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segunda-feira, 4 de maio de 2009

ISS passará pelos céus de Canoas (RS)

Nesta segunda-feira dia (04), logo após o anoitecer, passará pelos céus de Canoas a ISS -International Space Station (Estação Espacial Internacional). Se o clima permitir (céu limpo) poderá ser observada a olho nú. Ela aparece como um ponto brilhante em movimento no céu, seu brilho é como o de uma estrela, só que bem mais intenso.

Data: 04 de Maio de 2009

Horário local: 18 h 35 min até 18 h 40 min.

Duração do fenômeno: 5 min.

Início da trajetória: Sul-Sudoeste.

Final da trajetória: Este-nordeste.

Dica: Para quem está em Canoas é como se ela surgisse na direção da cidade de Guaiba em se movesse na direção aproximada a Sapucaia do Sul. Sua elevação máxima será de 50 graus em relação ao horizonte permitindo que seja observada com muita facilidade mesmo com a luminosidade e poluição de nossa região.

É importante destacar que dada a breve passagem, o obsevador deve estar com um relógio ajustado no horário correto, pois alguns minutos de adiantamento ou atraso e perde-se o fenômeno.

Os dados foram obtidos diretamente do JPL-NASA (Jet Propulsion Laboratory ) e são precisos.

Dados interessantes:

A Estação Espacial tem aproximadamente 110 metros de comprimento de ponta a ponta, tem 453.6 toneladas, viaja ao redor da Terra a 7,4 km/s ou seja 26640 km/h a uma altura da superfície de nosso planeta que em média é de 354 km. Sua órbita tem uma inclinação de 51.6 graus com a linha do equador.

Fonte: Jornal Correio de Notícias - Imagem: NASA

domingo, 3 de maio de 2009

Agência russa decide suspender oferta de bilhetes para viagens espaciais

Turistas espaciais vão ter de esperar por nave própria

Motivo da suspensão é a falta de espaço na estação


Os multimilionários que quiserem comprar um bilhete de ida e volta com destino a uma plataforma espacial terão que esperar até que se construa uma nova nave russa Soyuz, projetada especialmente para turistas espaciais.

O magnata norte-americano do mercado da informática Charles Simonyi foi o último turista a visitar a Estação Espacial Internacional (ISS) . Simonyi, que pagou US$ 35 milhões por uma passagem para a Soyuz, foi o único turista dos seis que pisaram na ISS desde 2001 que pôde repetir a experiência.

Desde que retornou à Terra, no dia 7 de abril, a Estação Espacial foi fechada por vários anos para os curiosos por este tipo de turismo, não importa quantos milhões paguem.

"O turismo espacial é uma atividade complicada. Sinto, mas temos que construir a ISS não para os turistas, mas para satisfazer as necessidades dos habitantes da Terra", disse Vitali Lopota, presidente da firma aeroespacial Energia.

A Rússia recorreu ao turismo espacial no início desta década devido à grave crise de financiamento que afetou seu programa especial depois da queda da União Soviética, primeira potência a enviar um homem ao espaço, em 1961.

No início, a decisão russa de enviar turistas para o espaço foi muito mal recebida pela agência espacial norte-americana, Nasa, que achava que a presença de turistas na plataforma distrairia os astronautas.

Agora, porém, segundo o diretor da Agência Espacial Russa (Roscosmos), Anatoli Perminov, a razão para suspender as visitas é a falta de espaço.

Perminov explicou que, "segundo os acordos internacionais, quando se lançarem os módulos japoneses e europeus, a tripulação (da ISS) deverá ser de seis pessoas (...), por isso não há lugar para turistas espaciais".

Este mês, três novos astronautas se juntarão à atual expedição número 19 da ISS para formar a primeira tripulação ampliada de seis pessoas.

A decisão de ampliar o pessoal da estação deve-se aos atrasos na construção da plataforma, projeto iniciado em 2000, com a participação de 16 países. Além disso, se duplicarão os lançamentos de foguetes Soyuz, de dois para quatro por ano, já que ela será o único veículo de revezamento de tripulações da ISS depois que as naves norte-americanas saírem de serviço, em 2010.

O consórcio russo Energuia, o encarregado da construção dos foguetes Soyuz, apontou em 2008 que se o programa espacial russo recebesse o financiamento necessário, já não teria que recorrer ao turismo como fonte de renda.

No entanto, a crise financeira afetou a pesquisa espacial, motivo pelo qual a Energuia se mostra disposta a assumir um novo pedido.

O chefe do programa de voos da Roscosmos, Alexei Krasnov, afirmou que a nova Soyuz para turistas espaciais poderia estar pronta "em 2012 ou 2013", segundo a agência Interfax.

Por sua vez, Lopota estimou que a Energuia poderia construir a nova Soyuz em "dois anos e meio, três anos", mas ponderou este prazo, devido à atual restrição de crédito.

Não em vão, cerca de 30% do dinheiro investido na construção das naves Soyuz procede de créditos bancários,acrescentou. Em qualquer caso, a Roscosmos cogita outras alternativas para os interessados: a compra de uma nave espacial. "Se um multimilionário tiver um irresistível desejo de viajar para ISS, pode adquirir uma Soyuz", assinalou Vitali Davidov, subdiretor da Roscosmos.

Fonte: EFE via Diário de Pernambuco

sábado, 2 de maio de 2009

´Nariz da NASA´ vira arma contra câncer

Desde 2008, na Estação Espacial Internacional, é testado um farejador eletrônico que monitora a qualidade do ar dentro de ônibus espaciais.

´Nariz Eletrônico´ da Nasa: involuntariamente, se tornou uma solução para diagnósticos de cânceres cerebrais

Sua eficácia na função está sendo qualitativa, segundo seus fabricantes. Mas, o que a NASA não sabia é que sua tecnologia pode também ajudar no tratamento de câncer cerebral.

Ele, o e-nose, também é capaz de detectar diferenças de odor entre células normais e cancerígenas, segundo neurocirurgiões da City Of Hope Câncer Center. O ‘nariz espacial’, inclusive, já está sendo usado por cientistas que estudam o mapeamento do cérebro da BMP (Brain Mapping Foundation), em parceria com estudiosos de medicina do JPL (Jet Propulsion Laboratory).

O grupo investiga o papel dos odores da célula no tráfego celular, na migração de células estaminais, na metástase (formação de lesão tumoral a partir de outra) do câncer cerebral e também o potencial do dispositivo eletrônico para ser usado como ferramenta de imagiologia intraoperatória, informa o Science Daily.

O ‘nariz eletrônico” é o mais eficiente recurso para identificar contaminadores em veículos espaciais (dentro de um intervalo de um para aproximadamente 10 mil partes por milhão, de acordo com a NASA)

Fonte: Guilherme Pavarin (INFO Online) - Foto: NASA

Cientista brasileira é premiada com o 7th Women of Discovery Awards

A carioca Rosaly Lopes já descobriu mais de 71 vulcões ativos (detalhe) na lua Io do planeta Júpiter

Na última terça-feira (28), a carioca Rosaly Lopes, 52 anos, cientista planetária e especialista em Vulcanologia do Laboratório de Propulsão Jet da NASA, recebeu, juntamente com outras mulheres, o 7th Women of Discovery Awards. O prêmio reconhece o destaque feminino em vários campos relacionados à exploração científica internacional. As outras cientistas agraciadas com o prêmio foram: a bióloga e ecologista Aparajita Datta (Índia), a bióloga e conservacionista dos carnívoros Leela Hazzah (Egito), a palentologista especializada em dinosauros Bolortsetseg Minjin (Mongólia) e a geofísica especializada em acústica submarina em águas profundas Maya Tolstoy (EUA).

A recepção teve lugar no Tribeca Rooftop em New York City e o prêmio foi entregue pela Wings Worldquest. Desde 2003, o Wings Women of Discovery tem premiado mais de 50 mulheres em todo o mundo por seu destaque na área científica nas categorias Terra, Mar, Ar e Espaço, Humanidades, Coragem, Pesquisa e Carreira.

Rosaly é formada em Astronomia com doutorado em Geologia Planetária e já realizou várias expedições a vários vulcões, como, Monte Etna, Kilauea, Vesúvio, Santorini, Montserrat e muitos outros ao redor do mundo. A cientista já descobriu mais de 71 vulcões ativos na lua Io de Júpiter, fazendo com que seu nome fosse incluído no Livro dos Récordes em 2006.

Fonte: Brazilian Voice - Imagem: divulgação

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Sonda revela segredos da superfície vulcânica de Mercúrio

Espaçonave Messenger, da Nasa, fez segundo sobrevoo do planeta.

Resultados trazem dados de composição e campo magnético do astro.


Imagem de Mercúrio em cor natural, obtida pela sonda Messenger

O segundo sobrevoo da sonda Messenger, da Nasa, sobre Mercúrio se mostrou revelador para os cientistas. Uma série de resultados sobre essa fase da missão, ocorrida em outubro de 2008, acabam de ser divulgados numa série de artigos no periódico científico americano "Science".

Um dos estudos revela detalhes da interação do campo magnético do pequenino planeta Mercúrio - o menor do Sistema Solar - com o campo magnético solar. Como ele é o planeta mais próximo do Sol, essa dinâmica é bastante intensa.

Imagem colorizada artificialmente realça detalhes de Mercúrio

Outros dois estudos revelam detalhes sobre a superfície de Mercúrio - planeta que só recebeu visita de uma outra sonda antes, a americana Mariner 10, nos anos 1970.

Segundo os resultados obtidos pela equipe da Nasa, a superfície do astro é majoritariamente constituída por material vulcânico - erupções violentas e constantes que devem ter ocorrido durante longos períodos de tempo.

A Messenger deve fazer mais um sobrevoo de Mercúrio, antes de entrar definitivamente numa órbita ao redor do planeta, quando os cientistas terão acesso a uma quantidade de dados muito maior para decifrar os mistérios do astro.

Fonte: Salvador Nogueira (G1) - Fotos: Nasa

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Nasa autoriza voo de astronautas ao Hubble no dia 11

Missão será a última manutenção do telescópio, que deverá ser substituído no espaço em 2014

O Ônibus Espacial Atlantis na plataforma de lançamento (Launch Pad 39A) - clique sobre a foto para ampliá-la

A Nasa confirmou nesta quinta-feira, 30, a data de 11 de maio para o lançamento da missão STS-125 do ônibus espacial Atlantis, para levar ao espaço astronautas encarregados de fazer a última manutenção do Telescópio Espacial Hubble. No espaço há mais de uma década, o Hubble será substituído, em 2014, por um instrumento mais poderosos o Telescópio Espacial James Webb.

Esta será a quarta missão de manutenção do telescópio. Depois do desastre do ônibus espacial Columbia, em 2003, a Nasa chegou a cancelar todos os novos voos destinados ao telescópio, por considerá-los muito arriscados, mas acabou voltando atrás.

A missão envolverá cinco caminhadas espaciais e a substituição de componentes do telescópio, como um computador defeituoso. Além disso, outro ônibus espacial será mantido de prontidão na Terra, para resgatar os astronautas no espaço caso ocorra algum problema com o Atlantis no espaço.

Fonte: Estadão.com.br - Foto: NASA

terça-feira, 28 de abril de 2009

Descoberto objeto mais distante no Universo

Astrônomos do Observatório de Cerro Paranal, no norte do Chile, detectaram o brilho do que seria o objeto mais distante conhecido até agora no Universo - uma explosão ocorrida há mais de 13 bilhões de anos, apenas 600 milhões de anos depois do Big Bang, informou o Observatório Europeu Austral (ESO), que administra o complexo.

Foto: PA

"O Very Large Telescope do ESO demonstrou que uma suave detonação de raios gama detectada na quinta-feira passada corresponde à explosão do objeto mais distante conhecido no Universo", diz uma nota à imprensa divulgada pelo observatório, situado na região de Antofagasta, a 1.200 km ao norte de Santiago.

"A explosão aparentemente ocorreu há mais de 13 bilhões de anos, ou 600 milhões de anos depois do Big Bang", que teria dado origem ao Universo, acrescentou o comunicado.

As explosões de raios gama -invisíveis ao olho humano- são curtos lampejos energéticos que podem durar menos de um segundo e até vários minutos, quando liberam grande quantidade de energia, convertendo-se nos eventos mais poderosos do Universo.

Pensa-se que estariam associados à explosão de estrelas engolidas pelos buracos negros.

"Mirar o Universo mais distante significa retroceder no tempo. A explosão ocorreu quando tinha cerca de 600 milhões de anos, menos de 5% de sua idade atual. As primeiras estrelas teriam se formado quando a idade do Universo era de entre 200 e 400 milhões de anos", explicaram técnicos do ESO.

"Podemos estar certos de que explosões ainda mais remotas serão encontradas no futuro, o que abrirá uma janela no estudo das primeiras estrelas e o fim da Idade Obscura do Universo", assinalou Nial Tanvir, da equipe de astrônomos do VLT, citado no texto.

A explosão de raios gama que revelou o objeto mais distante foi detectada por um satélite da Nasa. A detonação, de 10 segundos, foi localizada na constelação de Leão.

O Very Large Telescope de Cerro Paranal é considerado um dos instrumentos ópticos mais potentes do Planeta.

Telescópios do Observatório Europeu Austral - Foto: AFP

Fonte: AFP

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Nasa adia lançamento de nave Atlantis

A Nasa decidiu adiar em pelo menos um dia o lançamento do ônibus espacial Atlantis que levará peças ao espaço para consertar o telescópio Hubble que apresenta falhas técnicas.

De acordo com o anúncio da Nasa, o lançamento do ônibus foi adiado do dia 10 para o dia 11 para dar mais tempo aos técnicos do projeto trabalharem em pequenos detalhes de segurança.

A estatal americana, no entanto, admite mudar de novo a data de lançamento para o dia 13 de maio ou mesmo para 22 de maio.

Telescópio Hubble: Nasa diz que não há pressa para reparar este equipamento

Estes adiamentos podem acontecer se as condições climáticas não estiverem favoráveis para o lançamento do ônibus na data marcada inicialmente.

A NASA diz que o telescópio Hubble pode esperar uns dias a mais para receber reparos e que não há motivos para apressar a missão espacial.

Acima, o Ônibus Espacial Atlantis pronto para decolar para a Missão STS-125

Fonte: INFO Online - Fotos: NASA

sábado, 25 de abril de 2009

Rubens Barrichello vai para o espaço. Como turista.

Em mais uma polêmica alimentada pela equipe Brawn GP, a notícia que circulou ontem não trata apenas de corrida em um circuito. Será mesmo pelo espaço. O piloto brasileiro Rubens Barrichello deverá ser um dos próximos integrantes da Virgin Galactics, a companhia que já realizou uma série de viagens com tripulações onde um é o ‘turista espacial’.

Ontem, Richard Branson, o multimilionário dono da empresa – que é patrocinadora da escuderia Brawn GP, pela qual Barrichello está disputando o mundial de Fórmula Um – anunciou que o piloto brasileiro e o tricampeão mundial Nikki Lauda, aceitaram participar do programa de turismo espacial da Virgin que vai entrar em nova etapa, com a construção de um ônibus para 7 pessoas, um piloto e seis tripulantes, e que deverá estar pronto no final deste ano.

A partir de então, serão 18 meses de testes para o programa de lançamento, onde a nave seria colocada em órbita conjugada a um avião. Branson e sua família também estarão entre os passageiros da primeira viagem. Barrichello, que confirmou sua inclusão, teria pago US$ 200 mil (pouco mais de R$ 400 mil) pelo bilhete de turista espacial. Já Nikki Lauda, que é dono de uma empresa aérea (a Lauda Air) e habitualmente pilota seus aviões, afirmou que pretende ser o piloto desta nova experiência.

A viagem deverá durar 2h30 e o SpaceShuttle ShipTwoo deverá alcançar a altitude de 109 km. Os ocupantes do ônibus ficarão de 4 a 5 minutos sob o estágio da gravidade zero. Após retornarem à Terra, todos serão considerados, oficialmente, astronautas.

As primeiras viagens serão semanais e acontecerão a partir da base de lançamento do Deserto da Califórnia (EUA). Depois dos primeiros vôos, a Virgin Galacty pretende que as viagens possam ter uma ou duas edições diárias, de acordo com o número de compradores. Será construído um Centro Especializado de Treinamento no estado do Novo México (EUA) que funcionará como base central do projeto.


Enquanto curte a possibilidade do ‘sonho de criança’ (como anunciou o seu ingresso neste projeto), Barrichello participa neste domingo de mais uma corrida, o GP do Bahrein, onde larga em sexto lugar.

Fonte: Agência Estado via Brasilturis

Escudo térmico para astronautas

NASA prepara próxima viagem à Lua

Imagem ao lado: Módulo ‘Orion’, que levará os astronautas à Lua por volta de 2020

Ao mesmo tempo que prepara as comemorações do 40º aniversário da chegada do primeiro homem à Lua, no próximo dia 21 de Julho, a NASA acaba de seleccionar o material que funcionará como escudo térmico para proteger os astronautas quando forem retomados os voos para a Lua.

O material será utilizado para proteger o módulo ‘Orion’ (muito semelhante à ‘Apolo’), que levará e trará de volta os astronautas.

O escudo térmico terá a forma de um disco, instalado na base do módulo ‘Orion’. Deverá ser capaz de manter o calor longe da restante estrutura do módulo, desgastando-se de forma controlada, suportando uma temperatura que faz a maioria dos materiais fundirem-se instantaneamente (a 2760 graus centígrados) durante a reentrada na atmosfera.

Curiosamente, o material escolhido pela Agência Espacial norte-americana recaiu sobre o Avcoat, já usado na protecção dos módulos ‘Apolo’, há mais de 40 anos, e em algumas áreas dos vaivéns espaciais nas suas versões iniciais.

O Avcoat é feito de fibras de sílica com um preenchimento de resina epóxi, aplicado sobre uma base.

Fonte: Correio da Manhã (Portugal) - Imagem: NASA

Robô Spirit volta a rodar em Marte, 15 dias após pane

A jornada fez o Spirit avançar 1,7 metro em direção a seu destino, 150 metros à frente

Ilustração do robô sobre rodas Siprit, em Marte desde 2004

O robô Spirit da Nasa rodou na quinta-feira, 23, pela primeira vez desde 8 de abril, reagindo a comandos enviados por engenheiros que ainda investigam os "ataques de amnésia" e outros sinais de comportamento errático que o equipamento vem manifestando nas últimas semanas.

A jornada fez o Spirit avançar 1,7 metro em direção a seu destino, 150 metros à frente. O robô já superou sua expectativa de vida em Marte em mais de 20 vezes.

Nesta semana, engenheiros do laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, na Califórnia, consideraram que seria seguro enviar ao Spirit ordens para um deslocamento na quinta-feira. Eles estimaram que, se o robô tivesse outro episódio de amnésia, a reação à ordem seria útil para o diagnóstico do problema.

Nas últimas duas semanas, o Spirit falhou, por três vezes, em registrar os dados dos eventos do dia na memória não-volátil. Essa memória perdura mesmo quando o equipamento está sem energia, ou quando o robô "cochila" para poupar eletricidade.

"Esperamos ver mais eventos de amnésia, e queremos descobrir mais sobre eles", disse a chefe da equipe de sequenciamento do robô, Sharon Laubach.

A equipe também está investigando outros dois problemas apresentados pelo robô recentemente: ele não respondeu a três sessões consecutivas de comunicação e ficou ligando e desligando seu computador nos dias 11, 12 e 18.

O Spirit e seu gêmeo, Opportunity, completaram suas missões originais de três meses em Marte em abril de 2004, e continuaram a fazer pesquisas científicas em pontos opostos do planeta.

Fonte: Terra - Imagem: NASA

NASA pode adiar regresso do homem à Lua por falta de dinheiro

Decisões definitivas só em Maio

Os novos foguetes Ares, com os quais a NASA planeja ir à Lua

O regresso do homem à lua pode estar mais longe do que se previa. A agência espacial norte-americana, NASA, não tem orçamento suficiente para cumprir o programa Constelação, que deveria enviar astronautas para a lua em 2020. Mas só em Maio, quando for divulgado o orçamento oficial, é que se saberá se os planos ambiciosos lançados por George W. Bush em 2004 podem mesmo ter seguimento.

Embora a NASA tenha planeado os custos do programa Constelação até 2025, os números podem não ser realistas. O projecto foi estruturado prevendo uma derrapagem orçamental de apenas 25 por cento, segundo um relatório do Gabinete de Orçamentos do governo norte-americano, mas um estudo do mesmo gabinete, que data de 2004, concluiu que os projectos levados a cabo pela NASA ultrapassam, em média, mais 50 por cento do que o previsto.

Mike Griffith, ex-administrador da NASA, culpou a Casa Branca, especialmente a Administração Bush, pela falta de dinheiro. Griffith explicou que a quantia disponível para este projecto tinha caído de 4000 milhões de dólares até 2015 para 500 milhões de dólares.

“Com apenas 500 milhões de dólares, este trabalho não pode ser feito”, afirmou o administrador ao Clube Espacial Nacional, citado pelo jornal britânico “Guardian”.

Por isso, adianta o jornal britânico, o regresso à Lua pode ter de ser adiado, e corre até o risco de ficar sem efeito.

A NASA já apresentou um relatório com cenários alternativos para tentar lutar contr a falta de dinheiro. Retirar investimento aos projectos que envolvem satélites e telescópios, abrandar o ritmo de construção do Ares V, o foguetão de grande potência que levará os astronautas à lua nesta missão, ou uma injecção de 75 mil milhões de dólares são algumas hipóteses para viabilizar o esperado regresso do homem à lua.

Fonte: Público (Portugal) - Imagem: NASA

Centro espacial alemão capta os primeiros sinais da nova geração de satélites GPS

Os sinais L5 serão transmitidos como padrão na próxima geração de satélites GPS, denominada IIF, que vai começar a operar no final de 2009. O sistema europeu de navegação por satélites Galileo também vai transmitir um sinal similar, como parte de um serviço de Salvamento de Vidas. Os dois sistemas serão complementares nessa área.

O Sistema de Posicionamento Global (GPS) está prestes a ser modernizado e vai fornecer serviços de navegação cada vez mais confiáveis e precisos em um futuro próximo. Em 24 de março, um satélite GPS foi enviado ao espaço para a transmissão de um novo sinal de navegação na frequência L5.

Apenas alguns dias após o lançamento, cientistas do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR, na sigla em alemão), receberam pela primeira vez os sinais L5, usando uma antena de 30 metros de diâmetro situada na cidade de Weilheim.

Os cientistas fizeram uma análise com alta precisão do sinal e comprovaram, independentemente dos operadores norte-americanos, os benefícios adicionais do sinal L5.

Serviços críticos

No futuro, o sinal L5 terá um papel central na navegação satelital, principalmente em áreas críticas, como a aviação. Além disso, em combinação com outros sinais de navegação já em uso, permitirá a correção de alguns erros de propagação na ionosfera com maior precisão.

Fonte: MundoGeo

"Os extraterrestres existem", diz ex-astronauta da NASA

Antigo astronauta da NASA afirma que esta é uma realidade escondida por todos os governos

Edgar Mitchell, antigo astronauta da NASA, que já esteve na Lua, garante que os extraterrestres existem e que durante a sua carreira teve conhecimento de várias visitas de OVNI ao planeta Terra, todas elas escondidas, noticiou o jornal inglês "The Telegraph".

O homem de 77 anos, membro da tripulação do "Apollo 14" afirmou que fontes da agência espacial descrevem os alienígenas como "pessoas pequenas que a nós nos parecem estranhas".

Em entrevista para a rádio "Kerrang" revelou que a tecnologia humana "não é nem um pouco tão sofisticada" como a dos alegados visitantes. Alertou ainda para o fato de serem hostis, mas que "a esta altura já foram embora".

O antigo astronauta acredita que "não há dúvidas de que existe vida no universo. Nós não estamos de todo sozinhos. Estou certo disso". Edgar Mitchell considera-se "privilegiado por saber que já fomos visitados por extraterrestres no nosso planeta. O fenômeno dos OVNI é real".

O motivo para a generalidade das pessoas não estar ciente daquilo que o astronauta acredita ser uma realidade deve-se ao fato de "ter sido abafado por todos os governos nos últimos 60 anos", no entanto "lentamente foram existindo algumas fugas de informação e alguns de nós fomos privilegiados por termos sido informados sobre esse facto".

Edgar Mitchell conta que esteve «nas reuniões dos serviços secretos militares» e sublinha que "fomos visitados".

A NASA reagiu prontamente e afirmou que a organização "não vigia OVNI. A NASA não está envolvida em nenhuma espécie de camuflagem acerca da existência de vida extraterrestre neste planeta ou noutro sítio qualquer do Universo".




Fonte: TVI24 (Portugal)

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ônibus espacial voará de cabeça para baixo no conserto do Hubble

Telescópio Espacial Hubble e ônibus espacial Colúmbia, durante a última missão de reparos, ocorrida em 2002

A NASA anunciou que a missão de conserto do Telescópio Espacial Hubble não apenas está confirmada, mas que também, devido ao bom andamento dos trabalhos, ela poderá ser antecipada em um dia, com o lançamento do ônibus espacial Atlantis podendo ocorrer no dia 11 de Maio.

Risco de choque com lixo espacial

A confirmação veio depois da eliminação do entrave mais sério à missão: o temor do choque com lixo espacial, principalmente depois do choque entre um satélite russo e um norte-americano, ocorrido em Fevereiro deste ano e que espalhou uma verdadeira chuva de novos detritos espaciais pela órbita da Terra.

O perigo é maior na missão de reparo do Hubble porque o telescópio fica a uma órbita mais alta (600 km) do que a Estação Espacial Internacional (350 km). Quanto mais elevada a órbita, maior é a chance de que detritos atinjam o ônibus espacial.

Nas últimas semanas, as estimativas apontavam para 1 chance em 185 de que um impacto viesse a ocorrer. O nível mínimo de segurança admitido pela NASA para autorizar a decolagem dos ônibus espaciais é de 1 em 200. Nos últimos dias, novas análises diminuíram a probabilidade da ocorrência do choque para 1 em 221, o que fez os coordenadores da missão darem a confirmação para sua continuidade.

Marcha a ré e de cabeça para baixo

Ainda assim, duas medidas adicionais serão tomadas para minimizar os riscos para os astronautas.

Depois de cada caminhada espacial, assim que os astronautas retornarem para o interior do ônibus espacial, o Atlantis será trazido para uma órbita mais baixa, onde a segurança é maior. No dia seguinte, ele retorna para junto do Hubble para a continuidade dos serviços.

A segunda medida de segurança será fazer com que o ônibus espacial voe com a cauda voltada para a frente e com a sua área de carga voltada para a Terra. Ou seja, o Atlantis voará de cabeça para baixo e como se estivesse dando marcha a ré, uma configuração inédita e oposta ao que é comumente adotado. Esse posicionamento minimizaria os danos de um eventual impacto com o lixo espacial, porque a cabine não seria diretamente atingida.

Ônibus espacial de reserva

Embora esteja sendo chamada de missão de reparo do Hubble, o telescópio espacial receberá um upgrade radical, passando a contar com instrumentos muito mais precisos e poderosos do que aqueles que já foram capazes de transformá-lo no instrumento científico mais famoso de todos os tempos.

O "conserto" exigirá cinco caminhadas espaciais, em uma missão com duração de 11 dias.

Durante toda a missão, o ônibus espacial Endeavour permanecerá de prontidão para uma eventual missão de resgate, caso algo saia errado. Este procedimento, de manter um segundo ônibus espacial de reserva e pronto para o lançamento, é adotado desde o acidente com o Colúmbia.

Fonte: Site Inovação Tecnológica - Fotos: NASA

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Nasa quer antecipar missão final para manutenção do Hubble

O Atlantis e sua tripulação de sete astronautas deveriam ter sido lançados ao Hubble em outubro de 2008

Técnicos preparam giroscópio novo para ser instalado no Hubble

A Nasa planeja lançar a última missão de manutenção do Telescópio Espacial Hubble um dia antes do previsto originalmente, a fim de evitar um possível conflito na programação de uso da base de lançamento na Flórida.

Se a revisão de agenda for aprovada pelos administradores da agência espacial na próxima semana, o ônibus espacial Atlantis decolará em 11 de maio às 15h01 (hora de Brasília), do Centro Espacial Kennedy.

"Estou muito confiante de que conseguiremos fazer o lançamento na data de 11 de maio", disse Leroy Cain, vice-gerente do programa de ônibus espaciais.

O Atlantis e sua tripulação de sete astronautas deveriam ter sido lançados em outubro de 2008, mas um defeito em um computador a bordo do Hubble impediu isso. O telescópio vem usando um computador de reserva, e trocar o equipamento passou a ser uma das metas da missão de manutenção.

Cientistas dizem que o Hubble, lançado em 1990, é uma importante fonte de dados científicos, que mudou a compreensão da origem e da evolução do Universo, além de produzir imagens sem precedentes de fenômenos espaciais e dos pontos mais distantes do espaço.

Por estar fora da atmosfera da Terra, a 485 km de altitude, o Hubble é capaz de produzir imagens de grande definição.

A antecipação do lançamento daria à Nasa uma janela de três dias para lançar o Atlantis antes de ter de suspender a operação por dez dias, para dar tempo à Força Aérea Americana de realizar operações na base de Cabo Canaveral.

O ônibus espacial partilha uma série de recursos, incluindo de segurança, com usuários militares e comerciais da chamada Área de Testes do Leste, que inclui o Centro Espacial Kennedy da Nasa e a Base da Força Aérea de Cabo Canaveral.

A área só pode acomodar um lançamento, ensaio de lançamento ou teste de cada vez. Os militares têm a área reservada por cerca de uma semana, a partir de 14 de maio.

A Nasa tem até setembro de 2010 para completar a construção da Estação Espacial Internacional (ISS) e aposentar a frota de ônibus espaciais. A manutenção do Hubble é a única missão restante de um ônibus espacial que não tem como objetivo ajudar na montagem da ISS.

Os astronautas do Atlantis deverão realizar cinco caminhadas espaciais para instalar novas câmeras, consertar instrumentos científicos, trocar baterias e giroscópios. O Hubble deve permanecer operacional até 2014, quando será substituído por um telescópio ainda maior e mais poderoso, o James Webb.

Fonte: estadão.com.br - Foto: NASA

Nasa envia fotos de alta definição da Terra

Clique na foto para ampliá-la

A Nasa - agência espacial norte-americana - enviou nesta quarta-feira várias fotos em alta definição do planeta Terra em comemoração ao Dia da Terra.

A maioria das imagens foi captada pela ISS (Estação Espacial Internacional, na sigla em inglês). A Estação Espacial Internacional permanece com três astronautas, em órbita a 354 km de altitude.

Outras fotos foram obtidas durante missões espaciais bancadas pela agência espacial norte-americana. Confira as fotos enviadas pela Nasa, clicando AQUI.

Fonte: Diário do Grande ABC - Foto: NASA

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ex-astronauta americano afirma que extraterrestres existem

O astronauta aposentado Edgar Mitchell - que fez parte da missão com destino à Lua Apollo 14, em 1971 -afirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto. Segundo o site do jornal britânico Telegraph, as afirmações foram feitas durante a quinta X-Conference - um encontro anual que reúne ufólogos e outras pessoas que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígena -que aconteceu do dia 17 ao dia 19 de abril.

De acordo com o jornal, o ex-astronauta, hoje com 78 anos, disse: 'não estamos sozinhos. Nosso destino é tornar-nos parte de uma comunidade planetária. Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está realmente acontecendo lá fora'.

Mitchell, que foi piloto do módulo lunar na Apollo 14, também disse que em 1947 tentou investigar o chamado 'Incidente Roswell' - um suposto disco voador que teria caído na localidade de Roswell, no Novo México - , mas que foi dissuadido por autoridades militares. O astronauta, que cresceu na cidade de Roswell, afirmou que na época os moradores 'foram silenciados pelas autoridades militares que ordenaram que não se falasse sobre essa experiência'.

Ele alegou que tentou buscar as provas que foram colhidas com moradores locais pelo Pentágono. Segundo ele, um oficial do governo, cujo nome não foi citado, havia prometido que descobriria mais informações, mas seu acesso foi negado quando ele "tentou entrar no trabalho interno desse processo". Michell afirma que o oficial nega a história.

- Convido a todos aqueles que duvidam: leiam os livros, comecem a compreender o que realmente aconteceu. Porque realmente não há nenhuma dúvida de que estamos sendo visitados - disse Mitchell. - O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e abrangente do que jamais fomos capazes de entender - acrescentou.

Em resposta às afirmações de Michell, pela rede americana CNN, um porta-voz da Nasa afirmou que "a Nasa não acompanha discos voadores e não está envolvida em qualquer tipo de encobrimento sobre vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar".

Stephen Bassett, chefe da Paradigm Research Group (PRG), que sediou a X-Conference este ano, disse à CNN que "há um terceiro trilho (na política americana), que é a questão dos extraterrestres".

Fonte: Terra - Foto: NASA

Nasa lança site em comemoração aos 40 anos da conquista da Lua

No dia 20 de julho próximo será comemorado o 40º aniversário da conquista da Lua. Foi nesse dia, em 1969, que o astronauta Neil Armstrong se tornou o primeiro homem a andar pelo satélite terrestre, após ter percorrido com os companheiros Buzz Aldrin e Michael Collins, a bordo da Apolo 11, os mais de 360 mil quilômetros desde a superfície terrestre.

- Um pequeno passo para o homem; um gigantesco salto para a humanidade - foram as palavras ditas por Armstrong e que imediatamente marcaram a história do século 20.

Para marcar os 40 anos da mais famosa missão espacial a Nasa, a agência espacial norte-americana, está planejando uma série de eventos e atividades durante este ano. Além de celebrar o programa Apolo, o objetivo é destacar suas conquistas e benefícios derivados do desenvolvimento tecnológico necessário para seu sucesso.

'Celebre a Apolo: Explorando a Lua e descobrindo a Terra' é o nome do projeto de divulgação de informações sobre as missões históricas, atuais e futuras da Nasa.

A agência lançou um site especial que traz a história da conquista da Lua, que para o programa norte-americano começou de forma desesperada. Após ter visto os então soviéticos enviarem para o espaço o primeiro satélite (Sputnik, em 1957), o primeiro animal (a cadela Laika, no mesmo ano) e o primeiro homem (Yuri Gagarin, em 1961), não havia outra opção para se sair bem na corrida espacial em plena Guerra Fria a não ser chegar primeiro à Lua.

Quando a União Soviética já projetava suas missões ao satélite, em 25 de maio de 1961 o então presidente norte-americano John Kennedy anunciou o ambicioso objetivo de 'levar o homem à Lua e trazê-lo de volta com segurança antes do fim da década'.

Foram precisos oito turbulentos anos, que contaram inclusive com a morte de astronautas (os três da primeira missão, a Apolo 1, em testes na plataforma de lançamento na Flórida) e do próprio Kennedy, assassinado em 1963. Mas a poucos meses do fim da década, o módulo lunar da Apolo 11 pousou com segurança na região lunar chamada, não por coincidência, de Mar da Tranquilidade.

Outras cinco missões – as Apolo 12, 14, 15, 16 e 17 – levaram astronautas para a Lua, onde colheram poeira e rochas e realizaram experiências para medir dados físicos, sísmicos, magnéticos e o vento solar na superfície. Andaram, pularam, rodaram com um jipe e até arriscaram tacadas com bolas de golfe. E, desde 1971, nunca mais retornaram. Mas a Nasa planeja voltar com missões tripuladas ao satélite na próxima década.

O site traz curiosidades como a tecnologia e a engenharia envolvidas na construção e direção do módulo lunar até a segurança da superfície. Outra curiosidade são as “árvores da Lua”, crescidas a partir de mais de 400 sementes levadas pelo astronauta Stuart Roosa – que fez parte do Serviço Florestal norte-americano – na Apolo 14. Após retornarem à Terra, as sementes foram plantadas em diversos locais dos Estados Unidos e em outros países.

Outro destaque são as muitas fotos, diversas em alta resolução, como da primeira pegada deixada por Armstrong no solo lunar, além de vídeos das missões do programa e de depoimentos de pessoas que descrevem onde estavam e o que sentiram quando viram pela televisão os primeiros passos do homem em outro corpo celeste.

Mais informações:

http://www.nasa.gov/apollo40th

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Fonte: Agência Fapesp via JB Online

Envie o seu nome para Marte

Concepção artística do ‘Laboratório Científico Móvel de Marte’, a ser lançado pela NASA em 2011

A NASA, cinqüentenária agência espacial norte-americana, dentro das atividades do seu Programa de Exploração de Marte (NASA’s Mars Exploration Program) deverá lançar, em 2011, para o planeta vermelho, a missão Laboratório Científico de Marte (MSL - Mars Science Laboratory), destinada a levantar evidências, passadas e presentes, de condições ambientais que possibilitem vida em nível microscópico. Dito em outras palavras, o objetivo principal da missão seria determinar a capacidade de Marte ser habitado (planet´s habitability).

Para realizar o objetivo da missão será transportado até Marte o maior conjunto de instrumentos científicos já enviados até a superfície do planeta, que deverão chegar até lá em 2012. O laboratório é uma plataforma móvel (Mars Science Laboratory rover), que deverá circular pela superfície marciana, controlado da Terra, para realizar análise de rochas, do solo e demais particularidades geológicas, em busca de evidências químicas da existência de vida (como por exemplo, formas complexas de cadeias carbônicas).

A NASA convidou o público em geral para escolher um nome para o laboratório móvel. A coleta de sugestões de nomes, realizada através da internet, já foi encerrada e o nome escolhido deverá ser divulgado até o final de abril, ou no início do próximo mês de maio.

Pessoas de todo mundo interessadas em inscrever o seu nome para ser gravado em um microchip do laboratório móvel poderão fazê-lo, enviando o nome e endereço eletrônico (e-mail) para a página da Internet abaixo endereçada. Os participantes cadastrados com sucesso receberão um Certificado de Participação enviado para o endereço eletrônico fornecido.

Na página da internet do programa da NASA pode também ser consultado, a todo tempo, uma lista com o número de adesões entre cidadãos americanos (distribuídos por estados), e cidadãos do restante do mundo (distribuídos por países).

ENDEREÇO PARA O CADASTRAMENTO DE NOMES NA NASA (Missão MSL):

http://mars.jpl.nasa.gov/msl/participate/sendyourname/

Fonte: NASA: Jet Propulsion Laboratory (JPL) - Mars Science Laboratory, em: http://mars.jpl.nasa.gov/msl/ - Foto: JLP – NASA / Divulgação