
"No caso dos voos domésticos, a adoção do speach-padrão é opcional, já que, no Brasil, não há áreas de risco", afirmou Jenkins. O comunicado durante o voo deve citar os sintomas da doença aos passageiros, como, por exemplo, febre repentina superior a 38 graus, tosse, diarreia, dores no corpo e vômitos. De acordo com o comandante, a Anvisa esclareceu aos representantes das empresas aéreas, funcionários da Receita Federal, da Polícia Federal (PF), carregadores, tripulantes, taxistas e empregados dos aeroportos brasileiros sobre os procedimentos adequados no caso de um passageiro apresentar sintomas da doença.
Uma das questões mais recorrentes durante a reunião, segundo o diretor-técnico da Snea, foi a necessidade do uso de máscaras pelos funcionários. De acordo com ele, a resposta da Anvisa foi negativa. Quando um passageiro apresentar os sintomas da gripe suína durante o voo ele deve acompanhar funcionários da Anvisa ou da PF para que seu estado de saúde seja monitorado. O encontro entre os funcionários de aeroportos, representantes do governo e das companhias aéreas foi realizado hoje no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Fonte: Célia Froufe (Agência Estado) - Foto: Carlos P. Valle C.
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