares vazios a um preço mais reduzido.

Reformas insuficientes

Mesmo assim, não conseguiu evitar uma derrapagem financeira, que fez com que terminasse o ano de 2008 com prejuízos de 280 milhões de euros. Valor que contrasta com os lucros de 32,8 milhões de euros obtidos em 2007 e com as metas impostas pelo Governo para o ano passado, que rondavam os 64 milhões de euros.

A Parpública, holding estatal que é a única accionista da TAP, revelou quarta-feira, no seu relatório e contas, que as perdas da participada já chegaram aos 320 milhões de euros. No entanto, a companhia de aviação veio esclarecer que os 40 milhões de diferença em relação ao que já tinha anunciado se referem a provisões, não devendo ser acumulados aos prejuízos.

O relatório publicado pela Parpública é claro no que se refere à avaliação do desempenho da TAP em 2008, considerando que "as reformas em curso [nas quais se inclui a redução de voos] foram insuficientes para reestruturar a companhia e criar condições de sustentabilidade e de capacidade de resposta às condições de mercado". Confrontada com estas declarações, a TAP preferiu não fazer comentários, remetendo explicações para a data da apresentação dos resultados oficiais da empresa, a 28 de Abril.

A holding do Estado aponta ainda duas soluções para resolver os problemas da transportadora: a redução da estrutura e dos custos e a entrada de novos parceiros. Metas que continuam por cumprir e que acabam por tornar a TAP cada vez menos atractiva aos olhos dos investidores.

Fonte: Público (Portugal)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Portugália acusa pilotos de porem em causa viabilidade da empresa

A PGA - Portugalia Airlines, que teve um prejuízo na ordem dos seis milhões de euros em 2008, acusou, esta quinta-feira, os pilotos da companhia de porem em causa o futuro da empresa com a actual greve. Por seu lado, o sindicato responsabilizou a administração da transportadora.

Ouça a reportagem

Luís Lapa, administrador-delegado da Portugália, disse, esta quinta-feira, que a greve dos pilotos pode transformar a PGA num factor de perturbação para a TAP, que detém a transportadora.

«A Portugália tem de demonstrar» nos próximos tempos «que vai conseguir estar estável e a produzir sem perturbações significativas, porque a TAP precisa», afirmou.

Sem concretizar quanto está a custar à empresa a actual greve dos pilotos, Luís Lapa negou que seja meio milhão de euros, como foi avançado pelo sindicato dos pilotos.

O administrador-delegado mostrou-se muito apreensivo com a situação financeira da companhia e revelou que nas contas de 2008, a apresentar daqui a poucos dias, os prejuízos da PGA devem chegar aos seis milhões de euros.

Entretanto, Nuno Queirós, delegado do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, garantiu que não são os pilotos que estão a pôr em causa a viabilidade da empresa, mas antes algum «acidente» que possa acontecer, provocado pela «fadiga no organismo» dos pilotos.

Nuno Queirós garantiu que a greve foi decretada ao fim de 18 meses de troca de correspondência e de algumas reuniões e acusou a Portugália de má-fé, por ter adiado até à ultima hora qualquer possibilidade de negociação para evitar a paragem dos pilotos.

A greve dos pilotos, que se cumpriu est quinta-feira e a 14 de Abril, deverá repetir-se sábado e domingo.

Num balanço relativo às 14:30, a greve desta quinta-feira tinha obrigado ao cancelamento de 23 voos, sendo que se realizaram normalmente 25 ligações aéreas.

Fonte: TSF Rádio Notícias (Portugal)

TAP regista prejuízos superiores a 320 milhões de euros em 2008

As perdas registadas pela TAP no ano passado ultrapassaram em mais de 100 milhões de euros as previsões iniciais, com os prejuízos a atingirem 320,6 milhões de euros. A Parpública, única accionista da empresa, aponta o dedo aos planos de crescimento "ambiciosos" e aconselha que se reduza a estrutura de custos e que se encontro novos parceiros para a companhia de aviação,

Os números do "ano negro" para a transportadora dirigida por Fernando Pinto constam no relatório e contas da "holding" do Estado. As perdas atingem os 320,6 milhões de euros, contrastando com os lucros alcançados em 2007, em redor dos 32,6 milhões de euros.

O documento refere que as contas da transportadora estatal foram afectadas pela crise e pelo facto de esta "coincidir com uma fase crítica do desenvolvimento" assente "em ambiciosos objectivos de crescimento", que se traduziram "no aumento da frota e no reforço das suas posições accionistas", nomeadamente na empresa de manutenção brasileira VEM e na Portugália.

A "concretização do potencial de valor destes projectos", que continuam longe de apresentar lucros, e "a entrada de novos parceiros" são as soluções apresentadas pelo accionista da TAP para recuperar a empresa.

Ainda assim, esta terá de ultrapassar vários obstáculos, como uma "conjuntura internacional extremamente adversa, a insuficiente competitividade" e a "rigidez da estrutura de custos", acrescenta o o relatório e contas da "holding" estatal.

Apesar de o volume de negócios da companhia de aviação ter crescido 300 milhões de euros, a TAP não conseguiu estancar as perdas, tendo o passivo financeiro aumentado 200 milhões de euros e passado para os 1400 milhões.

A Parpública afirma que o aumento dos custos (28 por cento) esteve por detrás da derrapagem financeira. Especialmente, no que diz respeito aos gastos com combustível, cuja factura atingiu os 703 milhões de euros, mais 280 milhões do que em 2007. Os custos com pessoal cresceram quase dez por cento, "em consequência do aumento do número de colaboradores", refere o relatório.

A accionista da TAP sublinha, assim, a "aprofundada preocupação" com a transportadora aérea, frisando que esta tem de "encontrar soluções para fazer face aos duros desafios decorrentes da actual conjuntura".

Fonte: Público (Portugal)

Governo vai “repensar o plano estratégico da TAP”

Teixeira dos Santos disse que o Governo está preocupado com os prejuízos da TAP e que é preciso “repensar o plano estratégico” da companhia.

A TAP deve ter fechado o ano de 2008 com prejuízos de 280 milhões de euros, de acordo com fonte da empresa

"É com preocupação que o Governo vê esses resultados", afirmou hoje o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a propósito das contas de 2008 da Parpública divulgadas ontem e que revelam que a empresa fez uma provisão de 321 milhões de euros para fazer face aos prejuízos da TAP.

Já a agência "Lusa" avança hoje que a transportadora nacional deve apresentar prejuízos de cerca de 280 milhões de euros, de acordo com uma fonte da empresa.

Face aos números, Teixeira dos Santos admite que o Governo está "obrigado a repensar o plano estratégico da TAP e a sua organização" e "identificar medidas de reestruturação e reequilíbrio financeiro".

O responsável pela pasta das Finanças notou, contudo, que a TAP enfrentou no ano passado situações excepcionais como o choque petrolífero e o rebentar da crise económica.

Em Junho de 2008, os preços do crude atingiram máximos históricos acima dos 140 dólares, o que encareceu o preço dos combustíveis. Para além disso, no final do Verão passado estalou a crise financeira com a falência do banco norte-americano Lehman Brothers.

O Diário Económico já noticiou que a TAP terá gasto 700 milhões de euros com combustível no ano passado, mais 280 milhões de euros do que tinha desembolsado em 2007.

No ‘briefing' do Conselho de Ministros, Teixeira dos Santos recusou, no entanto, comentar os planos de aquisição de aviões da TAP. Recorde-se que a companhia mantém a intenção de comprar 12 novos aviões de longo curso, que devem chegar em 2012.

Fonte: Diário Económico (Portugal)

SATA com imagem mais competitiva

A nova imagem da SATA surge no âmbito de um projecto de modernização da companhia onde se destacam a renovação das aeronaves, o novo modelo de distribuição e vendas via web, a diversificação do leque tarifário, o novo programa de passageiro frequente, entre outras inovações, com vista a enfrentar um mercado bastante concorrencial e atípico por via da conjuntura internacional.

Ademais, a renovação da frota da SATA Air Açores (2009/2010), a entrada ao serviço do novo A320 da SATA Internacional (Junho de 2009), a par dos avanços tecnológicos da própria indústria, abriram janelas de oportunidade para relançar a imagem com poupanças económicas (não é preciso repintar as aeronaves pois basta especificar a nova pintura atempadamente aos fabricantes), ao mesmo tempo que potenciam o efeito estratégico e comercial dos investimentos nas aeronaves. Os novos esquemas de pintura, por utilizarem avanços técnicos recentemente verificados nas indústrias da aeronáutica e da química industrial, vão permitir ainda que as aeronaves apresentem um peso optimizado, com vantagens ao nível do consumo de combustível.

O estudo da nova imagem da SATA, que durou praticamente um ano, foi liderado pelo criador da actual imagem, que data de há dez anos, portanto, uma imagem "clássica" que não estará adequada às recentes mutações no panorama comercial do sector da aviação civil. A companhia solicitou um desenvolvimento conceptual evolutivo capaz de acompanhar os desafios comerciais num mercado altamente competitivo com a introdução de modelos híbridos e dos low-cost, todavia, sem perder as referências iconográficas à história dos Açores e da própria raiz identitária da SATA.

Na óptica do presidente do conselho de administração do Grupo SATA, António Gomes de Menezes, a aposta que agora se inicia resultará numa imagem comercialmente mais apelativa, capaz de competir - quer pelo impacto visual, quer pelos elementos inovadores - com as mais variadas companhias aéreas e em qualquer aeroporto do mundo.

Depois dos resultados verificados em 2008, em que as seis empresas do Grupo acusaram um prejuízo de 2,9 milhões de euros - os resultados operacionais foram muito afectados pelo aumento do custo dos combustíveis - a SATA não espera facilidades este ano. Preconiza sim um exercício marcado por forte incerteza no que respeita à evolução do tráfego, factor, aliás, que constitui a principal condicionante da performance económico-financeira do Grupo em 2009. Nesse particular, no ano passado, o Grupo SATA transportou 1,5 milhões de passageiros, menos 17 mil passageiros do que em 2007, com um load-factor taxa de ocupação de uma aeronave) de 73% na SATA Internacional e de 63% na SATA Açores, indicadores semelhantes aos de 2007.

Acrescem, nesse tabuleiro bastante complexo, outras peças chave tais como a evolução do preço dos combustíveis, a paridade euro-dólar, entre outras. A actividade da SATA está deste modo dependente da recuperação económica e da disponibilidade financeira e da vontade do público em voltar a viajar.

Fonte: Pedro Lagarto (AO Online - Açores - Portugal)